Textos e Obras Daqui e Dali, mais ou menos conhecidos ------ Nada do que é humano me é estranho (Terêncio)
quinta-feira, 8 de outubro de 2026
Carlos Dias - Vereador do PS de Beja critica mural alusivo a Catarina Eufémia
terça-feira, 6 de outubro de 2026
Pedro Candeias - O ChatGPT devia ser banido das escolas?
segunda-feira, 5 de outubro de 2026
(105) Hoàng Hà - O País Repleto de Alegria (Đất nước trọn niềm vui)
Temas centrais da letra:
A celebração da vitória e da paz: O texto descreve as ruas repletas de bandeiras com estrelas douradas, as multidões em marcha e a emoção do reencontro e da libertação de Saigão.
A memória e o legado: Evoca a figura inspiradora do Presidente Hồ Chí Minh e a resiliência indómita do povo vietnamita face à destruição causada pelos conflitos.
O orgulho nacional: Exalta a soberania recuperada e a beleza de uma pátria unificada. (Gemini)
sexta-feira, 2 de outubro de 2026
(104) - Malcolm X e Yuri Kochiyama (citações)
quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Gustavo Carneiro - Neutralidade?
Gustavo Carneiro
O rapper norte-americano Macklemore foi excluído da digressão de Ed Sheeran por expressar o seu apoio a uma Palestina livre da ocupação e do genocídio. Dos 10 espectáculos previstos, participou apenas em dois, mas não se arrepende: numamensagem partilhada nas redes sociais, valorizou essas «duas oportunidades para dizer perante 90 mil pessoas as palavras que de alguma forma se tornaram demasiado perigosas de serem ditas: Palestina livre! E se essas palavras me custarem o palco ao mesmo tempo que recolocam a atenção na Palestina, então foi a minha digressão mais bem sucedida».
O caso deu que falar e não se ficou por aqui. A banda Beoga, que também acompanhava Sheeran, solidarizou-se com Macklemore e abandonou a digressão, a maior em que alguma vez esteve envolvida: «Nós somos irlandeses que percebem o que é colonialismo. Como fundadores do movimento Artistas Irlandeses pela Palestina, somos activistas comprometidos com a justiça e continuaremos a sê-lo. Todo este episódio está a servir novamente para distrair da verdadeira questão: mais de 1000 palestinianos foram mortos desde o chamado cessar-fogo.»
Da música passamos para o cinema. “Naza”, dos israelitas Yuval Abraham e Rachel Szor, ganhou o Prémio Especial do Júri da edição deste ano do Festival de Veneza e mereceu o aplauso do público durante longos 25 minutos. «Filmado à noite a partir dos telhados de Telavive, este documentário de investigação examina as vítimas civis das operações militares israelitas em Gaza e os sistemas por detrás dos assassinatos selectivos de palestinianos», lê-se na sinopse do filme que tem estreia marcada para hoje na salas portuguesas. Ao receber o galardão, Yuval Abraham referiu-se ao genocídio em curso como um projecto consciente, assente na «total desumanização dos palestinianos». Os realizadores foram ameaçados com a perda de nacionalidade israelita e as suas famílias já receberam diversas ameaças.
Por cá, o maestro e compositor César Viana deixou a direcção artística do Festival Internacional de Música Religiosa de Guimarães por «razões de consciência», dada a aproximação institucional e comercial da Câmara Municipal a Israel. No contexto da situação que se vive em Gaza, justificou, não lhe era possível «permanecer indiferente».
Todos estes gestos – e tantos outros haveria a destacar por esse mundo fora – confrontam a “neutralidade” exigida pelos interesses políticos e económicos que de forma assumida ou envergonhada apoiam o genocídio e a ocupação.
Nos últimos três anos, mais de 20 mil crianças foram assassinadas na Faixa de Gaza pelo exército de Israel, bem armado pela maior potência militar do planeta. A que se somam as sobreviventes – amputadas, famintas, órfãs, irremediavelmente traumatizadas. Como bem afirmou Macklemore na sua declaração, denunciar o genocídio já não é um acto de coragem, mas de mera humanidade. Não há neutralidade possível!
Avante n.º 2757 (1/10/2026)
https://www.avante.pt/pt/2757/opiniao/185234/Neutralidade.htm
Discurso de Donal Trump a ONU (2026)
Muito obrigado.
Senhor Presidente, Senhor Secretário-Geral, Primeira-Dama dos Estados Unidos,
distintos delegados, embaixadores e colegas líderes. É uma grande honra dar as
boas-vindas ao mundo à América, enquanto celebramos 250 anos de gloriosa
liberdade e independência. Dois séculos e meio depois de a Causa da Liberdade
ter encontrado seu lar neste continente, posso afirmar com orgulho que a
América está de volta e nosso país está mais forte hoje do que nunca. Nossa
economia é a inveja do mundo. Nossas forças armadas são as mais poderosas da
Terra. Nossa tecnologia não fica atrás de nenhuma outra e estamos na vanguarda
em praticamente tudo. Nossa energia está abastecendo o planeta. A América está
em ascensão. Nossa nação está crescendo. Nosso poder está se expandindo. Nosso
país está melhor do que nunca e nosso futuro é muito, muito promissor.
( 01:12 )
Desde que assumi o cargo, criamos mais de um milhão de novos empregos no setor
privado, e hoje há muito mais americanos trabalhando do que nunca. Na semana
passada, foi anunciado que a taxa de pobreza atingiu seu nível mais baixo na
história americana. Tiramos 1,5 milhão de americanos da pobreza somente no ano
passado, outro recorde. As taxas de pobreza entre afro-americanos e hispânicos
estão em seus níveis mais baixos de todos os tempos. A renda real das famílias
americanas disparou para o nível mais alto da história, US$ 87.000 em média,
superando o recorde anterior que estabeleci em meu primeiro mandato.
( 01:58 )
Desde o primeiro dia, meu governo trabalhou para remover todas as
regulamentações e obstáculos desnecessários para fazer negócios nos Estados
Unidos. Aprovamos os maiores cortes de impostos da história americana e, como
resultado, mais dinheiro está sendo investido nos Estados Unidos agora do que
jamais foi investido em qualquer nação, em qualquer lugar do mundo. Os mercados
de ações dos EUA bateram 80 recordes históricos, e isso apenas nos últimos 12
meses. Garantimos compromissos de US$ 21 trilhões em novos investimentos de
todo o planeta, em comparação com menos de US$ 1 trilhão em quatro anos no
governo anterior. Dois anos atrás, nosso país estava morto, e agora temos o
país mais quente do mundo. Antes de eu assumir o cargo, tínhamos a fronteira
mais perigosa e pior do planeta, e agora temos a fronteira mais segura da
história americana. Ninguém entra sem ser convidado, sem ter permissão.
( 03:03 )
Nos últimos 16 meses, nenhum imigrante ilegal foi admitido nos Estados Unidos,
e isso foi feito por pessoas muito sofisticadas. Não foi feito pelo governo
Trump. Zero. Como resultado, no ano passado alcançamos a maior queda na
criminalidade violenta já registrada. A taxa de homicídios despencou para o
nível mais baixo em 125 anos, desde 1900. Enviei nossos agentes de combate ao
crime para Memphis, Tennessee, e Nova Orleans, Louisiana, e a criminalidade em
cada um desses lugares caiu mais de 80% e vai cair ainda mais. Mais importante
ainda, quando cheguei a Washington D.C. em 20 de janeiro do ano passado, a
cidade estava assolada pelo crime, e agora a criminalidade caiu 87% e estamos
caminhando para os 100%. Se vocês observarem, e imagino que muitos de vocês já
estiveram lá, o turismo está prosperando. Os restaurantes estão lotados e as
pessoas estão orgulhosas da capital do nosso país. Estão orgulhosas como nunca
antes.
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