D'ali e D'aqui
Textos e Obras Daqui e Dali, mais ou menos conhecidos ------ Nada do que é humano me é estranho (Terêncio)
sexta-feira, 31 de julho de 2026
(41) Xoto - Setubalense
quinta-feira, 30 de julho de 2026
Bruno de Carvalho - [Injluencers ... influenciados por Israel[
A América que é grande
(40) - António Maria Eusébio, “o Calafate” - Nunca fui mal procedido
(39) Sebastião da Gama - Naufrágio
quarta-feira, 29 de julho de 2026
(38) Laureano Rocha - Rio Azul
(37) - Sebastião da Gama - Serra Mãe - excerto
(36) Bocage - Auto-retrato [Magro, de olhos azuis, carão moreno]
Bocage na Rua - 30 + 1 Poemas - 01 - 2ª edição
segunda-feira, 27 de julho de 2026
Tiago Franco - OS AVENÇADOS DE ISRAEL |
(35) Bocage - Eu me ausento de ti, meu pátrio Sado
Daniel Oliveira ~ Smart Glasses are watching you!
* Daniel Oliveira
Os óculos inteligentes da Meta, que gravam sem se notar, são o novo negócio assente na erosão de um luxo que a humanidade levou séculos a conquistar e está a morrer: a privacidade. Já não é o Estado quem nos vigia, mas quem lucra com os nossos dados.
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Dilara,
de 21 anos, estava na hora de almoço quando um homem puxou conversa e a filmou.
O vídeo foi parar ao TikTok, chegou a 1,3 milhões de visualizações e incluía o
número de telefone dela. Foi inundada de chamadas e mensagens, e chegou a ter
homens desconhecidos a aparecer no seu local de trabalho. Denunciou o vídeo ao
TikTok e a resposta foi que não tinha sido encontrada "nenhuma
violação". Kim,
de 56 anos, foi filmada numa praia, numa conversa em que partilhou pormenores
sobre a entidade patronal e a família que nunca teria revelado se soubesse que
a câmara estava ligada. O vídeo ultrapassou os 6,9 milhões de visualizações no
TikTok e recebeu mais de 100 mil gostos no Instagram, e Kim descreveu sentir-se
"como um pedaço de carne". Nenhuma das duas consentiu.
quinta-feira, 23 de julho de 2026
Daniel Oliveira - Os Estados Unidos eram mesmo um modelo de democracia?
* Daniel Oliveira
"A shining city upon a
hill." Era assim que os Estados Unidos se viam e queriam que o mundo os
visse — um modelo, um farol, uma democracia exemplar. Durante décadas, o mundo
acreditou. Trump não criou as fragilidades que esta narrativa escondia. Mas
tornou impossível continuar a ignorá-las. Um exercício de memória e de factos
sobre o maior mito político do século XX
"City upon a hill." A
expressão vem de um sermão de 1630, antes ainda de existir nação. John Winthrop
usou-a para descrever uma comunidade cristã exemplar. Ronald Reagan
ressuscitou-a, acrescentou-lhe “shining” e transformou-a em marca geopolítica: os
Estados Unidos como farol do mundo livre, modelo que os outros deviam imitar.
Durante décadas, o mundo — e os próprios americanos — aceitou a narrativa com
uma deferência que raramente se concede a outros países. Havia razões para
isso.
quarta-feira, 22 de julho de 2026
Em defesa da língua sarda
Pesquisei especificamente por transcrições do Prologu assu devotu Letore e do Legendariu de 1627.
O resultado é o seguinte:
- Não encontrei uma transcrição integral em acesso livre do prólogo. O que existe é sobretudo o fac-símile da edição original.
- Encontrei, porém, vários estudos académicos que citam e transcrevem passagens importantes do prólogo, sobretudo por causa da defesa da língua sarda feita por Garipa.
Entre as passagens mais citadas estão:
(34) - Giovan Matteo Garipa; língua e cultura sardas
Este mural em Orgosolo é uma exaltação da língua, cultura e história literária sarda, prestando homenagem a uma das figuras intelectuais mais importantes da história da vila: o padre e escritor Giovan Matteo Garipa (século XVII).
O texto nas paredes é uma citação direta retirada do prólogo da obra Su Legendariu de Santas Virgines et Martires de Jesu Cristu (1627), escrita por Giovan Matteo Garipa e considerada um marco da literatura em prosa sarda:
Entrevista de Alexandra Lucas Coelho ao jornal Ágora
* Bruna Ribeiro e Lara Viana
“O que aconteceu em Gaza representa o maior colapso do jornalismo internacional”
Entre Gaza, Afeganistão, Líbano e Palestina, Alexandra Lucas Coelho fez da reportagem um modo de atravessar conflitos e compreender o ser humano nos seus extremos. Nesta entrevista, aborda o drama de Gaza e considera que o mundo falhou por não pressionar Israel a favor do jornalismo.
Continuo a ser jornalista isso não desaparece, tal como um médico nunca deixa de o ser. Mantenho a carteira profissional e volto à reportagem quando é preciso, como no Líbano e na Palestina depois de 7 de Outubro. Mas há vários anos que o meu trabalho principal são os livros: tenho romances em andamento e é nisso que concentro o meu tempo. Por isso, hoje sou sobretudo escritora, embora nunca deixe de ser jornalista.
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