D'ali e D'aqui
Textos e Obras Daqui e Dali, mais ou menos conhecidos ------ Nada do que é humano me é estranho (Terêncio)
segunda-feira, 26 de outubro de 2026
Ana Sá Lopes - Está em causa o normal funcionamento da democracia
Daniel Oliveira - Brasil: o fator Janones
sexta-feira, 23 de outubro de 2026
Gorka Castillo - Espanha - Homem criado por lobos mais de uma década morreu aos 80
Marcos conservou até ao fim um olhar limpo, quase infantil, e uma capacidade de deslumbramentoFoto D.R.
Marcos
Rodríguez Pantoja foi adotado por uma alcateia em criança após
a morte do pastor com quem vivia na serra Morena
Gorka
Castillo em Madrid
Conhecido como
“o menino-lobo da serra Morena”, Marcos Rodríguez Pantoja morreu no domingo aos
80 anos, deixando para trás uma das histórias mais extraordinárias, e
dolorosas, da Espanha atual. Foi adotado por uma alcateia em criança e conviveu
com os lobos, em completo isolamento da civilização, durante mais de uma
década. A sua insólita biografia, marcada pelo abandono familiar, pela
sobrevivência numa das zonas mais agrestes da Península Ibérica e pelas enormes
dificuldades que teve para se reintegrar socialmente depois de ser encontrado
por uma patrulha da Guarda Civil num lugar recôndito, tornou-o um chamariz para
o estudo científico e protagonista de reportagens, de documentários e até de um
filme.
Nascido a 7 de
junho de 1946 na pequena aldeia cordovesa de Añora, chegou ao mundo em pleno
pós-guerra espanhol e num ambiente de extrema pobreza. A mãe morreu no parto do
oitavo filho e o pai voltou a casar-se com uma mulher que, segundo os
testemunhos do próprio Marcos, o submetia a maus-tratos constantes. A parte
mais dura da história começou quando, ainda criança, a família se mudou para
uma aldeia de Ciudad Real para combater a fome e a penúria impostas pela
ditadura. Foi ali que o pai decidiu vendê-lo a uns proprietários da serra
Morena, que o enviaram para viver com um velho pastor de cabras numa gruta em
plena montanha. Com aquele idoso aprendeu o imprescindível para subsistir em
condições extremas: a fazer fogo, a reconhecer plantas, a cuidar de cabras, a
procurar água e alimento.
quinta-feira, 22 de outubro de 2026
NEPE - Debate 'Pensar a Esquerda'
Pedro Nuno e João Ferreira trocam culpas na "pior fase das esquerdas": há caminho comum, mas “há somas que não são de somar”
Pedro Nuno
Santos, Isabel Mendes Lopes, João Ferreira e Andreia Galvão participaram em
debate que fez autópsia à situação da esquerda, com trocas de culpas entre
antigos parceiros na habitação e sobre Lisboa
Cláudia Monarca
Almeida (Jornalista)
O debate foi
“em família”, mas como em todas as famílias teve os seus arrufos, sobretudo
entre os antigos parceiros da “geringonça”. Da habitação aos “constrangimentos”
provocados pela União Europeia e à “luta desigual” com os algoritmos, Pedro
Nuno Santos (PS), Isabel Mendes Lopes (Livre), João Ferreira (PCP) e Andreia
Galvão (BE) estiveram esta quarta-feira na Faculdade de
Direito da Universidade de Lisboa para “Pensar a Esquerda” e debater o
presente e o futuro de um campo político em “crise profunda”.
terça-feira, 20 de outubro de 2026
José Pacheco Pereira - O VERBO DO ÓDIO
* José Pacheco Pereira
A melhor maneira de perceber o modo como pensam (embora chamar pensar seja um exagero) os homens e mulheres que hoje empurram a extrema-direita em Portugal são as redes sociais e os comentários não moderados. Respondo já a quem diz que o mesmo se passa do outro lado do espectro político – não é verdade, porque há uma enorme diferença de proporção. Há, de facto, mecanismos se afiguram parecidos, insultos, argumentos ad hominem, agressividade verbal, mas, para cada 100 de extrema-direita, há um da extrema-esquerda, e isso permite caracterizar este fenómeno como sendo um revelador significativo do populismo radical da direita.
José Pacheco Pereira - Os cristãos cruéis
José Pacheco Pereira - A destruição da Assembleia da República
Maria J. Paixão - Sobre a violência e a esquerda
* Maria J. Paixão
19 de outubro 2026 -
Rita Matias quis fazer crer que a forma violenta da intervenção nos espaços da AAC foi um meio para alcançar o fim nobre de defender a liberdade de expressão e a democracia. A verdade é que a invasão foi fim em si mesma: uma demonstração de força perpetrada pelos fortes sobre os mais fracos.
A invasão da sede da Associação Académica de Coimbra e, em particular, dos estúdios da Rádio Universidade de Coimbra por militantes do Chega foi mais um episódio circense como tantos outros a que o partido já nos foi habituando. Sendo evidente que assistimos a uma manobra de diversão, destinada a obscurecer o conluio do partido de Ventura com o governo a respeito da alteração da lei do arrendamento, a justificação apresentada e algumas reações à esquerda merecem reflexão mais aprofundada.
sábado, 17 de outubro de 2026
São José Almeida - Pedro Passos Coelho, a tentativa de golpe interno e o fim do PSD
A entrevista
feita por Maria João Avillez ao antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho,
na SIC Notícias, no domingo passado, não me surpreendeu. Na minha opinião, foi
até um momento político confrangedor. Com a convicção com que sempre defende as
suas posições, Pedro Passos Coelho deu um passo em frente na possibilidade de
se voltar a candidatar à liderança do PSD. Um comportamento que, associado às
críticas que teceu ao actual primeiro-ministro e líder do PSD, Luís Montenegro,
surgiu como um abrir de portas a uma tentativa de golpe de Estado interno no
PSD.
Numa
surpreendente declaração sobre a sua vontade de voltar ao poder executivo,
Pedro Passos Coelho tentou defenestrar o actual chefe do Governo: “Se eu
tivesse de equacionar uma possibilidade dessas, isso teria de corresponder a
uma situação em que o PSD visivelmente não tivesse a possibilidade de entregar
um resultado satisfatório face àquilo que o país precisa e de eu achar que eu o
poderia fazer. E, se isso vier a acontecer, eu ponderarei e tomarei uma
iniciativa, se for caso disso.”
terça-feira, 13 de outubro de 2026
Hugo Dionísio - A inteligência artificial que (não) queremos!
As opiniões dividem-se profundamente sobre o que será o
trabalho sob o domínio da Inteligência Artificial. Entre os que dizem que não
sobrará trabalho algum e os que dizem o contrário, temos opinião para todos os
gostos. Será que a legislação existente está adaptada? Será que o trabalho
«tradicional» é compatível com a Inteligência Artificial?
Ora, é opinião consolidada que o modelo de trabalho mais
paradigmático nesta matéria será o das «plataformas informáticas».
Consequentemente, sabendo que assistimos à expansão deste modelo para a
restante actividade económica, talvez seja avisado começarmos, precisamente,
por aqui e tomarmos como exemplo a prática, supostamente excepcional, já entre
nós instalada.
Até ver, não nos é difícil constatar que, quanto mais
avançado o uso da inteligência artificial, maior a desumanização da relação
estabelecida entre «plataforma» e trabalhador. «Plataforma», porque não se
conhece o empregador. Nesta relação, o trabalhador apenas conhece acessos,
contas, tarefas, preços, rankings, metas, tudo emaranhado num
processo cujas variáveis são unilateralmente fixadas e mutáveis, desprovido de
interacção humana.
Para já, o paradigma do trabalho entre Inteligência Artificial e hum
segunda-feira, 12 de outubro de 2026
Daniel Oliveira - A barbárie de novo, agora em direto
* Daniel Oliveira
Após a execução falhada de
Christa Pike, o Tennessee tenta melhorar as condições de execução, repetindo a
ilusão do homicídio "humano" num estado que confunde justiça com
vingança. Nos EUA, o apoio público à pena de morte caiu para níveis mínimos em
meio século, mas o poder político aumentou o número de execuções. O ódio chegou
ao poder e até pensa transmitir um fuzilamento. Nesta matéria, os EUA continuam
a ser o farol da barbárie
Sónia Sapage - Uma execução em directo é um retrocesso civilizacional
“Eu apoio totalmente a pena de morte, mas transmitir execuções ao vivo é o que os jihadistas fazem”, escreve o republicano Austin Scott nas redes sociais. “A América é melhor do que isso.”
Há uma semana, o Pentágono anunciou que irá transmitir em directo (streaming), no dia 3 de Dezembro, às 13h, a execução por fuzilamento de um militar condenado a pena de morte pelo massacre de Fort Hood, no Texas, do qual resultaram 13 mortos e 32 feridos, em 2009.
Nidal Malik Hasan, major e psiquiatra do Exército dos Estados Unidos, especialista em stress pós-traumático, tinha 39 anos quando concretizou o ataque. Durante o julgamento, declarou-se culpado e assumiu a sua adesão aos ideais da jihad (guerra santa). “Eu estava no lado errado, mas mudei de campo”, justificou.
Hygo Dionísio - Da plataforma à plataformização do real
quinta-feira, 8 de outubro de 2026
Carlos Dias - Vereador do PS de Beja critica mural alusivo a Catarina Eufémia
terça-feira, 6 de outubro de 2026
Pedro Candeias - O ChatGPT devia ser banido das escolas?
segunda-feira, 5 de outubro de 2026
(105) Hoàng Hà - O País Repleto de Alegria (Đất nước trọn niềm vui)
Temas centrais da letra:
A celebração da vitória e da paz: O texto descreve as ruas repletas de bandeiras com estrelas douradas, as multidões em marcha e a emoção do reencontro e da libertação de Saigão.
A memória e o legado: Evoca a figura inspiradora do Presidente Hồ Chí Minh e a resiliência indómita do povo vietnamita face à destruição causada pelos conflitos.
O orgulho nacional: Exalta a soberania recuperada e a beleza de uma pátria unificada. (Gemini)
sexta-feira, 2 de outubro de 2026
(104) - Malcolm X e Yuri Kochiyama (citações)
Pedro Tadeu - O futebol profissional é um veneno?
quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Gustavo Carneiro - Neutralidade?
Gustavo Carneiro
O rapper norte-americano Macklemore foi excluído da digressão de Ed Sheeran por expressar o seu apoio a uma Palestina livre da ocupação e do genocídio. Dos 10 espectáculos previstos, participou apenas em dois, mas não se arrepende: numamensagem partilhada nas redes sociais, valorizou essas «duas oportunidades para dizer perante 90 mil pessoas as palavras que de alguma forma se tornaram demasiado perigosas de serem ditas: Palestina livre! E se essas palavras me custarem o palco ao mesmo tempo que recolocam a atenção na Palestina, então foi a minha digressão mais bem sucedida».
O caso deu que falar e não se ficou por aqui. A banda Beoga, que também acompanhava Sheeran, solidarizou-se com Macklemore e abandonou a digressão, a maior em que alguma vez esteve envolvida: «Nós somos irlandeses que percebem o que é colonialismo. Como fundadores do movimento Artistas Irlandeses pela Palestina, somos activistas comprometidos com a justiça e continuaremos a sê-lo. Todo este episódio está a servir novamente para distrair da verdadeira questão: mais de 1000 palestinianos foram mortos desde o chamado cessar-fogo.»
Da música passamos para o cinema. “Naza”, dos israelitas Yuval Abraham e Rachel Szor, ganhou o Prémio Especial do Júri da edição deste ano do Festival de Veneza e mereceu o aplauso do público durante longos 25 minutos. «Filmado à noite a partir dos telhados de Telavive, este documentário de investigação examina as vítimas civis das operações militares israelitas em Gaza e os sistemas por detrás dos assassinatos selectivos de palestinianos», lê-se na sinopse do filme que tem estreia marcada para hoje na salas portuguesas. Ao receber o galardão, Yuval Abraham referiu-se ao genocídio em curso como um projecto consciente, assente na «total desumanização dos palestinianos». Os realizadores foram ameaçados com a perda de nacionalidade israelita e as suas famílias já receberam diversas ameaças.
Por cá, o maestro e compositor César Viana deixou a direcção artística do Festival Internacional de Música Religiosa de Guimarães por «razões de consciência», dada a aproximação institucional e comercial da Câmara Municipal a Israel. No contexto da situação que se vive em Gaza, justificou, não lhe era possível «permanecer indiferente».
Todos estes gestos – e tantos outros haveria a destacar por esse mundo fora – confrontam a “neutralidade” exigida pelos interesses políticos e económicos que de forma assumida ou envergonhada apoiam o genocídio e a ocupação.
Nos últimos três anos, mais de 20 mil crianças foram assassinadas na Faixa de Gaza pelo exército de Israel, bem armado pela maior potência militar do planeta. A que se somam as sobreviventes – amputadas, famintas, órfãs, irremediavelmente traumatizadas. Como bem afirmou Macklemore na sua declaração, denunciar o genocídio já não é um acto de coragem, mas de mera humanidade. Não há neutralidade possível!
Avante n.º 2757 (1/10/2026)
https://www.avante.pt/pt/2757/opiniao/185234/Neutralidade.htm
Discurso de Donal Trump a ONU (2026)
Muito obrigado.
Senhor Presidente, Senhor Secretário-Geral, Primeira-Dama dos Estados Unidos,
distintos delegados, embaixadores e colegas líderes. É uma grande honra dar as
boas-vindas ao mundo à América, enquanto celebramos 250 anos de gloriosa
liberdade e independência. Dois séculos e meio depois de a Causa da Liberdade
ter encontrado seu lar neste continente, posso afirmar com orgulho que a
América está de volta e nosso país está mais forte hoje do que nunca. Nossa
economia é a inveja do mundo. Nossas forças armadas são as mais poderosas da
Terra. Nossa tecnologia não fica atrás de nenhuma outra e estamos na vanguarda
em praticamente tudo. Nossa energia está abastecendo o planeta. A América está
em ascensão. Nossa nação está crescendo. Nosso poder está se expandindo. Nosso
país está melhor do que nunca e nosso futuro é muito, muito promissor.
( 01:12 )
Desde que assumi o cargo, criamos mais de um milhão de novos empregos no setor
privado, e hoje há muito mais americanos trabalhando do que nunca. Na semana
passada, foi anunciado que a taxa de pobreza atingiu seu nível mais baixo na
história americana. Tiramos 1,5 milhão de americanos da pobreza somente no ano
passado, outro recorde. As taxas de pobreza entre afro-americanos e hispânicos
estão em seus níveis mais baixos de todos os tempos. A renda real das famílias
americanas disparou para o nível mais alto da história, US$ 87.000 em média,
superando o recorde anterior que estabeleci em meu primeiro mandato.
( 01:58 )
Desde o primeiro dia, meu governo trabalhou para remover todas as
regulamentações e obstáculos desnecessários para fazer negócios nos Estados
Unidos. Aprovamos os maiores cortes de impostos da história americana e, como
resultado, mais dinheiro está sendo investido nos Estados Unidos agora do que
jamais foi investido em qualquer nação, em qualquer lugar do mundo. Os mercados
de ações dos EUA bateram 80 recordes históricos, e isso apenas nos últimos 12
meses. Garantimos compromissos de US$ 21 trilhões em novos investimentos de
todo o planeta, em comparação com menos de US$ 1 trilhão em quatro anos no
governo anterior. Dois anos atrás, nosso país estava morto, e agora temos o
país mais quente do mundo. Antes de eu assumir o cargo, tínhamos a fronteira
mais perigosa e pior do planeta, e agora temos a fronteira mais segura da
história americana. Ninguém entra sem ser convidado, sem ter permissão.
( 03:03 )
Nos últimos 16 meses, nenhum imigrante ilegal foi admitido nos Estados Unidos,
e isso foi feito por pessoas muito sofisticadas. Não foi feito pelo governo
Trump. Zero. Como resultado, no ano passado alcançamos a maior queda na
criminalidade violenta já registrada. A taxa de homicídios despencou para o
nível mais baixo em 125 anos, desde 1900. Enviei nossos agentes de combate ao
crime para Memphis, Tennessee, e Nova Orleans, Louisiana, e a criminalidade em
cada um desses lugares caiu mais de 80% e vai cair ainda mais. Mais importante
ainda, quando cheguei a Washington D.C. em 20 de janeiro do ano passado, a
cidade estava assolada pelo crime, e agora a criminalidade caiu 87% e estamos
caminhando para os 100%. Se vocês observarem, e imagino que muitos de vocês já
estiveram lá, o turismo está prosperando. Os restaurantes estão lotados e as
pessoas estão orgulhosas da capital do nosso país. Estão orgulhosas como nunca
antes.
sábado, 26 de setembro de 2026
José Pacheco Pereira - Onde aprendeu George Orwell
* José Pacheco Pereira
No Portugal de hoje, como um pouco por toda a Europa e, em particular, nos EUA, esta “polícia do pensamento” funciona 24 horas por dia.
A palavra propaganda é hoje uma palavra maldita, em parte pela sua história passada, em parte por hipocrisia. Hoje, chama-se marketing, que é, no essencial, a mesma coisa. É encomendada, paga, difundida por empresas especializadas em manipular a informação, por serviços secretos, por agentes políticos, por aquilo a que se chama "agências de comunicação". Não há nada que chegue às paredes das ruas, aos sites de classificação de restaurantes, aos comentários das redes sociais pagos e não pagos, por clubismo ou proselitismo, aos influencers, que não exija uma rigorosa verificação. Sítios no YouTube com pequenos filmes e comentários políticos, gritos e saltos no TikTok, roupa, maquilhagem, venda de casas com fotografias magníficas de casas sem janelas, apostas desportivas que vivem da adicção como as drogas duras.
quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Os pecados da Igreja serão perdoados?
(103) Gandhi - "You must be the change you wish to see in the world"
A frase "Youst be the change you wish to see in the world" ("Deves ser a mudança que queres ver no mundo") é universalmente atribuída a Mahatma Gandhi, mas os historiadores e investigadores de citações apontam que ela não foi escrita nem dita exatamente por ele dessa forma.
Trata-se de uma paráfrase moderna (popularizada a partir de meados da década de 1970). No entanto, o pensamento original e conceptual que lhe serve de base foi escrito por Gandhi em 1913, num artigo onde refletia sobre a transformação pessoal e social.
O parágrafo completo e original do qual deriva a famosa frase popular é este:
«We but mirror the world. All the tendencies present in the outer world are to be found in the world of our body. If we could change ourselves, the tendencies in the world would also change. As a man changes his own nature, so d
oes the attitude of the world change towards him. This is the divine mystery supreme. A wonderful thing it is and the source of our happiness. We need not wait to see what others d o.» Em português, a tradução integral deste pensamento é:
«Nós somos apenas o espelho do mundo. Todas as tendências presentes no mundo exterior podem ser encontradas no mundo do nosso corpo. Se pudéssemos mudar a nós mesmos, as tendências no mundo também mudariam. À medida que o homem muda a sua própria natureza, assim muda também a atitude do mundo em relação a ele. Este é o supremo mistério divino. Uma coisa maravilhosa que é e a fonte da nossa felicidade. Não precisamos de esperar para ver o que os outros fazem.»
'Soy Cuba', um filme de Mikhail Kalatozov
João Lopes - 'Soy Cuba'. Ser ou não ser revolucionário
11 Agosto 2026
Se pensarmos em filmes com
componentes de propaganda política, como O Couraçado Potemkine (1925), de
Sergei Eisenstein, ou O Triunfo da Vontade (1935), de Leni Riefenstahl,
encontramos um paradoxo com que não é fácil lidar: a retórica dos seus
discursos ideológicos combina-se de forma espectacular com a ousadia
experimental das respetivas narrativas. Podemos reencontrar tal dinâmica noutro
clássic…
Estamos perante um filme de
denúncia da ditadura de Fulgencio Batista e exaltação da revolução liderada por
Fidel Castro, triunfante a 1 de janeiro de 1959. A sua produção resultou da
aliança da Mosfilm, o maior estúdio da URSS, com o Instituto Cubano del Arte e
Industria Cinematográficas (ICAIC), fundado a 24 de março de 1959. Na altura,
Kalatozov era um símbolo forte da produção soviética, sobretudo através
de Quando Passam as Cegonhas, Palma de Ouro de Festival de Cannes
de 1958.
Domingos Lobo . “Memórias Transmontanas e de Outros Lugares”, de Filipe Rua
Marta Pinho Alves . Obrigada, Senhor Colombo
Filipe Diniz - Num mesmo dia [11 de Setembro]
quarta-feira, 23 de setembro de 2026
(102) O Diário de Anne Frank
terça-feira, 22 de setembro de 2026
(101) - Literatura maranhense
Este mural encontra-se cna cidade de São Luís, capital do estado do Maranhão, no Brasil. O painel, criado por Eduardo Kobra, celebra os 405 anos da cidade.
A Homenagem à Literatura Maranhense: O mural assume a forma visual de uma enorme estante de livros, prestando tributo a grandes expoentes da literatura e da cultura do Maranhão.
Figuras e Obras Retratadas: Destacam-se capas e retratos de autores consagrados como Gonçalves Dias (Canção do Exílio, I-Juca-Pirama), Josué Montello (Os Tambores de São Luís), Aluísio Azevedo (O Cortiço), Graça Aranha (Canaã) e Ferreira Gullar (Dentro da Noite Veloz, Poema Sujo), além de elementos da arquitetura de azulejos típicos da cidade.Gonçalves Dias – Canção do Exílio: É um dos poemas mais emblemáticos da literatura brasileira. Podes associá-lo à ideia de deslocação, identidade e memória que a arte urbana muitas vezes retrata nas ruas
.
segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Manuel Augusto Araújo - ESTADO de SÍTIO
sexta-feira, 18 de setembro de 2026
(100) - Martin Luther King - 'I have a dream'
(99) Entre Mahatma Gandhi e Nicholas Klein
* Gemini / Victor Nogueira
No mural da imagem, encontram-se escritos os seguintes textos e citações:
A frase em destaque (atribuída a Mahatma Gandhi):
"FIRST THEY IGNORE YOU, THEN THEY FIGHT YOU, THEN YOU WIN"
(Em português: "Primeiro eles te ignoram, depois lutam contra ti, depois tu vences"). Logo abaixo está a assinatura/crédito: - MAHATMA GANDHI.



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