D'ali e D'aqui

Textos e Obras Daqui e Dali, mais ou menos conhecidos ------ Nada do que é humano me é estranho (Terêncio)

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

O Natal dos consumidos (e um pedido)

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*** 14 de Dezembro de 2016 , 22:21 Por António Bagão Félix  3 comentários E stamos a breves dias do Natal. O qu...

Fausto - A guerra é a guerra

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* Fausto Salto no escuro; Entre dentes trago a faca E nos meus olhos coloridos; Juro Vem ver o fogo no mar; Os peixes a arder Ó Ana...

"O Actor" de Herberto Hélder:

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* Herberto Hélder O actor acende a boca. Depois os cabelos. Finge as suas caras nas poças interiores. O actor pôe e tira a cabeça de bú...

Ricardo Araújo Pereira - Mariquice linguística

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CLICAR NA IMAGEM PARA AMPLIAR  http://entreostextosdamemoria.blogspot.pt/2016/12/visao-15122016-p114.html
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Fernando Pessoa - Hora absurda

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* Fernando Pessoa O teu silêncio é uma nau com todas as velas pandas... Brandas, as brisas brincam nas flâmulas, teu sorriso... E o...

"Lídia" na poesia de Ricardo Reis

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* Victor Nogueira De Ricardo Reis, heterónimo de Fernando Pessoa, conhecia o poema "Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio...
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

O lápis já não é o que era

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*** 2 de Dezembro de 2016 , 08:26 Por António Bagão Félix  6 comentários O lápis já não é o que era V ...
domingo, 11 de dezembro de 2016

Mário Cesariny - Visto a esta luz és um porto de mar

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* Mário Cesariny Visto a esta luz és um porto de mar como reverberos de ondas onde havia mãos rebocadores na brancura dos braços Const...
1 comentário:
terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Ferreira Gullar - João Boa Morte Cabra Marcado para Morrer

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* Ferreira Gullar Essa guerra do Nordeste não mata quem é doutor. Não mata dono de engenho,  só mata cabra da peste,  só mata o trabal...

Ferreira Gullar . Dois e dois: quatro

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* Victor Nogueira Como dois e dois são quatro Sei que a vida vale a pena Embora o pão seja caro E a liberdade pequena Como teus olho...

Ferreira Gullar - Subversiva

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* Ferreira Gullar A poesia quando chega não respeita nada. Nem pai nem mãe. Quando ela chega de qualquer de seus abismos desconhece...
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- Pode-se enganar todo o Povo por algum tempo, pode enganar-se algum Povo todo o tempo. Mas não se pode enganar todo Povo por todo o tempo. (Lincoln) . - O trabalho é mais importante e é independente do capital. O capital é apenas o fruto do trabalho e não existiria sem ele. O trabalho é superior ao capital e merece a consideração mais elevada. (Lincoln) . - ... que todos nós aqui presentes solenemente admitamos ... que esta Nação ... venha gerar uma nova Liberdade, e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da terra. (Abraham Lincoln - Discurso de Gettysburg (19 de Novembro de 1863) . "(...)O que importa é transformá-lo.[o Mundo]" (Karl Marx)
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