Tecnológicas alargam equipas para treinar máquinas. Nos EUA, desemprego de recém-filósofos é mais baixo que de informáticos
27 agosto 2026
Gonçalo Almeida Jornalista
No século XIX, o filósofo inglês
John Stuart Mill defendeu que a ação mais correta é a que produz a maior
felicidade para o maior número de pessoas. Chamou-lhe utilitarismo. É uma ideia
com quase dois séculos, que hoje se tenta reproduzir nos quartéis-generais das
empresas de inteligência artificial (IA). Entre duas respostas possíveis, o
modelo de IA tem de ser capaz de escolher a que traz um maior benefício ao
maior número de utilizadores. A indústria chama a este trabalho “alinhamento de
valores”. E paga salários de seis dígitos a quem o fizer.
