| Assunto: | MEU OLHAR... |
|---|---|
| Data: | 4/Fev 19:06 |
QUERIA QUE MEU OLHAR NÃO FOSSE TRISTE...ELE QUE É DA CÔR DO MAR...QUE OLHASSE O CÉU E NELE VISSE TODOS MEUS ANSEIOS, MEUS AMORES E MEUS CANTARES...DANÇA, MEU OLHAR COMO UMA ONDA, DE BRANCA ESPUMA ENFEITADA,DEVAGAR BEIJA A AREIA QUE TE ESPERA NESTA PRAIA DA VIDA IMAGINADA... NÃO DEIXES QUE DE TI ESCORRAM LÁGRIMAS...VESTE O MEU SORRISO, PROCURA-O....EM ALGUM PONTO DA MINHA VIDA DEVE ESTAR...TOCA-O, ACORDA-O, LEVA-O CONTIGO E ENTREGA-TE AO SEU CALMO EMBALAR. DEIXA QUE UMA GAIVOTA EM TI VÔE E QUE, ALEGRE, UM GOLFINHO, FELIZ, VÁ BRINCANDO, ALTERNANDO, NOS SEUS SALTOS, CÉU E MAR...QUE ONDINAS E SEREIAS TE HABITEM, QUE O SOL TE PROCURE E EM TI DURMA, PARA DE SEGUIDA A LUA TE ENCONTRAR...SE NADA DISTO ACONTECER, DIZ-ME, QUE ME VALE SERES DA CÔR DO MAR?...É MAIS UMA MIRAGEM, UM PESADELO, MEU DESTINO BRINCANDO, ESTE SABOR ACRE NA BOCA, MINHA ALMA NO NADA A BOIAR...EM ANEXO UM BEIJO!
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Distribuído por Moranguinho Pereira (hi5)
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ANSEIOS . . Meu doido coração aonde vais, No teu imenso anseio de liberdade? Toma cautela com a realidade; Meu pobre coração olha que cais! . Deixa-te estar quietinho! Não amais A doce quietação da soledade? Tuas lindas quirneras irreais, Não valem o prazer duma saudade! . Tu chamas ao meu seio, negra prisão! Ai, vê lá bem, ó doido coração, Não te deslumbres o brilho do luar!... . Não 'stendas tuas asas para o longe.. Deixa-te estar quietinho, triste monge, Na paz da tua cela,a soluçar... .
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FLORBELA ESPANCA | |
Textos e Obras Daqui e Dali, mais ou menos conhecidos ------ Nada do que é humano me é estranho (Terêncio)
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Anseios - Florbela Espanca
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O Principezinho - capítulo XXI - Antoine de Saint Exupery
domingo, 15 de Julho de 2007

O Principezinho - capítulo XXI
E foi então que apareceu a raposa:
- Boa dia, disse a raposa.
- Bom dia, respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas não viu nada.
- Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
- Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita...
- Sou uma raposa, disse a raposa.
- Vem brincar comigo, propôs o principezinho. Estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. Não me cativaram ainda.
- Ah! desculpa, disse o principezinho.Após uma reflexão, acrescentou
- Que quer dizer "cativar"?
- Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
- Procuro os homens, disse o principezinho. Que quer dizer "cativar"?
- Os homens, disse a raposa, têm fuzis e caçam. É bem incômodo! Criam galinhas também. É a única coisa interessante que fazem. Tu procuras galinhas?
- Não, disse o principezinho. Eu procuro amigos. Que quer dizer "cativar"?
- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa "criar laços..."
- Criar laços?- Exatamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...
- Começo a compreender, disse o principezinho. Existe uma flor... eu creio que ela me cativou...
- É possível, disse a raposa. Vê-se tanta coisa na Terra...
- Oh! não foi na Terra, disse o principezinho.
A raposa pareceu intrigada:
- Num outro planeta?
- Sim.
- Há caçadores nesse planeta?
- Não.
- Que bom! E galinhas?
- Também não.
- Nada é perfeito, suspirou a raposa.
Mas a raposa voltou à sua idéia.
- Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens se parecem também. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra.
O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor de ouro. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo...
A raposa calou-se e considerou por muito tempo o príncipe:
- Por favor... cativa-me! disse ela.
- Bem quisera, disse o principezinho, mas eu não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer alguma coisa. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
- Que é preciso fazer? perguntou o principezinho.
- É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás mais perto...
No dia seguinte o principezinho voltou.
- Teria sido melhor voltares à mesma hora, disse a raposa. Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar o coração... É preciso ritos.
- Que é um rito? perguntou o principezinho.
- É uma coisa muito esquecida também, disse a raposa. É o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias; uma hora, das outras horas. Os meus caçadores, por exemplo, possuem um rito. Dançam na quinta-feira com as moças da aldeia. A quinta-feira então é o dia maravilhoso! Vou passear até a vinha. Se os caçadores dançassem qualquer dia, os dias seriam todos iguais, e eu não teria férias!
Assim o principezinho cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a raposa disse:
- Ah! Eu vou chorar.
- A culpa é tua, disse o principezinho, eu não queria te fazer mal; mas tu quiseste que eu te cativasse...
- Quis, disse a raposa.
- Mas tu vais chorar! disse o principezinho.
- Vou, disse a raposa.
- Então, não sais lucrando nada!
- Eu lucro, disse a raposa, por causa da cor do trigo.
Depois ela acrescentou:
- Vai rever as rosas. Tu compreenderás que a tua é a única no mundo. Tu voltarás para me dizer adeus, e eu te farei presente de um segredo.
- Sois belas, mas vazias, disse ele ainda. Não se pode morrer por vós. Minha rosa, sem dúvida um transeunte qualquer pensaria que se parece convosco. Ela sozinha é, porém, mais importante que vós todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela que pus sob a redoma. Foi a ela que abriguei com o pára-vento. Foi dela que eu matei as larvas (exceto duas ou três por causa das borboletas). Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa.
E voltou, então, à raposa:
- Adeus, disse ele...- Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.
- O essencial é invisível para os olhos, repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.
- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa...
- Eu sou responsável pela minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
in
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Biografía de Rex Stout
Biografía de Rex Stout
Publicado por
Verónica Gudiña
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No sólo escritores como Arthur Conan Doyle y Agathe Christie crearon, a lo largo de su trayectoria, detectives que se volvieron famosos: también lo hizo Rex Todhunter Stout, un escritor estadounidense que le dio vida a Nero Wolfe, un investigador que llegó a protagonizar una gran cantidad de obras, muchas de las cuales fueron adaptadas a la pantalla grande durante la década del 30.
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Impulsado por su padre, este integrante de una familia numerosa que, poco después de su nacimiento, se instaló en Kansas comenzó a cultivar el hábito de la lectura desde muy pequeño. Incluso, algunas versiones indican que, antes de cumplir sus primeros años de vida, Rex ya había podido leer la Biblia en dos ocasiones.
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Tras cursar sus estudios en Topeka High School y asistir a la Universidad de Kansas, el autor sirvió a la Armada de su país y, una vez cumplida esa labor, comenzó a vender poemas, relatos y artículos a diferentes publicaciones.
En 1916, el creador de obras como “El jarrón roto”, “El doble del millonario” y “La mano en el guante” contrajo matrimonio con Fay Kennedy, de quien se divorció en 1932. Ese mismo año, Stout formó pareja con Pola Weinbach Hoffmann..
“No estaba bastante muerta”, “Champaña para uno”, “La bombonera roja”, “Un derecho a morir”, “Rastro de sangre”, “Muerte de un veraneante”, “Cuando suena el timbre”, “Las arañas de oro”, “Cinco segundos antes de morir” y “La base del prisionero” son otros de los títulos que forman parte de la extensa producción literaria de este novelista que falleció el 27 de octubre de 1975.
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Las verdes colinas de África, de Ernest Hemingway
3
Feb
Aunque describe cacerías en las selvas africanas, este material con varios años de antigüedad es mucho más que un simple texto descriptivo donde hay espacio para el safari y las experiencias emocionantes. Al describir con maestría su travesía por la región del Kilimanjaro, el autor hace de “Las verdes colinas de África” un trabajo imperdible para aquellos que no le temen a los desafíos y comparten con Hemingway el espíritu intrépido.
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En ella, los lectores encontrarán una novela de viajes inspirada en el safari que el autor realizó en 1933 cuando las llanuras abiertas de la sabana africana todavía era el lugar de caza más salvaje de la Tierra. Con esas vivencias como disparador de ideas, Hemingway elaboró un maravilloso texto en el cual es posible descubrir el amor por una tierra virgen y un apasionante modo de vida.
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Si ya han leído “Las verdes colinas de África” o, por no identificarse con su trama, prefieren leer otros relatos de su autoría, no olviden analizar los resúmenes de “Fiesta”, “El viejo y el mar”, “París era una fiesta” o el de “Por quién doblan las campanas”.
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Feb
Las verdes colinas de África, de Ernest Hemingway
Publicado por
Julián Pérez Porto
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En 1935, seis años después de haber dado a conocer el contenido de “Adiós a las armas”, el estadounidense Ernest Hemingway, uno de los cuentistas y novelistas más sobresalientes del siglo XX, publicó “Las verdes colinas de África”, una obra capaz de cautivar a todo lector que sienta fascinación por los relatos de aventuras.
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Quienes amen y respeten la naturaleza quizás no aprueben el contenido de este libro, pero si dejan de lado el perfil de cazador despiadado que supo construirse el talentoso Ernest y centran su análisis en la pluma de este hombre no tendrán dudas de que “Las verdes colinas de África” es una propuesta literaria para disfrutar en más de una ocasión..
En ella, los lectores encontrarán una novela de viajes inspirada en el safari que el autor realizó en 1933 cuando las llanuras abiertas de la sabana africana todavía era el lugar de caza más salvaje de la Tierra. Con esas vivencias como disparador de ideas, Hemingway elaboró un maravilloso texto en el cual es posible descubrir el amor por una tierra virgen y un apasionante modo de vida.
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Si ya han leído “Las verdes colinas de África” o, por no identificarse con su trama, prefieren leer otros relatos de su autoría, no olviden analizar los resúmenes de “Fiesta”, “El viejo y el mar”, “París era una fiesta” o el de “Por quién doblan las campanas”.
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David Copperfield, de Charles Dickens
Feb
David Copperfield, de Charles Dickens
Publicado por
Verónica Gudiña
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Cuando el talentoso novelista inglés Charles Dickens imaginó la trama de la novela “David Copperfield”, el ilusionista estadounidense que asombró al mundo con trucos como el de hacer desaparecer la Estatua de la Libertad o el de levitar sobre el Gran Cañón, todavía no había sido ni siquiera gestado.
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El también creador de obras como “Cuento de Navidad” y “Nicholas Nickleby” elaboró el trabajo que aparece mencionado en el título de este artículo entre 1848 y 1850. Al terminarlo, el autor comenzó a publicar el material por capítulos mensuales, pero con los años se pudo conseguir el libro completo.
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Para Dickens, elaborar “David Copperfield” no fue una tarea más. Según confesó en una oportunidad, de todos los textos que desarrolló a lo largo de su trayectoria el que más le gustó fue éste. No por casualidad, el escritor se refería a esta exitosa novela de perfil autobiográfico como a su “hijo preferido”.
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Leer el contenido de “David Copperfield” es sumergirse en el fantástico mundo de un personaje que, tras acumular hermosos momentos junto a su madre antes de que ella contrajera matrimonio con el malvado señor Murdstone, es enviado a un internado. Allí, lejos de su universo de niño feliz, David se ve obligado a enfrentarse a la crueldad de compañeros y algunos maestros.
.
Aunque no sea el entorno ideal, ese ambiente del Salem House, al igual que la fábrica de betún que lo tendrá como empleado, será testigo del crecimiento de un joven huérfano de padre que, con el paso del tiempo, logrará torcer su desdichado destino y encontrar, al menos por unos instantes, la felicidad que, durante tantos años, le resultó esquiva.
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Para Dickens, elaborar “David Copperfield” no fue una tarea más. Según confesó en una oportunidad, de todos los textos que desarrolló a lo largo de su trayectoria el que más le gustó fue éste. No por casualidad, el escritor se refería a esta exitosa novela de perfil autobiográfico como a su “hijo preferido”.
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Leer el contenido de “David Copperfield” es sumergirse en el fantástico mundo de un personaje que, tras acumular hermosos momentos junto a su madre antes de que ella contrajera matrimonio con el malvado señor Murdstone, es enviado a un internado. Allí, lejos de su universo de niño feliz, David se ve obligado a enfrentarse a la crueldad de compañeros y algunos maestros.
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Aunque no sea el entorno ideal, ese ambiente del Salem House, al igual que la fábrica de betún que lo tendrá como empleado, será testigo del crecimiento de un joven huérfano de padre que, con el paso del tiempo, logrará torcer su desdichado destino y encontrar, al menos por unos instantes, la felicidad que, durante tantos años, le resultó esquiva.
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Como todo resumen, los párrafos que preceden a estas líneas quizás no alcancen para describir por completo el espíritu de esta interesante y maravillosa novela de Charles Dickens.
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Versos de Orgulho - Florbela Espanca
| Assunto: | PRESENTE - PASSADO... |
|---|---|
| Data: | 3/Fev 19:33 |
SEM ENFEITES,SEM DISFARCES OLHO PARA O ESPELHO ANTES DE SAIR...AFINAL QUEM SOU? SE ACREDITASSE NO QUE OS OUTROS DIZEM, SERIA UM ECO HABITANDO OS MONTES - O QUE QUER QUE OUVISSE, DE BOM OU RUIM, DEVOLVERIA COM O MESMO GRITO. MULHER DE GUERRA, CHAMARAM-ME UM DIA...DE GUERRA SIM, MAS EM BUSCA DE PAZ...RIACHO QUE CORRE PROCURANDO O MAR, CUSTE O QUE CUSTAR,SAINDO DA ROTA SE VENCER NÃO PODE O MURO DE PEDRAS QUE LHE APARECEU...É O SEU DESTINO, HÁ QUE O ALCANÇAR...MULHER ESTANDARTE DE UMA CAUSA NOBRE QUE O MUNDO INSISTE EM NÃO RESOLVER...MULHER FLÔR BELA QUE OLHA EM VOLTA COM TODO O AMOR QUE DENTRO DE SI CONTINUA A VIVER. MAS TAMBÉM, MULHER QUE NÃO CHORA LÁGRIMAS, MAS SANGRA POR DENTRO MAS SEGUE, OLHANDO O MUNDO COM AR VENCEDOR...MULHER QUE SE RI, DE SI E DA VIDA, ACEITANDO FIRME DERROTAS VIVIDAS E ACREDITANDO EM TEMPOS MELHORES...MULHER-CORPO INTEIRO...MULHER SEMPRE VIVA...MULHER QUE SE ACEITA...MULHER QUE É MULHER. COM ESTE PASSADO CONSTRUO UM SORRISO...QUEM ME DERA ASSIM AINDA EU SER...A VIDA VENCEU-ME...MAS É UM SEGREDO QUE GUARDO BEM FUNDO...SAIO PARA A RUA DE CABEÇA ERGUIDA...A MULHER DE GUERRA QUE ALGUÉM ME CHAMOU... NÃO HAVERÁ QUEM VEJA O QUANTO EU SOFRO, OLHANDO O MEU AR, MEU GESTO RISONHO...SOU O D. QUIXOTE SEM O SANCHO PANÇA E OS MEUS MOINHOS ESPERAM POR MIM!...EM ANEXO UM BEIJO!
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Distribuído por Moranguinho Pereira (hi5)
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VERSOS DE ORGULHO . O mundo quer-me mal porque ninguém Tem asas como eu tenho ! Porque Deus Me fez nascer Princesa entre plebeus Numa torre de orgulho e de desdém. . Porque o meu Reino fica para além ... Porque trago no olhar os vastos céus E os oiros e clarões são todos meus ! Porque eu sou Eu e porque Eu sou Alguém ! . O mundo ? O que é o mundo, ó meu Amor ? __O jardim dos meus versos todo em flor ... A seara dos teus beijos, pão bendito ... . Meus êxtases, meus sonhos, meus cansaços ... __São os teus braços dentro dos meus braços, Via Láctea fechando o Infinito.
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. FLORBELA ESPANCA | |
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Flor de Lótus - Rabindranath Tagore
3/Fev 1:41
UM BEIJINHO, VICTOR ;)
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Rabindranath Tagore
MARIA SABINA (MUJER ESPIRITU)
2/Fev 5:34
SOPHIE diz:
MARIA SABINA (MUJER ESPIRITU)
.
Eu sou uma mulher solteira que nasceu
Eu sou a única mulher que caiu
Eu sou a mulher que espera
sou a mulher que olha
Eu sou a mulher que olha para dentro
Eu sou a mulher que olha debaixo de água
Eu sou o nadador sagrado
porque eu posso nadar no grandioso.
Eu sou a mulher da lua
sou a mulher que voa
Eu sou a mulher aerólito
Eu sou a mulher constelação
Eu sou a mulher da estrela, Deus
excursionando os lugares que vêm de origem
Eu sou a mulher na brisa
Women'm névoa fria
Eu sou a esposa do amanhecer
Eu sou mulher crepúsculo.
Eu sou aquela mulher que vem
Women'm rasgado
Eu sou a mulher que chora
sou a mulher que assobia
sou a mulher que soa
Eu sou um baterista mulher
Eu sou o trompetista mulher
Eu sou uma mulher violinista
Estou contente por a mulher
Eu sou o palhaço sagrado.
Eu sou o sal-gema mulher
cie sou a luz dia mulher
sou a mulher que gira
Eu sou a esposa do céu
Bem, eu sou a esposa de
Eu sou mulher pura
Eu sou o espírito de mulher
porque eu posso entrar e sair do reino da morte.
Eu sou a mulher que limpa
Eu sou a mulher que cura
Eu sou o médico erva mulher
Eu sou a mulher sábia em linguagem
Eu sou a mulher sábia em medicina
.
.
OBRIGADO PELA GO TO MY PROFILE SO TEM cosets SAÚDE COM SUA FAMÍLIA
.
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SOPHIE diz:
MARIA SABINA (MUJER ESPIRITU)
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Eu sou uma mulher solteira que nasceu
Eu sou a única mulher que caiu
Eu sou a mulher que espera
sou a mulher que olha
Eu sou a mulher que olha para dentro
Eu sou a mulher que olha debaixo de água
Eu sou o nadador sagrado
porque eu posso nadar no grandioso.
Eu sou a mulher da lua
sou a mulher que voa
Eu sou a mulher aerólito
Eu sou a mulher constelação
Eu sou a mulher da estrela, Deus
excursionando os lugares que vêm de origem
Eu sou a mulher na brisa
Women'm névoa fria
Eu sou a esposa do amanhecer
Eu sou mulher crepúsculo.
Eu sou aquela mulher que vem
Women'm rasgado
Eu sou a mulher que chora
sou a mulher que assobia
sou a mulher que soa
Eu sou um baterista mulher
Eu sou o trompetista mulher
Eu sou uma mulher violinista
Estou contente por a mulher
Eu sou o palhaço sagrado.
Eu sou o sal-gema mulher
cie sou a luz dia mulher
sou a mulher que gira
Eu sou a esposa do céu
Bem, eu sou a esposa de
Eu sou mulher pura
Eu sou o espírito de mulher
porque eu posso entrar e sair do reino da morte.
Eu sou a mulher que limpa
Eu sou a mulher que cura
Eu sou o médico erva mulher
Eu sou a mulher sábia em linguagem
Eu sou a mulher sábia em medicina
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OBRIGADO PELA GO TO MY PROFILE SO TEM cosets SAÚDE COM SUA FAMÍLIA
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Sophie
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Portugal precisa de jactos executivos para transporte de governantes?
Mais um triste exemplo. É revoltante!
* Mário Crespo
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Portugal precisa de jactos executivos para transporte de governantes?
Pronto! Finalmente descobrimos aquilo de que Portugal realmente precisa: uma nova frota de jactos executivos para transporte de governantes. Afinal, o que é preciso não são os 150 mil empregos que José Sócrates anda a tentar esgravatar nos desertos em que Portugal se vai transformando. Tão-pouco precisamos de leis claras que impeçam que propriedade pública transite directamente para o sector privado sem passar pela Partida no soturno jogo do Monopólio de pedintes e espoliadores em que Portugal se tornou. Não precisamos de nada disso.
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Precisamos, diz-nos o Presidente da República, de trocar de jactos porque aviões executivos "assim" como aqueles que temos já não há "nem na Europa nem em África". Cavaco Silva percebe, e obviamente gosta, de aviões executivos. Foi ele, quando chefiava o seu segundo governo, quem comprou com fundos comunitários a actual frota de Falcon em que os nossos governantes se deslocam.
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Voei uma vez num jacto executivo. Em 1984 andei num avião presidencial em Moçambique. Samora Machel, em cuja capital se morria à fome, tinha, também, uma paixão por jactos privados que acabaria por lhe ser fatal.
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Quando morreu a bordo de um deles tinha três na sua frota. Um quadrimotor Ilyushin 62 de longo curso, versão presidencial, o malogrado Antonov-6, e um lindíssimo bimotor a jacto British Aerospace 800B, novinho em folha. Tive a sorte de ter sido nesse que voei com o então Ministro dos Estrangeiros Jaime Gama numa viagem entre Maputo e Cabora Bassa. Era uma aeronave fantástica. Um terço da cabina era uma magnífica casa de banho. O resto era de um requinte de decoração notável. Por exemplo, havia um pequeno armário onde se metia um assistente de bordo magro, muito esguio que, num prodígio de contorcionismo, fez surgir durante o voo minúsculos banquetes de tapas variadíssimas, com sandes de beluga e rolinhos de salmão fumado que deglutimos entre golinhos de Clicquot Ponsardin. Depois de nos mimar, como por magia, desaparecia no seu armário. Na altura fiz uma reportagem em que descrevi aquele luxo como "obsceno". Fiz nesse trabalho a comparação com Portugal, que estava numa craveira de desenvolvimento totalmente diferente da de Moçambique, e não tinha jactos executivos do Estado para servir governantes.
Nesta fase metade dos rendimentos dos portugueses está a ser retida por impostos. Encerram-se maternidades, escolas e serviços de urgência. O Presidente da República inaugura unidades de saúde privadas de luxo e aproveita para reiterar um insuspeitado direito de todos os portugueses a um sistema público de saúde. Numa altura destas, comprar jactos executivos é tão obsceno como o foi nos dias de Samora Machel. Este irrealismo brutalizado com que os nossos governantes eleitos afrontam a carência em que vivemos ultraja quem no seu quotidiano comuta num transporte público apinhado, pela Segunda Circular ou Camarate, para lhe ver passar por cima um jacto executivo com governantes cujo dia a dia decorre a quilómetros das suas dificuldades, entre tapas de caviar e rolinhos de salmão. Claro que há alternativas que vão desde fretar aviões das companhias nacionais até, pura e simplesmente, cingirem-se aos voos regulares.
Há governantes de países em muito melhores condições que o .azem por uma questão de pudor que a classe que dirige Portugal parece não ter.
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Vi o majestático François Miterrand ir sempre a Washington na Air France. Não é uma questão de soberania ter o melhor jacto executivo do Mundo. É só falta de bom senso. E não venham com a história que é mesquinhez falar disto. É de um pato-bravismo intolerável exigir ao país mais sacrifícios para que os nossos governantes andem de jacto executivo. Nós granjearíamos muito mais respeito internacional chegando a cimeiras em voos de carreira do que a bordo de um qualquer prodígio tecnológico caríssimo para o qual todo o Mundo sabe que não temos dinheiro.
Mário Crespo. Jornalista
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Etiquetas:
Artigo de Opinião,
Mário Crespo
Literatura infantil - Verónica Gudiña
Literatura infantil
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La lectura es un aspecto clave en la formación de un niño. Los libros siempre plantean un desafío y promueven una actitud activa para el lector. Por otra parte, los niños que adquieren hábitos de lectura desde temprana edad tienen grandes posibilidades de mantenerlos en la vida adulta.
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La literatura infantil no se limita a presentar los relatos: también se dedica a enseñar a través de sus textos. Por eso es muy común que los cuentos presenten moraleja, una especie de reflexión o conclusión realizada por el autor con la intención de transmitir una enseñanza.
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Otro tópico muy usual dentro de la literatura infantil son los cuentos de hadas. Desde los relatos medievales, estos seres son asociados a los hechizos o encantamientos. Con el tiempo, las historias comenzaron a incluir también a las hadas madrinas, capaces de conceder deseos con el uso de la magia.
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Muchos de los mejores relatos de la literatura infantil trascendieron en forma masiva gracias a los estudios Disney. A través de esta compañía, niños de distintas generaciones pudieron ver en acción a los personajes de “La sirenita”, un cuento de Hans Christian Andersen; “101 dálmatas”, escrita por Dodie Smith; “Bambi”, creada por Felix Salten; y “Aladino”, una de las aventuras de “Las mil y una noches”.
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Resultaría imposible enumerar todos los cuentos infantiles que han quedado en la historia de la literatura infantil. “Pinocho” (de Carlo Collodi) y “Caperucita roja” (popularizado por Charles Perrault), por ejemplo, fueron dos grandes éxitos. Lo mismo podría decirse de numerosas obras de los Hermanos Grimm, como “Blancanieves y los siete enanitos”, “Hansel y Gretel”, “La Cenicienta”, “La Bella Durmiente”, “El sastrecillo valiente”, “Rapunzel” y “Pulgarcito”, entre otras.
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Como puede verse, los niños tienen a su disposición una amplia variedad de relatos para acercarse al mundo literario. Es responsabilidad de los padres y docentes descubrir cómo propiciar el acercamiento de los más pequeños a los libros.
La literatura infantil no se limita a presentar los relatos: también se dedica a enseñar a través de sus textos. Por eso es muy común que los cuentos presenten moraleja, una especie de reflexión o conclusión realizada por el autor con la intención de transmitir una enseñanza.
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Otro tópico muy usual dentro de la literatura infantil son los cuentos de hadas. Desde los relatos medievales, estos seres son asociados a los hechizos o encantamientos. Con el tiempo, las historias comenzaron a incluir también a las hadas madrinas, capaces de conceder deseos con el uso de la magia.
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Muchos de los mejores relatos de la literatura infantil trascendieron en forma masiva gracias a los estudios Disney. A través de esta compañía, niños de distintas generaciones pudieron ver en acción a los personajes de “La sirenita”, un cuento de Hans Christian Andersen; “101 dálmatas”, escrita por Dodie Smith; “Bambi”, creada por Felix Salten; y “Aladino”, una de las aventuras de “Las mil y una noches”.
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Resultaría imposible enumerar todos los cuentos infantiles que han quedado en la historia de la literatura infantil. “Pinocho” (de Carlo Collodi) y “Caperucita roja” (popularizado por Charles Perrault), por ejemplo, fueron dos grandes éxitos. Lo mismo podría decirse de numerosas obras de los Hermanos Grimm, como “Blancanieves y los siete enanitos”, “Hansel y Gretel”, “La Cenicienta”, “La Bella Durmiente”, “El sastrecillo valiente”, “Rapunzel” y “Pulgarcito”, entre otras.
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Como puede verse, los niños tienen a su disposición una amplia variedad de relatos para acercarse al mundo literario. Es responsabilidad de los padres y docentes descubrir cómo propiciar el acercamiento de los más pequeños a los libros.
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Publicado por
Verónica Gudiña el 13 de Agosto de 2008
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Caperucita Roja, de Charles Perrault
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No saber leer no es un impedimento para descubrir el cuento de “Caperucita Roja” porque esta famosa fábula comenzó a transmitirse de boca en boca en gran parte de Europa y, pese a que con el tiempo fue incorporada al ámbito literario, millones de personas a lo largo del mundo aún relatan la historia ante niños deseosos de conocer las aventuras de una pequeña desobediente que, por no respetar las recomendaciones de su madre, se vio expuesta al ataque de un lobo.
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Lejos de limitarse a reproducir la historia que él había oído, el autor realizó algunas modificaciones y ofreció su interpretación en un volumen de cuentos publicado en 1697..
En esa antigua propuesta, la trama se destacaba por lo cruel, ya que tenía como objetivo lograr que las niñas no se relacionaran con gente desconocida. En ella, además, faltaba la escena del lobo disfrazado de abuelita que invitaba a la protagonista a consumir la carne y la sangre de quién él había descuartizado minutos antes.
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Valiéndose de una obra dirigida al público infantil, Perrault intentó hacer de su escritura una entretenida lección moral que alejara a las muchachas de los peligros derivados del acercamiento con personas extrañas.
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Si bien leer el material creado por Charles Perrault no aportará datos significativos sobre este clásico de la literatura universal que ha logrado cautivar a generaciones enteras, analizar esa versión y compararla con la que ofrecieron en 1812 los hermanos Grimm es una alternativa interesante para aquellos que quieran descubrir cómo un mismo cuento puede cambiar según quien lo narre.
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Verónica Gudiña el 29 de Enero de 2010
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Verónica Gudiña
Biografía de José Miguel Ullán
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El escritor José Miguel Ullán, un hombre de origen español que se vio obligado a exiliarse en Francia durante la última década de la dictadura franquista, nació en un pequeño pueblo de Salamanca el 30 de octubre de 1944.
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Antes de abandonar su tierra natal, este poeta, crítico y periodista estudió Ciencias Políticas, Ciencias Sociales y Filosofía en Madrid y demostró sus aptitudes para el mundo de las letras en el diario “El adelantado”. Ya en París, ciudad a la que llegó en 1966, además de asistir a la École Pratique des Hautes Études, Ullán sumó experiencia en el ámbito del periodismo cultural.
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A partir de entonces, el salmantino no sólo fue subdirector de la revista “Guadalimar” y co-director de “Cuadernos Guadalimar”, sino que también dirigió las emisiones en español de la Oficina de Radiodifusión y Televisión Francesa, se desempeñó como corresponsal de la revista “Destino” de Barcelona y trabajó para el semanario madrileño “Tiempo”.
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Años más tarde, el español realizó algunos programas radiales, organizó numerosas exposiciones de artes plásticas, fundó el suplemento “Culturas” en “Diario 16″ (periódico español donde ejerció el cargo de subdirector), fue columnista de “El País”, desarrolló la colección de poesía bautizada como “Cátedra” y creó la editorial “Ave del Paraíso”.
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“Amor peninsular”, “Un humano poder”, “Cierra los ojos y abre la boca”, “De un caminante enfermo que se enamoró donde fue hospedado”, “Manchas nombradas”, “Abecedario de Brinkman”, “Rumor de Tánger”, “Visto y no visto”, “Maniluvios”, “Razón de nadie” y “Soldadesca” son algunos de los títulos que forman parte de la destacada producción literaria de este integrante de la llamada Generación del 70 que, en 1994, fue finalista del Premio Nacional de Poesía.
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José Miguel Ullán falleció en Madrid el 23 de mayo de 2009 como consecuencia de un cáncer que lo aquejaba desde hacía tiempo.
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A partir de entonces, el salmantino no sólo fue subdirector de la revista “Guadalimar” y co-director de “Cuadernos Guadalimar”, sino que también dirigió las emisiones en español de la Oficina de Radiodifusión y Televisión Francesa, se desempeñó como corresponsal de la revista “Destino” de Barcelona y trabajó para el semanario madrileño “Tiempo”.
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Años más tarde, el español realizó algunos programas radiales, organizó numerosas exposiciones de artes plásticas, fundó el suplemento “Culturas” en “Diario 16″ (periódico español donde ejerció el cargo de subdirector), fue columnista de “El País”, desarrolló la colección de poesía bautizada como “Cátedra” y creó la editorial “Ave del Paraíso”.
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“Amor peninsular”, “Un humano poder”, “Cierra los ojos y abre la boca”, “De un caminante enfermo que se enamoró donde fue hospedado”, “Manchas nombradas”, “Abecedario de Brinkman”, “Rumor de Tánger”, “Visto y no visto”, “Maniluvios”, “Razón de nadie” y “Soldadesca” son algunos de los títulos que forman parte de la destacada producción literaria de este integrante de la llamada Generación del 70 que, en 1994, fue finalista del Premio Nacional de Poesía.
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José Miguel Ullán falleció en Madrid el 23 de mayo de 2009 como consecuencia de un cáncer que lo aquejaba desde hacía tiempo.
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Verónica Gudiña el 29 de Enero de 2010
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Verónica Gudiña
La caída, de Albert Camus
La caída, de Albert Camus
En 1956, un año antes de haber sido distinguido con el Premio Nobel de Literatura, el escritor francés Albert Camus publicó “La caída”, su última novela.
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Hasta ese entonces, su faceta como novelista había quedado al descubierto a través de obras como “El extranjero” y “La peste”, pero con esa nueva propuesta literaria logró sumar seguidores y demostró, una vez más, ser digno de reconocimiento porque, en su interior, había un gran talento para la escritura.
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El protagonista del relato es Jean Baptiste Clamence, un brillante abogado de París que terminó como juez penitente en la selva de los muelles de Amsterdam. A medida que la historia avanza, este personaje revela detalles de su labor y repasa su pasado hasta recordar la figura de una joven abandonada por las aguas del Sena.
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A raíz de esa imagen, Clamence recuerda su propia caída, la que lo llevó a desplomarse desde la vanidad del éxito mundano. Al describir ese derrumbe personal, el hombre de leyes permite ofrecerle al lector un espejo en el cual se pueden observar numerosas contradicciones que surjen en la vida del ser humano.
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Por las características de su trama y quién lo ha creado, puede decirse que “La caída” es un material interesante. Por eso, si este texto generó en ustedes la curiosidad por leerlo, no duden en ir hacia una biblioteca o una librería y buscar este título que, aunque tiene más de cinco décadas de antigüedad, aún merece tener la oportunidad de ser apreciado por nuevas generaciones de lectores.
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En “La caída”, Camus retrató la desesperación del hombre contemporáneo, un ser obligado a vivir en un mundo condicionado por el absurdo y condenado a descubrir que, detrás de las ilusiones asociadas a las virtudes y a la felicidad, existe una realidad hostil que puede llegar a golpear muy duro..
El protagonista del relato es Jean Baptiste Clamence, un brillante abogado de París que terminó como juez penitente en la selva de los muelles de Amsterdam. A medida que la historia avanza, este personaje revela detalles de su labor y repasa su pasado hasta recordar la figura de una joven abandonada por las aguas del Sena.
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A raíz de esa imagen, Clamence recuerda su propia caída, la que lo llevó a desplomarse desde la vanidad del éxito mundano. Al describir ese derrumbe personal, el hombre de leyes permite ofrecerle al lector un espejo en el cual se pueden observar numerosas contradicciones que surjen en la vida del ser humano.
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Por las características de su trama y quién lo ha creado, puede decirse que “La caída” es un material interesante. Por eso, si este texto generó en ustedes la curiosidad por leerlo, no duden en ir hacia una biblioteca o una librería y buscar este título que, aunque tiene más de cinco décadas de antigüedad, aún merece tener la oportunidad de ser apreciado por nuevas generaciones de lectores.
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Julián Pérez Porto el 29 de Enero de 2010
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Goodbye Letter from Fidel / Carta de Despidida
Today is a gift, that's why it is called Present | Hasta La Victoria, Siempre!!
Poems & Speeches from & about Che Guevara
Goodbye Letter from Fidel / Carta de Despidida,
This is the translation of the (in-) famous 'Carta de Despedida' or Goodbye Letter of Che. This letter had to be read after Che's death but Fidel read it, while Che was in the Congo. This made it really hard for Che to return to Cuba.
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Many, Many, people say & said this was the political murder of Che.
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Many, Many, people say & said this was the political murder of Che.
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What do you think? Drop me an email...
What do you think? Drop me an email...
Year of Agriculture Havana, April 1, 1965.
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Fidel:
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At this moment I remember many things: when I met you in Maria Antonia's house, when you proposed I come along, all the tensions involved in the preparations. One day they came by and asked who should be notified in case of death, and the real possibility of it struck us all. Later we knew it was true, that in a revolution one wins or dies (if it is a real one). Many comrades fell along the way to victory. Today everything has a less dramatic tone, because we are more mature, but the event repeats itself. I feel that I have fulfilled the part of my duty that tied me to the Cuban revolution in its territory, and I say farewell to you, to the comrades, to your people, who now are mine. I formally resign my positions in the leadership of the party, my post as minister, my rank of commander, and my Cuban citizenship. Nothing legal binds me to Cuba. The only ties are of another nature — those that cannot be broken as can appointments to posts.
Reviewing my past life, I believe I have worked with sufficient integrity and dedication to consolidate the revolutionary triumph. My only serious failing was not having had more confidence in you from the first moments in the Sierra Maestra, and not having understood quickly enough your qualities as a leader and a revolutionary. I have lived magnificent days, and at your side I felt the pride of belonging to our people in the brilliant yet sad days of the Caribbean [Missile] crisis.
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Seldom has a statesman been more brilliant as you were in those days. I am also proud of having followed you without hesitation, of having identified with your way of thinking and of seeing and appraising dangers and principles. Other nations of the world summon my modest efforts of assistance. I can do that which is denied you due to your responsibility as the head of Cuba, and the time has come for us to part.
You should know that I do so with a mixture of joy and sorrow. I leave here the purest of my hopes as a builder and the dearest of those I hold dear. And I leave a people who received me as a son. That wounds a part of my spirit. I carry to new battlefronts the faith that you taught me, the revolutionary spirit of my people, the feeling of fulfilling the most sacred of duties: to fight against imperialism wherever it may be. This is a source of strength, and more than heals the deepest of wounds. I state once more that I free Cuba from all responsibility, except that which stems from its example. If my final hour finds me under other skies, my last thought will be of this people and especially of you. I am grateful for your teaching and your example, to which I shall try to be faithful up to the final consequences of my acts. I have always been identified with the foreign policy of our revolution, and I continue to be. Wherever I am, I will feel the responsibility of being a Cuban revolutionary, and I shall behave as such. I am not sorry that I leave nothing material to my wife and children; I am happy it is that way. I ask nothing for them, as the state will provide them with enough to live on and receive an education.
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I would have many things to say to you and to our people, but I feel they are unnecessary. Words cannot express what I would like them to, and there is no point in scribbling pages.
che documentaries
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http://www.hey-che.com/poems-and-speeches-of-che-guevara-fidel.html
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Asa no Espaço - Fernanda de Castro
| Assunto: | A ESCOLHA... |
|---|---|
| Data: | 2/Fev 15:47 |
DORMIR É O FIM DE TODOS MEUS TORMENTOS... SIGO PARA LONGE DA VIDA E FUNDO MERGULHO NO ESQUECIMENTO. PODE SER QUE SONHE, QUE EMBARQUE LIGEIRA RUMO A UM JARDIM E SINTA O PERFUME DE CADA FLÔR...QUE ME LEVE UM BARCO Á ILHA PERDIDA, ONDE AMAR É LEI E FONTE DA VIDA...POSSO SER OLHAR DE ÁGUIA ALTANEIRA, VOANDO BEM ALTO SEM O RUMO PERDER...QUE EM MIM SINTA A ALMA DE UMA CRIANÇA E PARA TUDO OLHE PELA PRIMEIRA VEZ...OU AQUELA AMANTE QUE SORRINDO ESPERA O MOMENTO BELO QUE ESTÁ PARA CHEGAR...POSSO SER A BRISA, OU NUVEM, OU MAR,OU CAMPO DE TRIGO,OU FASE DE LUA, OU TODOS OS SONHOS AINDA A SONHAR...SÓ NÃO É POSSÍVEL ESTAR SEMPRE DORMINDO E A VENTURA TERMINA COM O ACORDAR...NEGO A REALIDADE COM TODO O MEU SER...SE O VIVER ME OBRIGA ENQUANTO ACORDADA, A TANTO SOFRER, EU,PORQUE AMO A VIDA, ESCOLHO MORRER...EM ANEXO UM BEIJO!
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Distribuído por Moranguinho Pereira (hi5)
. . ASA NO ESPAÇO . Asa no espaço, vai, pensamento! Na noite azul, minha alma, flutua! Quero voar nos braços do vento, quero vogar nos braços da Lua! . Vai, minha alma, branco veleiro, vai sem destino, a bússola tonta... Por oceanos de nevoeiro corre o impossível, de ponta a ponta. . Quebra a gaiola, pássaro louco! Não mais fronteiras, foge de mim, que a terra é curta, que o mar é pouco, que tudo é perto, princípio e fim. . Castelos fluidos, jardins de espuma, ilhas de gelo, névoas, cristais, palácios de ondas, terras de bruma, ... Asa, mais alto, mais alto, mais!
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. FERNANDA DE CASTRO
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Amizade - Vinícius de Morais
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(Foto de JoséPereira)
"Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos, que se comova quando chamado de amigo. Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações da infância.
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Preciso de um amigo para não enlouquecer, para contar o que vi de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade.
Preciso de um amigo para não enlouquecer, para contar o que vi de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade.
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Deve gostar de ruas desertas, de poças d´água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim. Preciso de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já tenho um amigo.
Deve gostar de ruas desertas, de poças d´água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim. Preciso de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já tenho um amigo.
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Preciso de um amigo para parar de chorar. Para não viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas.
Preciso de um amigo para parar de chorar. Para não viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas.
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Que bata nos ombros sorrindo e chorando, mas que me chame de amigo, para que eu tenha a consciência de que ainda vivo"
Que bata nos ombros sorrindo e chorando, mas que me chame de amigo, para que eu tenha a consciência de que ainda vivo"
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(Vinícius de Moraes)
TEM UMA BOA SEMANA VICTOR. ABRAÇO
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J.P.,
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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Mário Crespo deixa "JN" e publica crónica censurada
A crónica do jornalista da SIC - "O Fim da Linha" - que não foi publicada hoje no "Jornal de Notícias" por decisão da direcção, sairá em livro já no próximo dia 11. A obra reúne mais de cem crónicas publicadas nos últimos dois anos por Mário Crespo e tem prefácio de Medina Carreira. Leia a crónica censurada no final da notícia e a nota da direcção do "Jornal de Notícias".
Mário Crespo reagiu de imediato à decisão da direcção do "Jornal de Notícias" de não publicar a sua última crónica, prevista para a edição de hoje do jornal.
Hoje mesmo, o jornalista e pivô da SIC recebeu a garantia de publicação - já no próximo dia 11 e lançado no Grémio Literário - de um livro, que terá um prefácio de Medina Carreira. onde a crónica censurada - "O Fim da Linha" - "surgirá à cabeça". Ainda hoje, seguirá uma queixa para a Entidade Reguladora para a Comunicação Social, onde o jornalista requer à ERC que averigue a ingerência governamental em matérias editoriais.
Com o título "O fim da linha", a crónica de Mário Crespo prevista para hoje no "JN" relatava um almoço mantido entre o primeiro-ministro e os ministros dos Assuntos Parlamentares e da Presidência com um "executivo da televisão", onde se apontava o jornalista da SIC e pivô do Jornal das Nove como "um problema" a resolver".
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"Louco" e "profissionalmente impreparado"
No referido almoço, os governantes terão ainda considerado que Mário Crespo era "louco" e "profissionalmente impreparado". "Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre", comenta o jornalista na sua coluna de opinião.
Contactado pelo Expresso, Mário Crespo recusa revelar o nome do "executivo de televisão" presente no almoço, preferindo "salvaguardar a sua identidade, enquanto for possível". No entanto, garante o jornalista, o teor da conversa com José Sócrates, Jorge Lacão e Pedro Silva Pereira "foi confirmado pelo próprio" responsável televisivo, assim como por "duas outras pessoas presentes no restaurante e que ouviram a conversa".
De acordo com Mário Crespo, só "ontem à meia-noite" foi informado, telefonicamente, pelo director do "JN", José Leite Pereira, de que a sua crónica habitual não seria publicada. "É um privilégio do director que não contesto, mas esclareci de imediato que não escreveria mais para o jornal", disse ao Expresso o jornalista da SIC.
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Lição para os media
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A crónica integral - que poderá ser lida em link que segue no final deste texto - foi hoje de manhã publicada no site do Instituto Sá Carneiro. Mário Crespo garante que "não sabia sequer que esse site existia" e diz desconhecer a forma como o texto lá foi parar. "Apenas enviei, como sempre o fiz, a crónica para as moradas electrónicas do 'JN'", acrescentou ao Expresso.
Para o jornalista a situação descrita no almoço entre governantes, assim como a recusa na publicação da crónica, é uma situação "grave" e "uma lição para os media em geral de que não é possível censurar".
Mário Crespo garante ainda que "nunca" tinha sofrido qualquer reparo por parte dos responsáveis editoriais do "JN" sobre o conteúdo das suas crónicas e que foi "surpreendido" pela decisão. No entanto, assume "sentia que estava numa zona de risco".
SEGUE-SE O ARTIGO CENSURADO:
O Fim da Linha por Mário Crespo
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Dia de Orçamento.
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O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa.
Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal.
Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o.
Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos.
Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados.
Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre.
Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos média como tinha em 2009.
O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu.
O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”.
O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”.
Foi-se o “problema” que era o Director do Público.
Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu.
Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada. Mário Crespo
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In PortugalClub - seg 01-02-2010 21:53
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~ Flor de Lótus ~
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No dia em que a flor de lótus desabrochou
A minha mente vagava, e eu não a percebi.
Minha cesta estava vazia e a flor ficou esquecida.
Somente agora e novamente, uma tristeza caiu sobre mim.
Acordei do meu sonho sentindo o doce rastro
De um perfume no vento sul.
Essa vaga doçura fez o meu coração doer de saudade.
Pareceu-me ser o sopro ardente no verão, procurando completar-se.
Eu não sabia então que a flor estava tão perto de mim
Que ela era minha, e que essa perfeita doçura
Tinha desabrochado no fundo do meu coração.
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~ Poemas de Rabindranath Tagore ~