DO ART... NOT WAR!
A expressão "DO ART... NOT WAR" (ou na sua forma mais comum "MAKE ART, NOT WAR") pode ser ligada a várias referências culturais, literárias e musicais.
As principais ligações incluem:
1. Origem Literária e Slogan Pacifista (Counterculture)
"Make love, not war": O slogan "Do Art, Not War" é uma variação direta da famosa palavra de ordem dos anos 60, popularizada durante os protestos contra a Guerra do Vietname.
Herbert Marcuse e a Literatura da Contracultura: Embora a autoria do slogan original seja atribuída a figuras como Gershon Legman e Diane DiPrima, autores e filósofos da época (como Marcuse na obra Eros e Civilização) defenderam a transformação da pulsão destrutiva (Thanatos) em criação e arte.
2. Ligações Musicais
A antítese entre Arte/Música e Guerra é um dos temas mais recorrentes da música de protesto:
John Lennon & Yoko Ono – "Give Peace a Chance" e "Imagine": A filosofia do "Bed-In" e o manifesto pacifista de Lennon pregavam que a expressão artística e o ativismo cultural eram as principais armas contra a violência militar.
Movimentos Punk e Hip-Hop: A frase "Make Art, Not War" e as suas variações tornaram-se lemas em centenas de canções, mixtapes e manifestos musicais do movimento DIY (Do It Yourself), onde o ato de criar arte e música é visto como uma forma direta de resistência à destruição.
3. Arte Urbana e Visual (Shepard Fairey)
A expressão foi imortalizada no mundo da street art pelo artista Shepard Fairey (OBEY) na sua célebre obra gráfica e mural intitulada "Make Art Not War", criada como um cartaz de protesto contra a Guerra do Iraque e posteriormente reproduzida em murais por todo o mundo. (Gemini)

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"O trabalho é mais importante e é independente do capital. O capital é apenas o fruto do trabalho, e não existiria sem ele. O trabalho é superior ao capital e merece a consideração mais elevada." (Lincoln, Presidente dos EUA)