domingo, 21 de agosto de 2011

Alhambra (Granada) | Poemas de La Alhambra (XIV sec.), Francisco Tarrega


http://youtu.be/e7MEdlOYH7Y

www.youtube.com
Alhambra (Granada) Music: - "Jalla man qad sagha badran" - Poemas de la Alhambra: "Leones de la Guerra", "La Mansion del Trono Real" (text by Ibn Zamrak, min...


Tu, Carmen Montesino e Hakkı Dogan Peker gostam disto.

(...)
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Victor Nogueira Olá, Carmen :-)*
há 5 horas · Gosto

Carmen Montesino Olá, Victor : )
há 5 horas · Não gosto · 1 pessoa

Victor Nogueira Vou partilhar. Em Portugal já fiz a rota das mjudiarias e do Islão. E gostaria de visitar Granada e Córdova, mas se calhar ia ficar desiludido. Seria quase como passear por Conímbriga. Nunca iria a visitar o que resta da Roma romana, só cacos
há 5 horas · Gosto
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Victor Nogueira Preferia visitar a Sicília que exerce sobre mim um mágico fascínio
há 4 horas · Gosto
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Victor Nogueira tal como Veneza
há 4 horas · Gosto

Carmen Montesino Não conheço Granada, mas penso que não ias ficar desiludido
há 4 horas · Gosto
Victor Nogueira ‎:-)
há 4 horas · Gosto
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*****
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Carregado por  em 31 de Ago de 2009
Alhambra (Granada)

Music: - "Jalla man qad sagha badran"- Poemas de la Alhambra: "Leones de la Guerra", "La Mansion del Trono Real" (text by Ibn Zamrak, minister and poet 1333-1393)performed by Ensemble Morkos- Recuerdos de la Alhambra by Francisco Tarregaguitar: Enno Voorhorst

L'Alhambra è un complesso palaziale andaluso a Granada. Etimologicamente, Alhambra in arabo è "al-Hamrā'" (la Rossa, الحمراء), dal momento che il suo nome intero era Qalˁat al-hamrā' (Fortezza rossa). Secondo talune versioni il nome veniva dal colore rosato delle mura che circondavano l'Alhambra. L'Alhambra è una vera città murata (medina) che occupa la maggior parte del colle della Sabika, mentre per parte sua Granada fruiva di un altro sistema di mura protettive di cinta. Pertanto l'Alhambra poteva funzionare in modo autonomo rispetto a Granada. Nell'Alhambra vi erano tutti i servizi propri necessari agli abitanti che vi vivevano: moschee, scuole, botteghe e altro.Nel 1238 fece il suo ingresso a Granada dalla Porta di Elvira, per occupare il Palazzo del Gallo del Vento, Muhammad ibn Nasr (noto anche come Nazar), chiamato al-Hamar, "Il Rosso", perché aveva la barba di colore rossiccio, fondatore della dinastia nasride.Quando Muhammad ibn Nasr entrò trionfatore a Granada, la popolazione lo accolse al grido di Benvenuto al vincitore per la grazia di Dio ( marhaban li-l-Nāsir ), al quale egli rispose dicendo: Non v'è altro vincitore se non Dio ( wa lā ghālib illā Allāh ). Questo è il motto dello stemma nasride ed è scritto in tutta l'Alhambra.Muhammad ibn Nasr fece edificare il primo nucleo del palazzo. Suo figlio Muhammad II, che fu amico di Alfonso X di Castiglia, lo fortificò. Lo stile granadino nell'Alhambra rappresenta il punto supremo raggiunto dall'arte andalusa, che non si realizzò fino alla metà del secolo XIV con Yusuf I e Muhammad V nel 1333 e 1354.Nel 1492, con la conquista di Granada da parte dei Re Cattolici, l'Alhambra passò ad essere palazzo reale dei re castigliani e questo salvò il complesso dalla distruzione patita invece da tanti altri monumenti islamici per la rancorosa vendetta voluta dalla Chiesa e da una parte importante della nobiltà. Il Comitato del patrimonio mondiale dell'UNESCO ha dichiarato l'Alhambra e il Generalife di Granada Patrimonio Culturale dell'Umanità nella sua sessione del giorno 2 novembre 1984.

Altre info: http://it.wikipedia.org/wiki/Alhambra

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Arriba Garcia Lorca !




o tempo das cerejas*

um blogue de esquerda em homenagem à Comuna de Paris

19/08/11

Nos 75 anos da sua execução pelos franquistas



Arriba Garcia Lorca ! 




Ana Belém canta Herido de Amor de Federico Garcia Lorca

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

RTPN - «O Douro nos Caminhos da Literatura»



  • Correia da Fonseca 


Vestígios
Em perfeita legítima defesa, na preocupação de escapar por algum tempo ao massacre por mediocridades e insignificâncias várias que nos diversos canais se alongam pelas tardes de domingo, pelo natural desejo de por algum tempo respirar em paz (pois o telespectador «respira» também pelos olhos e pelos ouvidos, mesmo quando não se dá conta disso), decidi no passado domingo ir ao encontro de Aquilino. Eram 20 horas, a altura dos telenoticiários principais, e eu sabia que essa havia sido a hora escolhida para a transmissão na RTPN da série «O Douro nos Caminhos da Literatura», agora em repetição. Note-se a sabedoria com que o horário foi escolhido: não apenas a exiguidade da audiência provável já estava garantida pelo facto de a RTPN só ser acessível a alguns, alguém sabiamente decidiu que os sete documentários que integram a série haveriam de ser transmitidos quando os três principais canais abertos estivessem a dar aos telespectadores as notícias do País e do mundo. Assim ficou praticamente garantido que a generalidade dos cidadãos telespectadores continuaria na ignorância total ou parcial relativamente aos sete escritores cujo perfil e obra eram abordados pela série: Torga, Junqueiro, João Araújo Correia, Domingos Monteiro, Trindade Coelho, Pina de Morais e Aquilino Ribeiro. Calculo que a estratégia tenha obtido pleno êxito: acerca de Aquilino e de Torga, mesmo de Junqueiro, ainda será possível encontrar com alguma facilidade quem tenha ideia de quem foram e do que escreveram. Mas de João Araújo Correia ou de Domingos Monteiro, quantos saberão deles o mínimo dos mínimos? Muito poucos, decerto, porque nisto de deportar escritores e livros para lugares e tempos onde dificilmente podem ser encontrados aRTP não brinca em serviço.

Como se…

Convém dizer que não foram apenas, nem sobretudo, o amor pela literatura e a admiração por aqueles sete escritores que motivaram esta série, aliás de arranque e concretização aparentemente difíceis e lentos: ter-se-á tratado principalmente de chamar a atenção dos portugueses para a região do Douro e as suas maravilhas naturais, isto no enganoso pressuposto de que a série teria ampla audiência. Tudo bem: a extraordinária beleza da região duriense está perfeitamente a par da grandeza de um Aquilino ou de um Torga, à altura do talento dos outros escritores biografados na série. Talvez para eventual reforço do prestígio da iniciativa foi contratada a colaboração de António Barreto e de Francisco José Viegas, este ainda longe então de subir a secretário de Estado, mas nem seria preciso tanto: os escritores biografados, pela obra e pelo percurso de vida, a paisagem pelo encanto e pela majestade, garantiriam o mérito que a série efectivamente teve. Infelizmente, porém, terá sido vista por pouco mais que um punhado de telespectadores, e é claro que esta circunstância nos devolve uma velha questão sempre remetida pela RTP para a penumbra das omissões mas sempre de fundamentalíssima importância: o crónico e manifesto desapreço da operadora estatal de TV pela cultura literária, pelos livros, pelos escritores, pela leitura. É um fenómeno dificilmente negável, por evidente, e curioso, pois é legítimo supor que quem comanda a RTP em funções de topo saiba ler e escrever e faça aceitável uso destas duas prendas. Contudo, não apenas os livros e a leitura estão reduzidos nas antenas daRTP a meros vestígios, aliás raros, excepto na «2» (e a mera consulta das tabelas de audiências é por si só bastante para que imaginemos as consequências desse exílio), como também o grosso da programação dos restantes canais acompanha avidamente os critérios ditos comerciais das estações privadas quando, de Norte a Sul, semeiam o conforto da ignorância convencida, a superficialidade, os minúsculos escândalos de patamar ou de viela, a incivilidade. Com momentos que funcionam como oásis, será certo. Mas são oásis onde só muito raramente se encontrará uma referência estimulante da leitura ou o explícito apreço pela condição de escritor. Neste caso, talvez só com uma excepção, a de António Lobo Antunes, espero um dia entender porquê, e agora também a de José Saramago que, tendo morrido, deixou de ser tão incómodo quanto era. Para lá disto, sublinho, sobram vestígios. Como se se quisesse consolidar um País que não leia. Isto é, que não pense
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Avante
N.º 1968
18.Agosto.2011 

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Carregado por  em 28 de Jan de 2009
O Douro...Nos Caminhos da Literatura - Vídeo de Apresentação
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Mais vídeos de «O Douro nos Caminhos da Literatura» »

Alves Redol e Manuel da Fonseca nasceram há 100 anos



Festa do Avante! evoca escritores comunistas


Num ano em que a exposição política do Espaço Central da Festa do Avante! é dedicada ao 90.º aniversário do Partido, Liberdade, Democracia, Socialismo: um Projecto de Futuro, são evocados dois expoentes da cultura nacional e que são, ao mesmo tempo, parte integrante da história do PCP – Alves Redol e Manuel da Fonseca, ambos nascidos há 100 anos.

Image 8302


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Nomes maiores do neo-realismo português, Alves Redol e Manuel da Fonseca afirmaram-se justamente como nomes maiores da literatura e da cultura portuguesas – o primeiro essencialmente como romancista e dramaturgo e o segundo como romancista, poeta e cronista. Apesar disso, é muito o que os une. Ambos iniciaram muito jovens a sua actividade literária como colaboradores de jornais e revistas – VérticeO DiaboSeara NovaSol Nascente – contribuindo com crónicas e contos. Como cenário do que escreviam estava o Ribatejo e o Alentejo, as suas gentes, as suas vidas, as suas lutas.
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A uni-los está também a opção antifascista que fizeram muito jovens, aderindo, ambos, ao Partido Comunista Português – a única força nacional que se opunha ao regime fascista e o enfrentava, que organizava e dirigia a resistência, que se batia pela liberdade, pela democracia, pelo progresso e pela justiça social. Um e outro mantiveram-se fiéis a esta opção até ao fim das suas vidas.
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Nesses anos, décadas de 30 e 40 do século passado, a maioria dos intelectuais portugueses participava activamente, com a sua obra, na luta antifascista, assumindo-se como porta-voz da resistência popular. Com o movimento neo-realista, que viria a marcar impressivamente a literatura portuguesa no século XX, a actividade dos escritores passa a ser parte integrante da luta de massas e as suas obras expressão dos anseios e aspirações dos trabalhadores e do povo. É precisamente do neo-realismo que Alves Redol e Manuel da Fonseca se tornam expoentes maiores. O primeiro, com o seu romance de estreia, Gaibéus, publicado em 1939, é justamente considerado o seu iniciador.
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O primeiro livro de poemas de Manuel da Fonseca, Rosa dos Ventos, e Planície, publicados respectivamente nos anos 1940 e 1941, são os primeiros passos da poesia neo-realista.


A reorganização e os passeios no Tejo



Image 8303


Na década de 40, o PCP reorganizava-se e afirmava-se como um grande partido nacional, vanguarda da classe operária e partido da resistência e da unidade antifascistas. No seu IV Congresso, realizado em 1946, contava com seis mil militantes e mais de quatro mil simpatizantes e células organizadas em todas as principais empresas do País. Desempenhando um papel determinante no desenvolvimento da luta, o PCP gozava de enorme influência não apenas junto da classe operária como dos intelectuais.
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Eram os tempos dos célebres «passeios» de fragata, no Tejo, que mais não eram senão formas disfarçadas de os intelectuais militantes e simpatizantes do Partido se reunirem fora das vistas da polícia fascista. Alves Redol, juntamente com Soeiro Pereira Gomes e António Dias Lourenço, era um dos seus organizadores e Manuel da Fonseca presença assídua.
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Vigiados e perseguidos pela PIDE, tanto pelo que escreviam como pela sua actividade política, Alves Redol e Manuel da Fonseca (como tantos outros intelectuais) conheceram a brutalidade dos interrogatórios e dos cárceres fascistas. Manuel da Fonseca morreu a 11 de Março de 1993. Alves Redol já não chegou a conhecer a liberdade que o 25 de Abril trouxe ao povo português – faleceu a 29 de Novembro de 1969. Ao seu funeral compareceram milhares de pessoas, que o acompanharam ao cemitério de Vila Franca de Xira, numa imensa manifestação de apreço pela sua vida e pela sua obra.
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Para ambos, o PCP foi o seu partido de sempre e as suas obras perduram como referências incontornáveis na história da literatura portuguesa.
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Nomes maiores do neo-realismo português, Alves Redol e Manuel da Fonseca afirmaram-se justamente como nomes maiores da literatura e da cultura portuguesas – o primeiro essencialmente como romancista e dramaturgo e o segundo como romancista, poeta e cronista. Apesar disso, é muito o que os une. Ambos iniciaram muito jovens a sua actividade literária como colaboradores de jornais e revistas – VérticeO DiaboSeara NovaSol Nascente – contribuindo com crónicas e contos. Como cenário do que escreviam estava o Ribatejo e o Alentejo, as suas gentes, as suas vidas, as suas lutas.
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A uni-los está também a opção antifascista que fizeram muito jovens, aderindo, ambos, ao Partido Comunista Português – a única força nacional que se opunha ao regime fascista e o enfrentava, que organizava e dirigia a resistência, que se batia pela liberdade, pela democracia, pelo progresso e pela justiça social. Um e outro mantiveram-se fiéis a esta opção até ao fim das suas vidas.
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Nesses anos, décadas de 30 e 40 do século passado, a maioria dos intelectuais portugueses participava activamente, com a sua obra, na luta antifascista, assumindo-se como porta-voz da resistência popular. Com o movimento neo-realista, que viria a marcar impressivamente a literatura portuguesa no século XX, a actividade dos escritores passa a ser parte integrante da luta de massas e as suas obras expressão dos anseios e aspirações dos trabalhadores e do povo. É precisamente do neo-realismo que Alves Redol e Manuel da Fonseca se tornam expoentes maiores. O primeiro, com o seu romance de estreia, Gaibéus, publicado em 1939, é justamente considerado o seu iniciador.
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O primeiro livro de poemas de Manuel da Fonseca, Rosa dos Ventos, e Planície, publicados respectivamente nos anos 1940 e 1941, são os primeiros passos da poesia neo-realista.

A reorganização e os passeios no Tejo



Image 8303

Na década de 40, o PCP reorganizava-se e afirmava-se como um grande partido nacional, vanguarda da classe operária e partido da resistência e da unidade antifascistas. No seu IV Congresso, realizado em 1946, contava com seis mil militantes e mais de quatro mil simpatizantes e células organizadas em todas as principais empresas do País. Desempenhando um papel determinante no desenvolvimento da luta, o PCP gozava de enorme influência não apenas junto da classe operária como dos intelectuais.
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Eram os tempos dos célebres «passeios» de fragata, no Tejo, que mais não eram senão formas disfarçadas de os intelectuais militantes e simpatizantes do Partido se reunirem fora das vistas da polícia fascista. Alves Redol, juntamente com Soeiro Pereira Gomes e António Dias Lourenço, era um dos seus organizadores e Manuel da Fonseca presença assídua.
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Vigiados e perseguidos pela PIDE, tanto pelo que escreviam como pela sua actividade política, Alves Redol e Manuel da Fonseca (como tantos outros intelectuais) conheceram a brutalidade dos interrogatórios e dos cárceres fascistas. Manuel da Fonseca morreu a 11 de Março de 1993. Alves Redol já não chegou a conhecer a liberdade que o 25 de Abril trouxe ao povo português – faleceu a 29 de Novembro de 1969. Ao seu funeral compareceram milhares de pessoas, que o acompanharam ao cemitério de Vila Franca de Xira, numa imensa manifestação de apreço pela sua vida e pela sua obra.
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Para ambos, o PCP foi o seu partido de sempre e as suas obras perduram como referências incontornáveis na história da literatura portuguesa.
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Avante
N.º 1968
18.Agosto.2011 

domingo, 7 de agosto de 2011

Eclesiastes 31 Tudo tem o seu tempo


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Carregado por  em 18 de Mar de 2008
www.wiseup.com.br

Tudo tem o seu tempo.
(Baseado no texto biblico que se encontra em Eclesiastes 3:1)
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Carregado por  em 26 de Nov de 2008
Emocionante. Tocante. Surpreendente mensagem. Baseada em Eclesiastes.
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Carregado por  em 17 de Dez de 2009
Velho Testamento (Livro 21)
Autor: Salomão

Eclesiastes 31 Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu:2 há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou;3 tempo de matar e tempo de curar; tempo de derribar e tempo de edificar;4 tempo de chorar e tempo de rir; tempo de prantear e tempo de saltar de alegria;5 tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar e tempo de afastar-se de abraçar;6 tempo de buscar e tempo de perder; tempo de guardar e tempo de deitar fora;7 tempo de rasgar e tempo de coser; tempo de estar calado e tempo de falar;8 tempo de amar e tempo de aborrecer; tempo de guerra e tempo de paz.9 Que proveito tem o trabalhador naquilo com que se afadiga?10 Vi o trabalho que Deus impôs aos filhos dos homens, para com ele os afligir.11 Tudo fez Deus formoso no seu devido tempo; também pôs a eternidade no coração do homem, sem que este possa descobrir as obras que Deus fez desde o princípio até ao fim.12 Sei que nada há melhor para o homem do que regozijar-se e levar vida regalada;13 e também que é dom de Deus que possa o homem comer, beber e desfrutar o bem de todo o seu trabalho.14 Sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe pode acrescentar e nada lhe tirar; e isto faz Deus para que os homens temam diante dele.15 O que é já foi, e o que há de ser também já foi; Deus fará renovar-se o que se passou.16 Vi ainda debaixo do sol que no lugar do juízo reinava a maldade e no lugar da justiça, maldade ainda.17 Então, disse comigo: Deus julgará o justo e o perverso; pois há tempo para todo propósito e para toda obra.18 Disse ainda comigo: é por causa dos filhos dos homens, para que Deus os prove, e eles vejam que são em si mesmos como os animais.19 Porque o que sucede aos filhos dos homens sucede aos animais; o mesmo lhes sucede: como morre um, assim morre o outro, todos têm o mesmo fôlego de vida, e nenhuma vantagem tem o homem sobre os animais; porque tudo é vaidade.20 Todos vão para o mesmo lugar; todos procedem do pó e ao pó tornarão.21 Quem sabe se o fôlego de vida dos filhos dos homens se dirige para cima e o dos animais para baixo, para a terra?22 Pelo que vi não haver coisa melhor do que alegrar-se o homem nas suas obras, porque essa é a sua recompensa; quem o fará voltar para ver o que será depois dele?
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sábado, 6 de agosto de 2011

Pangloss - Why not the best?

Up@dawn

reflections caught at daybreak

Why not the best?

September 23, 2009
leibniz
bniz: this universe must be in reality better than every other
possible universe…Leibniz
This universe must be in reality better than every other possible universe Gottfried WilhelmLeibniz (1646-1716)
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Dr. Pangloss taught metaphysico- theologo- cosmolonigology. He could prove that there is no effect without a cause; and, that in this best of all possible worlds, the Baron’s castle was the most magnificent of all castles, and My Lady the best of all possible baronesses.
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“It is demonstrable,” said he, “that things cannot be otherwise than as they are; for as all
pangloss things have been created for some end, they must necessarily be created for the best end. Observe, for instance, the nose is formed for spectacles, therefore we wear spectacles. The legs are visibly designed for stockings, accordingly we wear stockings… Voltaire(1694-1778), Candide
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So she’s like all “problem of evil.” And I’m like, “theodicy, barmaid, theodicy!”


..if you wish for superficiality incarnate, you have only to read that charmingly written Theodicyof Leibniz, in which he sought to justify the ways of God to man, and to prove that the world we live in is the best of possible worlds… William James, Pragmatism 
wj



Philosopher Susan Neiman reminds us that eighteenth century thinkers like Voltaire saw the great Lisbon earthquake as a metaphysically game-changing event.
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For some, Lisbon lessened either God’s beneficence or his power.
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For others, the quake lessened their estimation of human reason  and a reasonable world. Nature, according to enlightened minds,  was a benign and intelligible force. Its well-oiled operation  reflected the intelligence and skill of a designer God. Could we,  though, retain our confidence in reason, and thus in God’s ways,  in the rubble of Lisbon?
voltaire
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Where are our Voltaires, spotlighting the suffering wrought by natural phenomena (Katrina, quakes, tsunamis, tornadoes et al) and the challenges they pose to any rational theist?


Well, there’s Bart Ehrman. (BTW: Ehrman is a former classmate of my colleague Mike Hinz. We hope to bring him to our fair campus next year.) He’s a respected Bible scholar at the University of North Carolina who until quite recently considered himself a devout Christian.
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The leading reason given by atheists and agnostics for their disbelief is the problem of suffering or evil. David Hume put it this way, in Dialogues Concerning Natural Religion: “Epicurus’ old questions are yet unanswered. Is God willing to prevent evil, but not able? Then he is impotent. Is he able, but not willing? Then he is malevolent. Is he both able and willing? Whence then is evil?”
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In God’s ProblemEhrman joins the skeptics. He writes:  “the Bible fails to answer our most important question– why we suffer.” Suffering, he says, “is not only senseless, it is also random, capricious, and unevenly distributed… Why are the sick wracked with unspeakable pain? Why are babies born with birth defects? Why are young children kidnapped, raped, and murdered? Why does a child die  of hunger every five seconds?”
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That was Dostoevsky’s question too, in Brothers Karamazov (Book V, Ch. 4 – “Rebellion”), where Ivan asks:  ”Are you fond of children, Alyosha? I know you are, and you will understand why I prefer to speak of them. If they, too, suffer horribly on earth, they must suffer for their fathers’ sins, they must be punished for their fathers, who have eaten  the apple; but that reasoning is of the other world and is incomprehensible for the heart of man here on earth…
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dostoevsky
I renounce the higher harmony altogether. It’s not worth the tears of that one tortured child who beat itself on the breast with its little fist and prayed… to ’dear, kind God’! It’s not worth it, because those tears are unatoned for. They must be atoned for, or there can be no harmony.”


So is Ehrman the Christian-cum-agnostic in despair about evil? No. “The solution to life is to enjoy it while we
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ecclesiastes
 can, because it is fleeting. The idea that this life is all there is should not be an occasion for despair and despondency. It should be a source of joy and dreams—joy of living for the moment, and dreams of trying to make the world a better place… This means working to alleviate suffering.”


Finally, consider a somewhat banal analogy. “Suppose you found yourself at school in a dormitory. Things are not too good.  The roof leaks, there are rats, the food is almost inedible, some students in fact starve to death.
dorm
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There is a closed door, behind which is the management, but the management never comes out. You get to speculate what the management must be like. Can you infer from the dormitory as you find it that the management, first, knows… …exactly what conditions are like, second, cares intensely for your welfare, and third, possesses unlimited resources for fixing things? The inference is crazy. You would be almost certain to infer that either the management doesn’t know, doesn’t care, or cannot do anything about it. Nor does it make things any better if occasionally you come across a student who declaims that he has become privy to the mind of the management, and is assured that the management indeed knows, cares, and has resources and ability to do what it wants. The overwhelming inference is not that the management is like that, but that this student is deluded. Perhaps his very deprivations have deluded him.” Simon Blackburn, Think


And perhaps belief runs hotter in nice dorms. Should it?
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http://osopher.wordpress.com/2009/09/23/why-not-the-best/

Cândido ou o otimista - Voltaire



Recanto das Letras


O MELHOR DOS MUNDOS

“... as coisas não podem ser de outro modo: pois, como tudo foi criado para uma finalidade, tudo está necessariamente destinado à melhor finalidade.”Cândido ou o otimistaVoltaireCândido vive como agregado no castelo de um dos homens mais poderosos do local e tem como preceptor o mestre Pangloss. Durante toda sua vida aprendeu que deveria compreender todos os acontecimentos da melhor forma possível, pois nasceu como uma inserção possível no melhor dos mundos, e alimenta sua grande paixão por Cunegundes, filha do Barão que o abriga.O enredo nos surpreende com uma sucessão de desgraças: Cândido é expulso do castelo por ser surpreendido no único encontro com Cunegundes, Mestre Pangloss é enforcado, dissecado e reaparece vivo com explicações absurdas, Cunegundes se prostitui, envelhece carcomida por infortúnios... Os personagens cruzam o mundo em busca de um encontro possível, mas estão naufragados num mar de otimismo irracional.O leitor é contagiado pela ironia de Voltaire. As diferenças sociais, os preconceitos, os idealismos exacerbados, as guerras permanentes e não motivadas, os inocentes, a corrupção... Ricos argumentos para a vida de Cândido que teima em “sustentar que tudo está bem quando tudo está mal”, segundo os ensinamentos de Pangloss.O velho sábio Martinho enriquece as vivências de Cândido. Surge como acompanhante e transforma-se no contraponto necessário às percepções que só encontram alicerces na filosofia ministrada por Pangloss. No trajeto final, é o olhar realista das sombras fragmentadas de desgraças e realizações que insistem em manter os caminhos primitivos e sacramentam, definitivamente, a impossibilidade de uma visão conformista e otimista.Martinho é maniqueísta e não espera coisa alguma do mundo ou das pessoas. Seu olhar é realista, apesar de tão aviltante. “Por toda a parte os fracos abominam os poderosos perante os quais rastejam, e os poderosos os tratam como rebanhos de que vendem a lã e a carne”“- Que mundo é este?” A indagação costura as mazelas do protagonista e encontra diversas respostas: “o melhor dos mundos possíveis” de Pangloss ou “alguma coisa de louco e abominável” de Martinho.A grande lição é dada pelo velho turco que passou a vida cuidando de sua família dentro dos limites de sua propriedade: “aqueles que se metem em negócios públicos acabam miseravelmente”. A vida de sua família está em harmonia: plantam e colhem os frutos do trabalho no pequeno sítio. O homem, distante das pretensões intelectuais, ensina aos filhos que o trabalho afasta os três grandes males: “o tédio, o vício e a necessidade”.Cândido retorna para a propriedade. Sua vida realizou-se à margem do ideal. Cunegundes, a donzela desejada, só se transformou em realidade quando já velha e gasta. Os sábios ainda tentam travar os embates filosóficos, contudo, a platéia sucumbiu às intempéries sem âncoras previdentes. Os personagens enforcaram-se nos nós cotidianos, dissecaram suas intimidades nas possíveis relações e se iludiram com ideais extemporâneos.“O melhor dos mundos possíveis...” Após ouvir que todos os acontecimentos estavam encadeados da melhor forma possível no melhor dos mundos. Cândido encerra nossa leitura: “Tudo isso está bem dito... mas devemos cultivar nosso jardim.”Voltaire escreveu “Cândido ou o otimista” quando conseguir superar todas as prisões, intrigas e infortúnios que marcaram sua história. Nos últimos vinte anos, viveu em companhia da sobrinha num domínio de Ferney, na província de Gex, quando transformou a fazenda maltratada numa terra produtiva. Cândido e Pangloss foram concebidos neste período de estabilidade, quando o escritor elaborou suas vivências e conhecimentos, costurando uma de suas obras mais conhecidas e respeitadas.Contudo, Voltaire permanecia envolvido com os “negócios públicos”: ao defender a família de um jovem que se suicidara, Calas, iniciou uma luta por todos os que lhe pareciam injustiçados, incluindo a defesa do jovem La Barre, acusado de mutilar crucifixos.Muitos sábios como Pangloss sobrevivem e espalham suas idéias otimistas, tentando ludibriar cândidos e inocentes com a certeza dos melhores mundos. Diversos artigos e ensaios costuram os personagens de Voltaire em contextos econômicos e sociais atuais e tentam satirizar alguns protagonistas contemporâneos. Alguns meios de comunicação sustentam que tudo está bem quando tudo está mal.Mas... Infelizmente estes são os negócios públicos que causam a miséria aos que se envolvem sem defesas e com fortes idealismos. Na construção do mundo possível, o homem deve se estruturar com todas as ferramentas ao seu alcance. Uma ampla visão da humanidade, suas contradições e convergências, e uma segura restrição de sua inserção nas causas sociais nas possibilidades de realizações e conquistas pessoais. O homem é a realidade que laborada com empenho gera frutos e escreve a verdadeira filosofia com atitudes legítimas.O mundo não é bom ou mau, é apenas um mundo que deve ser encarado com força e coragem.Tudo está bem dito. E você, leitor, já cultivou o seu jardim?
Helena Sut