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sábado, 9 de maio de 2026

La Stella (Canto Partigiano)


Mural em Orsolo, Sardenha, Itália comemorando a queda do regime fascista

«Este mural é uma peça de arte política em Orgosolo, na Sardenha, que utiliza rimas populares da resistência italiana para celebrar a queda do fascismo. O texto está escrito em italiano e refere-se a Benito Mussolini.

Aqui está a transcrição do que aparece em cada balão e na lateral: Balões de Texto (da esquerda para a direita) Balão Azul: "Se vedrai la stella blu vuol dire che Benito non c'è più" (Se vires a estrela azul, significa que Benito já não existe). Balão Amarelo: "Se vedrai brillar la stella nera vuol dire che Benito è già in galera" (Se vires brilhar a estrela negra, significa que Benito já está na prisão). Balão Vermelho: "Se vedrai brillar la stella rossa vuol dire che Benito è nella fossa" (Se vires brilhar a estrela vermelha, significa que Benito está na cova/túmulo).

Coluna à Direita (Estatísticas de Guerra) O texto a vermelho sobre o fundo bege lista o custo humano da resistência dos "Partigiani" (guerrilheiros antifascistas):

Partigiani Caduti (Mortos): 69.774
Partigiani Dispersi (Desaparecidos): 62.354
Partigiani Mutilati (Mutilados): 36.610

As rimas que vêm neste Mural em Orgosolo fazem parte de uma cantiga popular da resistência italiana (os Partigiani) chamada "La Stella" (A Estrela) ou, por vezes, identificada pelos seus versos iniciais.

Este texto não pertence a uma obra literária de um autor único, mas sim à tradição oral das brigadas que combatiam o fascismo, sendo frequentemente cantada com a melodia da famosa música "Sul Cappello" (uma canção tradicional dos Alpini).


La Brigata Garibaldi - Canto Partigiano

Aqui está o texto integral mais comum dessa composição popular:

La Stella (Canto Partigiano)

Se vedrai la stella blu
Vuol dire che Benito non c’è più.
Se vires a estrela azul
Significa que Benito já não existe.

Se vedrai brillar la stella nera
Vuol dire che Benito è in galera.
Se vires brilhar a estrela negra
Significa que Benito está na prisão.

Se vedrai brillar la stella rossa
Vuol dire che Benito è nella fossa.
Se vires brilhar a estrela vermelha
Significa que Benito está na cova.

E se vedi la stella tricolore
Vuol dire che l'Italia è nel vigore.
E se vistes a estrela tricolor
Significa que a Itália está em vigor (reerguida).

Contexto e Significado Cada cor no poema original tinha um significado político. A estrela vermelha era o símbolo das Brigadas Garibaldi (comunistas), enquanto a azul era muitas vezes associada às Brigadas Autonomas (monárquicos ou badogliani). O mural em Orgosolo foca-se nas três primeiras estrofes para enfatizar o destino final do ditador.

Note que, no mural, o artista representou figuras com traços que remetem aos guerrilheiros e incluiu uma coluna com estatísticas reais das baixas dos Partigiani, ligando a rima popular ao custo histórico da libertação da Itália.

A Estrela (Canto dos Partigiani)

Se vires a estrela azul 

Quer dizer que o Benito não existe mais.

Se vires brilhar a estrela negra 

Quer dizer que o Benito já está na cadeia.

Se vires brilhar a estrela vermelha 

Quer dizer que o Benito está na cova.

E se vires a estrela tricolor 

Quer dizer que a Itália recuperou o seu vigor.


Notas sobre a tradução

  • "Benito": Refere-se a Benito Mussolini, o líder fascista italiano.

  • "Na cova" (nella fossa): Uma referência direta à morte e ao fim definitivo do regime.

  • Contexto Local: O mural em Orgosolo utiliza estas rimas para acompanhar a homenagem aos milhares de combatentes mortos, desaparecidos e mutilados durante a guerra contra o fascismo. (Google Gemini)

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Vinícius de Morais - Rosa de Hiroshima

*  Vinícius de Morais

Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas, oh, não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A anti-rosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa, sem nada


Link: http://www.vagalume.com.br/vinicius-de-moraes/rosa-de-hiroshima.html#ixzz3htdQytOt


Ney Matogrosso - Rosa de Hiroshima


sábado, 7 de janeiro de 2012

domingo, 21 de agosto de 2011

Alhambra (Granada) | Poemas de La Alhambra (XIV sec.), Francisco Tarrega


http://youtu.be/e7MEdlOYH7Y

www.youtube.com
Alhambra (Granada) Music: - "Jalla man qad sagha badran" - Poemas de la Alhambra: "Leones de la Guerra", "La Mansion del Trono Real" (text by Ibn Zamrak, min...


Tu, Carmen Montesino e Hakkı Dogan Peker gostam disto.

(...)
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Victor Nogueira Olá, Carmen :-)*
há 5 horas · Gosto

Carmen Montesino Olá, Victor : )
há 5 horas · Não gosto · 1 pessoa

Victor Nogueira Vou partilhar. Em Portugal já fiz a rota das mjudiarias e do Islão. E gostaria de visitar Granada e Córdova, mas se calhar ia ficar desiludido. Seria quase como passear por Conímbriga. Nunca iria a visitar o que resta da Roma romana, só cacos
há 5 horas · Gosto
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Victor Nogueira Preferia visitar a Sicília que exerce sobre mim um mágico fascínio
há 4 horas · Gosto
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Victor Nogueira tal como Veneza
há 4 horas · Gosto

Carmen Montesino Não conheço Granada, mas penso que não ias ficar desiludido
há 4 horas · Gosto
Victor Nogueira ‎:-)
há 4 horas · Gosto
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Carregado por  em 31 de Ago de 2009
Alhambra (Granada)

Music: - "Jalla man qad sagha badran"- Poemas de la Alhambra: "Leones de la Guerra", "La Mansion del Trono Real" (text by Ibn Zamrak, minister and poet 1333-1393)performed by Ensemble Morkos- Recuerdos de la Alhambra by Francisco Tarregaguitar: Enno Voorhorst

L'Alhambra è un complesso palaziale andaluso a Granada. Etimologicamente, Alhambra in arabo è "al-Hamrā'" (la Rossa, الحمراء), dal momento che il suo nome intero era Qalˁat al-hamrā' (Fortezza rossa). Secondo talune versioni il nome veniva dal colore rosato delle mura che circondavano l'Alhambra. L'Alhambra è una vera città murata (medina) che occupa la maggior parte del colle della Sabika, mentre per parte sua Granada fruiva di un altro sistema di mura protettive di cinta. Pertanto l'Alhambra poteva funzionare in modo autonomo rispetto a Granada. Nell'Alhambra vi erano tutti i servizi propri necessari agli abitanti che vi vivevano: moschee, scuole, botteghe e altro.Nel 1238 fece il suo ingresso a Granada dalla Porta di Elvira, per occupare il Palazzo del Gallo del Vento, Muhammad ibn Nasr (noto anche come Nazar), chiamato al-Hamar, "Il Rosso", perché aveva la barba di colore rossiccio, fondatore della dinastia nasride.Quando Muhammad ibn Nasr entrò trionfatore a Granada, la popolazione lo accolse al grido di Benvenuto al vincitore per la grazia di Dio ( marhaban li-l-Nāsir ), al quale egli rispose dicendo: Non v'è altro vincitore se non Dio ( wa lā ghālib illā Allāh ). Questo è il motto dello stemma nasride ed è scritto in tutta l'Alhambra.Muhammad ibn Nasr fece edificare il primo nucleo del palazzo. Suo figlio Muhammad II, che fu amico di Alfonso X di Castiglia, lo fortificò. Lo stile granadino nell'Alhambra rappresenta il punto supremo raggiunto dall'arte andalusa, che non si realizzò fino alla metà del secolo XIV con Yusuf I e Muhammad V nel 1333 e 1354.Nel 1492, con la conquista di Granada da parte dei Re Cattolici, l'Alhambra passò ad essere palazzo reale dei re castigliani e questo salvò il complesso dalla distruzione patita invece da tanti altri monumenti islamici per la rancorosa vendetta voluta dalla Chiesa e da una parte importante della nobiltà. Il Comitato del patrimonio mondiale dell'UNESCO ha dichiarato l'Alhambra e il Generalife di Granada Patrimonio Culturale dell'Umanità nella sua sessione del giorno 2 novembre 1984.

Altre info: http://it.wikipedia.org/wiki/Alhambra

terça-feira, 15 de março de 2011

A poesia dita de Eugénio de Andrade

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De: | Criado: 19/01/2008
Exercício de stopmotion realizado na disciplina de Laboratório de Som & Imagem do curso de Jornalismo e Ciências da Comunicação da UP. Fotografia + Caixa de música (reverse mode).
As Palavras Interditas - Eugénio de Andrade
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Mãe - Eugénio de Andrade
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De: | Criado: 08/10/2009
por Luís Gaspar
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Adeus - Eugénio de Andrade
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De: | Criado: 15/08/2009 
É urgente o amor -  Eugénio de Andrade 
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De: | Criado: 19/05/2010
"O Sorriso" dito por Eugénio de Andrade.
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De: | Criado: 28/07/2008
Poema de Eugénio de Andrade e fotos de Paulo - A Núvem
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De: | Criado: 13/07/2010
não existe nenhuma descrição disponível
O Lugar da Casa - Eugénio de Andrade 
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De: | Criado: 17/06/2010
Eugénio de Andrade, "Se deste outono", in "O sal da língua"
Música: Rêverie, de Debussy
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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Hino ao Sol


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RuiGD | 7 de Março de 2007 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 1 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Ensinamentos de provérbios árabes ao som de uma das mais belas canções que ouvi até hoje "Hino ao Sol".


Victor Nogueira através de Odete Maria Botelho Botelho:
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sábado, 20 de novembro de 2010

A Poesia de Eugénio de Andrade


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mfarmartins | 23 de Abril de 2009 | 7 utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo 
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Poeta português, nasceu em 19 de Janeiro de 1923 em Póvoa de Atalaia, Fundão, no seio de uma família de camponeses. A sua infância foi passada com a mãe, na sua aldeia natal. Mais tarde, prosseguindo os estudos, foi para Castelo Branco, Lisboa e Coimbra, onde residiu entre 1939 e 1945. Em 1947 entrou para a Inspecção Administrativa dos Serviços Médico-Sociais, em Lisboa. Em 1950 foi transferido para o Porto, onde fixou residência.

Abandonou a ideia de um curso de Filosofia para se dedicar à poesia e à escrita, actividades pelas quais demonstrou desde cedo profundo interesse, a partir da descoberta de trabalhos de Guerra Junqueiro e António Botto. Camilo Pessanha constituiu outra forte influência do jovem poeta Eugénio de Andrade.
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Embora não se integre em nenhum dos movimentos literários que lhe são contemporâneos, não os ignorou, mostrando-se solidário com as suas propostas teóricas e colaborando nas revistas a eles ligadas, como Cadernos de Poesia; Vértice; Seara Nova; Sísifo; Gazeta Musical e de Todas as Artes; Colóquio, Revista de Artes e Letras; O Tempo e o Modo e Cadernos de Literatura, entre outras.
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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

já abri(li) o presente


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laddyMARIE | 14 de Janeiro de 2008 
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Paris et l'amour..... Edith Piaf - Sous le ciel de Paris

Segunda-feira, 28 de Dezembro de 2009


já abri(li) o presente

aqui há uns meses escrevi esta nota no meu diário de bordo:
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"depois, uma imagem linda da cascata cor-de-rosa... porque é que eu a vejo assim? não é nada, é a montanha de água lilás. agora até a vejo acocorada por debaixo de um arco-iris. ainda não a bebi mas tenho cá uma vontade, que me apetece largar tudo e ir a correr buscá-la".
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foi assim, depois de teres falado no livro do pepetela. coloquei este relato de viagem porque precisava de falar dos pensamentos que me acompanhavam.
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é tão simples, dizias, um livro de bolso e custa aí à volta de cinco euros, parece infantil, mas não é. e depois tem personagens curiosíssimas com um nome... deixa lá ver se me lembro...." e não te lembraste, pois disseste uma palavra engraçada que depois me fez rir quando eu descobri que eram os lupis, lupões e jakalupis. na verdade quero saber o que acontece aos poetas e sonhadores nesta trama. provavelmente saberei pois a vida bem me tem revelado, mas fico sempre curiosa ou talvez seja uma forma de ao rever-me aceitar melhor a minha crosta.os outros já sabemos como se besuntam todos nestas coisas da corrida ao ouro.
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nesta altura dos presentes debaixo de árvore iluminada lembrei-me de me oferecer.
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agora mimo-me. pus dedicatória e tudo. não, foi só assim: Natal de 2009.
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embrulhei e fiz um laço de papel com categoria.
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desembrulhei-o e pu-lo na cabeceira mas só ontem o bebi.
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deixei-me mesmo perfumar pela água lilás.
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lareira acesa e tudo. enquanto esperava pela mãe já ao final da tarde. depois só interrompi naquele espaço em que estivemos em conversa quente com o mano mais velho a mãe e os miúdos. mas aquelas personagens seguiram-me e antes de apagar a luz já me tinha despedido. vi a data. foi do período de 83 a 99. enquadrei a inquietude. saboreei as palavras. digeri a mensagem.
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este é um daqueles tesouros ("deus das pequenas coisas")que me fez prometer-me, vou contar a estória. aos pequenos e aos mais velhos. o isaac vai saber a estória dos cambutas e dos outros maiores.
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aquela do tempo em que os animais falavam e dos uns seres que viviam felizes apesar das diferenças. da vida na montanha e na planície. até ao dia em que sentiram o perfume da água lilás. 
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sábado, 6 de novembro de 2010

No te rindas - Mario Benedetti e Concerto de Aranguez de Joaquín Rodrigo


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conce0106 | 21 de Novembro de 2009
♥•NO TE RINDAS•♥


No te rindas, aún estás a tiempo de abrazar la vida y comenzar de nuevo, aceptar tu sombra, liberar el lastre y retomar el vuelo.
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Concierto de Aranjuez

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Monument devoted to Joaquín Rodrigo's Concierto in the city of Aranjuez
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The Concierto de Aranjuez is a composition for classical guitar and orchestra by the Spanish composer Joaquín Rodrigo. Written in 1939, it is probably Rodrigo's best-known work, and its success established his reputation as one of the most significant Spanish composers of the twentieth century.

Concerto

Inspiration


Royal Palace of Aranjuez
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The Concierto de Aranjuez was inspired by the gardens at Palacio Real de Aranjuez, the spring resort palace and gardens built by Philip II in the last half of the 16th century and rebuilt in the middle of the 18th century by Ferdinand VI. The work attempts to transport the listener to another place and time through the evocation of the sounds of nature.
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According to the composer, the first movement is "animated by a rhythmic spirit and vigour without either of the two themes... interrupting its relentless pace"; the second movement "represents a dialogue between guitar and solo instruments (cor anglais, bassoon, oboe, horn etc.)"; and the last movement "recalls a courtly dance in which the combination of double and triple time maintains a taut tempo right to the closing bar." He described the concerto itself as capturing "the fragrance of magnolias, the singing of birds, and the gushing of fountains" in the gardens of Aranjuez.
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Rodrigo and his wife Victoria stayed silent for many years about the inspiration for the second movement, and thus the popular belief grew that was inspired by the bombing of Guernica in 1937. In her autobiography, Victoria eventually declared that it was both an evocation of the happy days of their honeymoon and a response to Rodrigo's devastation at the miscarriage of their first pregnancy. It was composed in 1939 in Paris.[1]
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Rodrigo dedicated the Concierto de Aranjuez to Regino Sainz de la Maza.[2]
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Rodrigo, blind since age three, was a pianist. He did not play the guitar, yet he still managed to capture the spirit of the guitar in Spain.

Composition

Composed in early 1939, in Paris, amid the tensions of the pending war, it was the first work Rodrigo had written for guitar and orchestra. The instrumentation is unusual: rarely does the guitar face the forces of a full orchestra. Instead, the guitar is never overwhelmed, remaining the solo instrument throughout.

Movements

This concerto is in three movements, Allegro con spirito, Adagio and Allegro gentile.
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The second movement, the best-known of the three, is marked by its slow pace and quiet melody, introduced by the English horn, with a soft accompaniment by the guitar and strings. A feeling of quiet regret permeates the piece. Ornamentation is added gradually to the melody in the beginning. An off-tonic trill in the guitar creates the first seeds of tension in the piece; they grow and take hold, but relax back to the melody periodically. Eventually, a climactic build-up starts. This breaks back into the main melody, molto appassionato, voiced by the strings with accompaniment from the woodwinds. The piece finally resolves to a calm arpeggio from the guitar, though it is the strings in the background rather than the guitar’s final note that resolve the piece. The third movement is in mixed metre, alternating between 2/4 and 3/4.

Premiere

Concierto de Aranjuez Premiere
Date 9 November 1940
Guitarist Regino Sainz de la Maza
Orchestra Orquesta Filarmónica de Barcelona
Conductor César Mendoza Lasalle
Venue Palau de la Música Catalana, Barcelona.
On December 11, 1940 the concerto received its first performance in Madrid, at the Teatro Español de Madrid conducted by Jesús Arámbarri, with the same soloist, de la Maza.

Interpretations

A number of musicians have since reinterpreted the work, including jazz legend Miles Davis in the company of arranger Gil Evans. On the album Sketches of Spain (1960), Davis says: "That melody is so strong that the softer you play it, the stronger it gets, and the stronger you play it, the weaker it gets." Violinist Ikuko Kawai's version, "Aranjuez", is an upbeat, faster update to the work. Clarinettist Jean-Christian Michel's transcription of "Aranjuez" has sold some 1,500,000 copies.[citation needed] Guitarist Buckethead covered "Sketches of Spain" on his album Electric Tears as a tribute to Miles Davis. Bassist Buster Williams performs a solo bass transcription of the second movement of Concierto de Aranjuez on his album Griot Liberté (2006).
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Until asked to perform and interpret Concierto de Aranjuez in 1991, the Spanish flamenco guitarist Paco de Lucia was not proficient at reading musical notation. De Lucía claimed in Paco de Lucia-Light and Shade: A Portrait, that he gave greater emphasis to rhythmical accuracy in his interpretation of the Concierto at the expense of the perfect tone preferred by classical guitarists. Joaquín Rodrigo later declared that no one had ever played his composition in such a brilliant manner.
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A major interpretation of the Concierto, which stands strongly with Miles Davis's Sketches rendition, is that by Jim Hall on his 1975's album, Concierto (also featuring Chet Baker, Paul Desmond, Ron Carter, Steve Gadd, and Roland Hanna). Hall's strong lyricism and outstanding sense of tone particularly giving the piece (performed in full and running to over 19 minutes) an understated power. The Concierto is, in many ways, the centrepiece of the album which is often regarded as Jim Hall's peak.
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The piece also featured in the film Brassed Off, with Ewan McGregor, and was played by the Grimethorpe Colliery Band. In that film, it is sometimes referred to as the 'Concierto d'Orangejuice.' This is a familiar name in the brass band community (although it is often shortened to 'Orange Juice'); the arrangement they refer to was created by Bolton.
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The Modern Jazz Quartet has several recordings of the Concierto, one with Laurindo Almeida, another on the Last Concert CD and In Memoriam CD. Jim Roberts of Orlando FL, has two recordings, one with his trio and another with his Saxtet, both very listenable arrangements.
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A version entitled "Rodrigo's Guitar Concerto" was released by The Shadows in 1979.
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A version of the Adagio was released as a single entitled "Rodrigo's Guitar Concerto" by Geoff Love, (under the name of Manuel & the Music of the Mountains) in 1976. This reached no 3 in the British singles chart.
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Lebanese female singer Fairuz, has also used the music of the second movement on one of her songs "Le Bairut" (To Beirut). Also the Egyptian born Greek singer Demis Roussos used the same music for his song "Follow Me". In 1967, the French singer Richard Anthony brought out a single named "Aranjuez Mon Amour", with lyrics by Guy Bontempelli.
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Led Zeppelin's keyboardist/bassist John Paul Jones incorporated parts of the music during an improvisation section of their song "No Quarter" on their 1977 tour.
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Andre Rieu performed the piece accompanied by the church bells of Maastricht in a performance available on the DVD Songs From My Heart.

Rodrigo's title of nobility

On 30 December 1991, Rodrigo was raised to the Spanish nobility by King Juan Carlos I with the title of Marqués de los Jardines de Aranjuez (English: Marquis of the Gardens of Aranjuez).[3]

Popularity

The Adagio is likely the most famous, and most recognizable part of the piece, and used in numerous movies, television shows, and commercials. Consequently many people will have heard Concierto de Aranjuez without knowing its title or composer. Many listeners and musicians assume that the piece is much older than it is, which became a problem for Rodrigo, since performers frequently failed to pay him royalties because they assumed the piece was out of copyright (as happened with the Davis/Evans Sketches of Spain version, for instance)[citation needed] .
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This work is also featured in the film School of Rock, when the children are playing in music class.

References

Other sources

  • Preface to the Ernst Eulenburg edition of the work, EE6785
  • Duarte, John W., (1997). Liner notes. Rodrigo Concierto de Aranjuez, etc. CD. EMI Classics 7243 5 56175 2 1.
  • Haldeman, Philip. "Rodrigo: Concierto de Aranjuez; Fantasia para un Gentilhombre". American Record Guide. March-April 1998: pp.182-183.
  • Wade, Graham (1985). Joaquín Rodrigo and the Concierto de Aranjuez. New York: Mayflower. ISBN 0946896151

External links

Audio

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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Tus Pies por Pablo Neruda



Tus Pies

Cuando no puedo mirar tu cara
miro tus pies.

Tus pies de hueso arqueado,
tus pequeños pies duros.

Yo sé que te sostienen,
y que tu dulce peso sobre ellos se levanta.

Tu cintura y tus pechos,
la duplicada púrpura de tus pezones,
la caja de tus ojos que recién han volado,
tu ancha boca de fruta,
tu cabellera roja, pequeña torre mía.

Pero no amo tus pies
sino porque anduvieron sobre la tierra
y sobre el viento
y sobre el agua,
hasta que me encontraron.
________________________________

Teus Pés

Quando não te posso contemplar
Contemplo os teus pés.

Teus pés de osso arqueado,
Teus pequenos pés duros,

Eu sei que te sustentam
E que teu doce peso
Sobre eles se ergue.

Tua cintura e teus seios,
A duplicada purpura
Dos teus mamilos,
A caixa dos teus olhos
Que há pouco levantaram vôo,
A larga boca de fruta,
Tua rubra cabeleira,
Pequena torre minha.

Mas se amo os teus pés
É só porque andaram
Sobre a terra e sobre
O vento e sobre a água,
Até me encontrarem. 
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topomoroko123 | 29 de Agosto de 2009
não existe nenhuma descrição disponível
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familiaMariaRita | 11 de Novembro de 2008
Poema de Pablo Neruda, na voz da cantora brasileria Maria Rita
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