sexta-feira, 26 de março de 2010

A A Batalha do Japão, por GaryGordon

  LIVRO "A batalha do japao" de Gary Gordon.
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Tradução - Fernanda Lima Rodrigues
Capa - Lima de Freitas
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  Obra solidamente documentada e escrita com impressioante vivacidae e realismo,sobre a participação do Ímpério Nipônico na Segunda Guerra Mundial.No momento mais elevado das suas conquistas no Pacífico,o japão conseguiu derrotar momentâneamente as maiores nações do Ocidente.
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  edição Livros do Brasi-Lisboa s/data -.301páginas.
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parahistoriadores,entusiastas,professores e outras pessoas interessadas em conhecer a história com pormenores.
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Chuichi Nagumo

From Wikiquote

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I have lived in the United States and I know the might of their industrial complex. The United States is a sleeping giant and I am afraid that our attack has awakened it.
Chuichi Nagumo (25 March 18876 July 1944) was an admiral in the Imperial Japanese Navy during World War II, overseeing the attack on Pearl Harbor. On July 6, during the last stages of the Battle of Saipan, Nagumo committed suicide; not in the traditional method of seppuku, but rather a pistol to the temple. His remains were later found by American Marines in the cave where he spent his last days as the commander of the Saipan defenders. He was posthumously promoted to admiral.

 ourced

  • Mr. Chief of Staff [Ryunosuke Kusaka], what do you think? I feel that I've undertaken a heavy responsibility. If I had only been more firm and refused. Now we've left home waters and I'm beginning to wonder if the operation will work.
    • Quoted in "Day of Infamy" - Page 17 - by Walter Lord - History - 2001
  • I have lived in the United States and I know the might of their industrial complex. The United States is a sleeping giant and I am afraid that our attack has awakened it.
    • Quoted in "Energy Technology XI: Applications and Economics" - Page 988 - Richard F. Hill - Science - 1975
  • The success of our surprise attack on Pearl Harbor will prove to be the Waterloo of the war to follow. For this reason the Imperial Navy is massing the cream of its strength in ships and planes to assure success.
    • Quoted in "American Caesar: Douglas MacArthur" - by William Manchester - 1978 - Page 195

  • I-uh-have the utmost respect for Yamamoto-san. If it had not been for him, there would be no naval aviation. However-the most brilliant man can occasionally make a mistake.
    • Quoted in "The Rise and Fall of the Japanese Empire" - Page 12 - by I. G. Edmonds, Gary Gordon - 1962
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quinta-feira, 25 de março de 2010

História da Gestapo, de Jacques Delarue e A Queda de Berlim, de Andrew Tully

2.1.SS: O Esquadrão da Morte

Nenhum grupo foi tão categórico quanto à criar as doutrinas e aplicá-las quanto as SS, sigla de Schutzstaffl, a tropa de elite do regime nazista. A SS em si foi criada em 1925, como um regimento paramilitar. Os soldados SS possuíam entusiasmo político e ideológico, portanto, juravam lealdade absoluta e possuíam a motivação necessária para levar até o limite o regime nazista.
Heinrich Himmler
“Quem vê o nacional-socialismo apenas como um movimento político, não compreende quase nada. Trata-se de uma criação humana nova. Sem uma base e objetivo biológicos, a política é hoje completamente cega”, certa vez disse Adolf Hitler em um de seus discursos em Berlim. O trecho consta no livro “História da Gestapo”, do historiador judeu de ascendência francesa Jacques DeLarue. Frases como estas foram a força motriz para inspirar um personagem primordial do regime nazista: Henirich Himmler.
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Esse líder nazista foi o responsável por gerir a SS em 1939 e foi seu líder máximo até 1945. Mas antes mesmo de ocupar o topo do comando das SS, Himmler já gozava de prestígio em cargos não menos importantes na organização, o que possibilitou muitos dos seus mandos e desmandos. De acordo com o escalão que vigorava no regime, o chefe das SS era o segundo homem na hierarquia nazista. Himmler foi talvez o maior responsável por pregar a cultura do ódio contra as “raças inferiores”.
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“Após séculos de lamentos sobre a defesa dos pobres e humilhados, chegou o momento de nos decidirmos a defender os fortes contra os inferiores. O instinto natural ordena a todos os seres vivos não apenas que vençam os seus inimigos, mas que os exterminem”. Segundo DeLarue, principalmente esta frase dita por Hitler inspirou Himmler a dar início aos seus ideais de sangue, que mais tarde ficariam conhecidos como um único plano com caráter maligno intitulado “Ordem Negra”.
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Assim como em qualquer departamento do nazismo, o “treinamento ideológico” começava desde cedo. De acordo com Jacques DeLarue, “o jovem alemão selecionado para ingressar na SS devia efetuar uma estada obrigatória em um serviço especial para entrar na SS”. Esse serviço especial era denominado Reichsarbeitdienst, que significava “serviço do trabalho”. Nele os jovens aprendiam os valores de sua ideologia racista. “Com o tempo tornou-se indispensável ser membro da SS se o jovem quisesse determinado cargo na administração do estado, ou ingressar em uma universidade”, afirma DeLarue. Desse modo, obrigando qualquer cidadão que queria ter uma vida mais estável – com curso superior e bom emprego – ser submetido à ideologia racista, Himmler foi implantando aos poucos a sua “Ordem Negra”.
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A principal assecla do regime nazista, aquele que levou até os últimos limites os ideais nazistas de eugenia e todo o leque de horroridades advindas dela, foi alvo de diversas análises por parte dos historiadores. Traçando um perfil a respeito de diversos líderes nazistas, DeLarue busca inspiração em um teósofo iluminista, Jacob Boehme. Certa vez, no século XVIII, Boehme disse que “o corpo apresenta a marca das forças interiores que o animam”. Com isso, o historiador francês decreta: “resulta tranquilizador saber que os assassinos ostentam estigmas de sua brutalidade”. Citando alguns exemplos, DeLarue afirma que os principais líderes nazistas obedeciam esta regra. “Roehm tinha semblante de criminoso; a expressão de Bormann não era menos inquietante; Kalterbrunner e Heydrich apresentavam fisionomias de homicidas”, dizia o escritor. No entanto, Himmler deixava DeLarue indignado: “Himmler possuía um rosto uniforme, desesperadamente banal”.
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Porém, se a fisionomia de Himmler não explica muito a respeito da personalidade do próprio, é possível recorrer às suas atitudes para ratificar que sua pessoa era realmente vil. De acordo com o livro “A Batalha de Berlim”, do jornalista americano Andrew Tully, “Himmler fixava cartazes nos campos de concentração com os dizeres ‘uma via conduz à liberdade’”, uma demonstração “horrorosamente cínica” para Tully.
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Jacques DeLarue afirma que essa frase que sempre era seguida por dizeres como obediência, honestidade, aplicação, espírito de sacrifício, e outros, não eram algo cínico promovido por Heinrich Himmler, como muitos pensavam. Na verdade, na visão de DeLarue, estes dizeres “eram uma projeção inconsciente do pai de Himmler”, um professor aplicado que morreu e não viu seu filho, fascinado pela ideologia nazista, perverter seus principais valores.
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Mais tarde, agregando outros regimentos do esquadrão nazista – muitas vezes utilizando a força e expurgando outros líderes -, Himmler obteve poder ilimitado. Em meados da década de 30 foi criada a Waffen SS (um grupo armado desvinculado do exército alemão). Os soldados da Waffen seguiam regras e dogmas ainda mais violentos que os soldados “normais”.
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Os Waffen possuíam, por exemplo, um punhal especial. Em 1935 Himmler lançou um decreto dizendo que o punhal SS “deveria ser lavado a sangue sempre que o empunhador sentir-se afrontado”.
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Um relato contido no livro “História da Gestapo” serve para exemplificar muito bem como esse artefato simbolizava a autonomia sem limites destes soldados especiais. “Em setembro de 1939, um membro das Waffen SS que vigiava um grupo de cinquenta trabalhadores judeus considerou divertido, depois de concluída a tarefa do dia, abater os infelizes, um após outro com seu punhal”, diz trecho do livro de DeLarue. Na época foi aberto um inquérito, mas o soldado ficou impune. “Observava o relatório, a sua qualidade de SS [do soldado] o tornava ‘particularmente sensível a vista de judeus’ e agira apenas ‘de espírito de aventura próprio da juventude’”, relata DeLarue. “Seria muito provável que um indivíduo de escol tão dotado fosse beneficiado por uma promoção rápida”, ironiza o escritor francês de origem judia. Além disso, na ocasião o tribunal também ratificou que os “SS podiam utilizar suas armas, mesmo que o adversário fosse dominável por outros meios”.
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Outro “sistema” criado por Himmler serviu para mostrar quão insanas eram suas ideias, que compunham a Ordem Negra. Chamava-se Lebensborn (“Fonte da Vida”) e consistia em um sistema para conceber crianças originadas de mulheres e homens selecionados criteriosamente pelos seus caracteres nórdicos, sem qualquer união legal entre o casal. DeLarue classifica o sistema como uma espécie de “coudelaria humana”, onde os casais se uniam e copulavam. As crianças quando nascidas eram criadas longe dos pais – na verdade, não se fazia questão nenhuma de manter essa ligação – em centros especiais, onde recebiam alimentação e se desenvolviam “naturalmente”, aprendendo, logicamente, desde cedo os valores nazistas. Essa era a representação máxima de um eugenismo orientado e, teoricamente, essas crianças formariam, na visão de Himmler, a primeira geração de nazistas puros moldados desde o embrião. “A derrocada do regime nazista impediu que a experiência fosse mais longe. Não obstante, 50 mil crianças tinham já nascido por esse sistema. O seu nível intelectual é hoje nitidamente mais baixo que a média e apresentam um taxa de débeis ment
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http://nopassado.wordpress.com/ideologia/ss/
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4.Os braços de Hitler

Foi com palavras desse tipo que Adolf Hitler convenceu o povo alemão de que a guerra era o caminho para a evolução da raça ariana: “Para se desenvolver, os alemães precisam de um grande território. As outras raças da Europa devem ser eliminadas para que os arianos possam se desenvolver sem risco de miscigenação”, disse o líder nazista em um discurso em 1939, às vésperas de invadir a Polônia.
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Não obstante, o regime nazista necessitava de grupos táticos, estratégicos, que colocassem em prática os planos de ataque, bem como organizar e impossibilitar insurgências no regime que enfraquecessem o governo.
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Nesse aspecto, a Gestapo (sigla de Geheime Stadts Polizei, polícia secreta do estado alemão) foi primorosa. “Evitar toda a discussão do dogma nazista, eliminar todos os oponentes por qualquer meio, mesmo aqueles que ousavam duvidar da excelência do regime, tal era a missão da Gestapo”, diz DeLarue. Portanto, enquanto temos SS cuidando da parte ideológica, a Gestapo aparece como a força encarregada de praticamente obrigar que todos seguissem o nazismo.
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Em seu livro “História da Gestapo”, DeLarue explica minuciosamente como a Gestapo controlava qualquer fagulha que havia de subversão – além, é claro, de denunciar todos os malefícios causados pelos policiais da Gestapo, acusado de tortura, assassinatos, atentados e os mais variados crimes.
Mas para dar um breve exemplo de como a Gestapo podia ser eficaz e onipresente, é bom relembrar um breve trecho do livro. Utilizando um sistema de espionagem inimaginável, amparada por tecnologia e parâmetros científicos. “A partir de 1933, a Alemanha ficou dividida em trinta e duas Gaue (regiões administrativas). Cada Gau dividia-se, por sua vez, em Kreise (círculos). Cada Kreis em Ortsgruppens (grupos locais); cada um destes em Zellen (células), cada Zelle em Blocks. Cada uma destas divisões tinha um líder a dirigindo”, explica DeLarue, mostrando como era possível rastrear todas as ligações dos moradores de Berlim. Ou seja, a privacidade era nula na capital alemã.
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Durante o decorrer do regime, muitos outros regimentos surgiram devido as necessidades. Para garantir que a vida do führer fosse zelada, foi criada a Reichessicherheitstahauptant (sigla RSHA: departamento central de segurança do Reich). Antes mesmo de 1939 havia a SA (sigla de Sturmabteilung) uma tropa de assalto muito maior que as SS Porém, esse grupo, apesar de ter centenas de membros a mais que as SS, não tinham a motivação política da “rival”. Quando Himmler assume o poder ele absorve a SA ao seu grupo – após eliminar Röhm, o chefe da SA por causa de seus expurgos contra outros líderes nazistas, Himmler criou a SD: Sicherheitsdienst des Reichsführers. Tratava-se do “Serviço de Segurança do Chefe das SS no Reich”.
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Se na sociedade nazista a Gestapo era responsável por manter a ordem, a Wermatch e Luftwaffe (Exército e Força Aérea alemã) eram os braços de Hitler no campo de guerra. O poderio bélico alemão era um dos maioores do planeta, sem dúvida. Tanques, rifles, bombas, mísseis e todo e qualquer tipo de armamento possuíam os regimentos nazistas. Esses armamentos, somados à táticas minuciosamente ensaiadas, formaram um tipo de ataque letal, capaz de render os adversários em poucos dias.
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Mas alguns grupos nos campos de guerra, que surgiram principalmente durante a derrocada do regime nazista, chamam mais a atenção por seu caráter único. Os Totenkopf (“cabeças de morte”), por exemplo, equivalente aos “Boinas Verdes” americanos, caracterizavam-se por sua violência extrema no campo de batalha. De acordo com Andrew Tully, “tratavam-se de um grupo de regimento que atuava nos campos”. Para ter noção da brutalidade empregada por estes soldados, há um relato que conta que, certa vez, membros desse grupo fizeram prisioneiros soldados soviéticos em uma incursão pela Floresta Negra. Os soldados foram enforcados um a um com cordas de piano. Segundo Tully, o mais forte desses soldados, com corpulência avantajada, demorou mais de 1 hora para morrer.
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Na derrocada final do nazismo, quando os soviéticos bateram ás portas de Berlim, outro grupo se destacou. Era a chamada “Volksturm” (“assalto do povo”). Com o exército alemão às mínguas, o povo teve que ir à luta. Basicamente a Volksturm era formada por homens entre 16 e 60 anos, escalados para defender Berlim da iminente invasão soviética. Mal treinados e com equipamento escasso, o “assalto do povo” foi presa fácil dos experientes soldados do Exército Vermelho. Acredita-se que quase 15 mil “soldados” desse “regimento” morreram na batalha de Berlim. A bem da verdade, alguns garotos foram inclusive condecorados pelo próprio führer em função de sua bravura.
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Já os SS Charlemagne Panzergrenadier eram a prova viva de que havia vida nazista fora das fronteiras alemãs. A divisão SS Cherlemagne (alusão ao lendário rei Carlos Magno), era formada por voluntários franceses fascistas que se alistaram no exército alemão para combater os comunistas do leste. Grupos semelhantes se estabeleceram na Espanha e na Escandinávia também.
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Acredita-se também que havia os Werwölfes (“lobisomens”). Estes, ao contrário dos citados anteriormente, não gozavam nem um pouco do prestigio de Hitler. Supostamente o Werwölves era um grupo paramilitar encarregado de promover ataques terroristas extra-oficiais após a capitulação alemã. O führer via isso como uma ofensa, já que a ideia de capitulação não passava nem perto de ser algo palpável para ele. Inclusive, Hitler não comutava de nenhuma ideia derrotista – o führer preferia a auto-destruição em detrimento da redenção. O caso deste grupo que supostamente estava preparando uma organização clandestina nazista é contado no livro “A Batalha de Berlim”. Porém, para o jornalista Andrew Tully, essa história dos “lobisomens” era fruto da imaginação de homens de Paris, Londres e Washington. Ou seja, de cronistas e jornalistas em busca de uma boa fábula.
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http://nopassado.wordpress.com/bracos/
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A Batalha de Berlim - Andrew Tully

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 A BATALHA DE BERLIM - capa Lima de Freitas

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4.1.Blitzkrieg, o relâmpago nazi

A blitzkrieg (“ataque relâmpago”) era uma tática letal utilizada pelo exército nazista na Segunda Guerra Mundial. Logo no primeiro embate dos alemães, em solo polonês em 1939, o mundo pôde ver uma inovadora tática de campanha nos fronts. Tratava-se de um ataque combinado entre blindados e ataques aéreos, sendo que a velocidade das operações e expansão sobre o território inimigo era sua marca registrada.
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Porém, ao contrário do que se imagina, o “apelido” da nova tática não dizia respeito à agilidade dos ataques. De acordo com Andrew Tully, jornalista e escritor do livro “A Batalha de Berlim”, a tática nazista ganhou o nome “relâmpago” em função do desenho que ela subvertia no terreno inimigo.
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O objetivo da blitzkrieg era penetrar no território por uma determinada linha vital. Daí então, soldados percorriam linhas periféricas, formando ramificações e procurando brechas, como se sucede um relâmpago. Tamanha meticulosidade servia para fazer uma exploração rápida e concisa, destruindo os pontos de comunicação e suprimentos dos adversários.
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A título de curiosidade, esta tática, que existia desde o inicio de 1900, foi concebida por um capitão do exército britânico, mas à época, os exércitos franceses e britânicos repudiaram esta técnica, alegando que era “fantástica” demais e pouco eficiente.
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FONTE: “A Batalha de Berlim”
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título
  A Batalha de Berlim - Ilustrado
autor
  Andrew Tully
editora / data
  Livros do Brasil-lisboa - 1963
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Tradução - Sousa Victorino
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comentários    1ª edição da tradução. Ilustrado com algumas fotos em preto-e-branco. O autor narra os momentos decisivos da grande batalha pela tomada de Berlim. 286 pp.
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4.2.“Queimem tudo!”

Diante da iminência da derrota nazista na Segunda Guerra, frente à invasão dos soviéticos, Adolf Hitler impôs uma ordem incomum aos habitantes de Berlim. “Terra Queimada”: era esse o codinome da ordem de Hitler imposta aos berlinenses. A ordem consistia no seguinte: todos os cidadãos da capital deveriam danificar e neutralizar todas as fontes de abastecimento de alimentos, água e eletricidade para que os russos não tivessem recursos para sobreviver no território alemão. No entanto, muitos comandantes não quiseram estabelecer essas condições ao povo da capital e o plano foi um fracasso
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FONTE: “A Batalha de Berlim”
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http://nopassado.wordpress.com/bracos/queimem/
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Andrew Tully, 78, Author, Columnist And War Reporter

In Broadcatch on Sunday, September 23, 2007 at 3:28 am


September 29, 1993
By RANDY KENNEDY
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Andrew F. Tully Jr., an author who was one of the first American reporters to enter conquered Berlin in April 1945, died on Monday in a nursing home in Silver Spring, Md. He was 78 and lived in Washington.
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The cause was complications from Alzheimer’s disease, said his wife, Molly.
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Mr. Tully’s writing career spanned six decades. His work included several novels and popular nonfiction books on the workings of Washington, where he was a syndicated political columnist for more than 20 years. In 1962, Mr. Tully had both a novel, “Capitol Hill,” and a nonfiction book, “C.I.A.: The Inside Story,” on The New York Times’s best-seller lists.
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He started working for newspapers while still in high school, as a sports reporter for his hometown daily newspaper in Southbridge, Mass. At 21, he bought the town’s weekly newspaper, The Southbridge Press, for about $5,000 with loans from friends, making him the youngest newspaper publisher in America.
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He sold the paper two years later and became a reporter at The Worcester Gazette in Worcester, Mass., leaving there to become a correspondent in Europe for The Boston Traveler during World War II.
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He began writing his own column in 1961, which came to be called “Capital Fare,” and was syndicated in more than 150 newspapers at its peak.
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He was the author of 16 books in all, including “Where Did Your Money Go?” with Milton Britten, an examination of foreign aid, and “Supreme Court,” a novel.
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He is survived by his wife, the former Molly Wood; three sons, Andrew F. 3d, of North Potomac, Md., Mark, of North Anson, Me., and John, of Santa Cruz, Calif.; two daughters, Martha Brown of Washington and Sheila Hamilton of Brunswick, Md., and seven grandchildren.
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http://broadcatching.wordpress.com/2007/09/23/andrew-tully-78-author-columnist-and-war-reporter/
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2.2.1.A morte do “divino”

Quando os soviéticos chegaram à capital alemã, caracterizando a derrota do regime nazista, os principais líderes do nazismo estavam amotinados no bunker de Adolf Hitler. Temendo ser capturado com vida, ou simplesmente não aceitando o fim de seu regime “divino”. Hitler avisou aos amigos mais próximos de que iria se suicidar.
Adolf Hitler
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O führer, que casara com Eva Braun poucos dias antes, decidiu tirar a vida junto com sua esposa no dia 30 de abril de 1945. Seguindo a orientação de um médico da SS, Eva Braun ingeriu uma cápsula de cianeto – um veneno poderoso com potência para matar um homem comum em cerca de 3 segundos. Já Hitler não queria correr o risco de não ser vitimado fatalmente pelo veneno. Além do cianeto, o chefe nazista também disparou um tiro contra seu crânio antes do veneno fazer o efeito completamente.
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Aí então, segundo relatos de historiadores, o corpo de Hitler foi envolto num cobertor por Heinz Linge, seu criado, e juntamente com o de Eva Braun foi ensopado de gasolina e queimado no jardim da chancelaria. “Foi um fim adequadamente wagneriano para um homem que se cria o salvador da raça alemã. O destino de Adolf Hitler consumara-se em chamas, entregue as forças que ele desencadeara sobre o mundo e sobre si mesmo”, relatou o jornalista Andrew Tully.
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Já o historiador Alan Campbell descreve a morte do führer sob uma ótica ainda mais mística. “No dramático cenário da montanha do Broken, observa-se o fenômeno metereológico do anti-hélio: sombras se projetam do sol contra as brumas que cercam o cume da montanha. É o espectro do Broken. Segundo a lenda alemã, é neste local dantesco que os espíritos infernais se reúnem com as feiticeiras para dançarem o medonho Sabá, na última noite de abril, a noite de Alpurgis. Nessa noite, em 1945, nos fundos de sua devastada chancelaria, ateadas pelas mãos de suas dedicadas SS, as chamas consumiam o cadáver de Adolf Hitler”.
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FONTE: “A Batalha de Berlim” e “Hitler”
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http://nopassado.wordpress.com/ideologia/thule/divino/
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quarta-feira, 24 de março de 2010

LIBROS DE LA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

http://www.libreria-argentina.com.ar/tapas/bruguera/m-dahms-segunda-guerra.jpg



Deseo con este post, -que por cierto es el primero-, compartir con la comunidad taringuera algunos libros sobre la segunda guerra mundial.
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La historia la escriben los protagonistas y los historiadores.
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Esa distinción marcará todos los posts que desde hoy haré en Taringa.
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Ellos tendrán una sección dedicada a los relatos de los protagonistas, militares y civiles (políticos o ciudadanos comunes). En general, se enmarcan dentro del género literario memorias.
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La otra sección contendrá obras de historiadores, de personas que, con mayor o menor distancia temporal con la guerra, no fueron protagonistas y analizan en base a diferentes fuentes los hechos.
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Esa será la característica de mis posts en lo que subiré los libros que he podido leer.
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En este post, agregaré una sección dedicada a atlas de la segunda guerra mundial.
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Pues bien, tras esta introducción, estos son los libros que subí:


MEMORIAS


En esta ocasión les acerco las memorias y reflexiones del Mariscal Zhukov. No necesita presentación, basta con señalar que lideró al ejercito rojo -en la breve guerra con Japón-, en la batalla de Khalkhin Gol, en Mongolia; la defensa de Stalingrado y tuvo el honor de tomar Berlín.


Otro gran protagonista fue Erwin Rommel. Si bien no llego a escribir sus memorias -fue obligado a suicidarse en 1944, ante el frustrado golpe de estado-, este libro es una recopilación de sus escritos durante el conflicto, recopilados por B.H Liddell Hart y la colaboración de Lucie-Marie Rommel, Manfred Rommel y el General Fritz-Bayerlein. Es el primer tomo, no he podido conseguir el segundo.

Pero los civiles también escribieron sus experiencias, del sufrimiento y padecimiento que provocó esa guerra, el diario de Ana Frank es tal vez, su máximo exponente



Los libros están en español, sólo las portadas están en inglés.








HISTORIADORES


Una obra general, escrita por un historiador alemán, H.G. Dahms, a principios de la década del 60. No obstante, su proximidad con la guerra, es un buen libro.
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Más cerca en el tiempo, Antony Beevor, militar británico, ha escrito varios libros sobre hechos puntuales: La batalla de Stalingrado, La caida de Berlin, y la operación aerotransportada en Creta.











ATLAS


El estudio de la guerra, requiere de una comprensión del espacio geográfico en donde se desarrolla. Cuando se profundiza en la lectura, el lector debe tener cerca un mapa que ilustre el relato.


Por eso, un excelente atlas es el “Concise Historical Atlas of World War Two", de Ronald Store. Es un libro editado por la Universidad de Oxford, y es excelente como apoyo para seguir el desarrollo de las operaciones militares. La versión está en inglés.





Como complemento, decidí agregar dos libros más: un atlas histórico con mapas de la wehrmacht y otro que, es un libro muy ilustrado en imágenes y con textos, pero que en este último caso, está inglés.







En proximas entregas:


En la sección memorias: los primeros volumenes de la memorias de Winston Churchill; "Cruzada en Europa", de Dwight D. Eisenhower.


En la sección historiadores: La biografía de Hitler, por Ian Kershaw.






LINK DE DESCARGA




http://www.megaupload.com/?d=F1X1I4VQ

Contraseña: Bismarck_1871paraTaringa!
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terça-feira, 23 de março de 2010

Poesia

| stone diz:
16/Mar/2010 11:36
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Mal nos conhecemos
Inauguramos a palavra amigo!
Amigo é um sorriso
De boca em boca,
Um olhar bem limpo
Uma casa, mesmo modesta, que se oferece.
Um coração pronto a pulsar
Na nossa mão!
Amigo (recordam-se, vocês aí,
Escrupulosos detritos?)
Amigo é o contrário de inimigo!
Amigo é o erro corrigido,
Não o erro perseguido, explorado.
É a verdade partilhada, praticada.
Amigo é a solidão derrotada!
Amigo é uma grande tarefa,
Um trabalho sem fim,
Um espaço útil, um tempo fértil,
Amigo vai ser, é já uma grande festa!



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Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca,
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.

Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto,
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.

De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas, inesperadas
Como a poesia ou o amor.

(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído,
No papel abandonado)

Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.


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A meu favor
Tenho o verde secreto dos teus olhos
Algumas palavras de ódio algumas palavras de amor
O tapete que vai partir para o infinito
Esta noite ou uma noite qualquer

A meu favor
As paredes que insultam devagar
Certo refúgio acima do murmúrio
Que da vida corrente teime em vir
O barco escondido pela folhagem
O jardim onde a aventura recomeça.


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Nesta curva tão terna e lancinante
que vai ser que já é o teu desaparecimento
digo-te adeus
e como um adolescente
tropeço de ternura
por ti.


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Sei os teus seios.
Sei-os de cor.

Para a frente, para cima,
Despontam, alegres, os teus seios.

Vitoriosos já,
Mas não ainda triunfais.

Quem comparou os seios que são teus
(Banal imagem) a colinas!

Com donaire avançam os teus seios,
Ó minha embarcação!

Porque não há
Padarias que em vez de pão nos dêem seios
Logo p'la manhã?

Quantas vezes
Interrogastes, ao espelho, os seios?

Tão tolos os teus seios! Toda a noite
Com inveja um do outro, toda a santa
Noite!

Quantos seios ficaram por amar?

Seios pasmados, seios lorpas, seios
Como barrigas de glutões!

Seios decrépitos e no entanto belos
Como o que já viveu e fez viver!

Seios inacessíveis e tão altos
Como um orgulho que há-de rebentar
Em deseperadas, quarentonas lágrimas...

Seios fortes como os da Liberdade
-Delacroix-guiando o Povo.

Seios que vão à escola p'ra de lá saírem
Direitinhos p'ra casa...

Seios que deram o bom leite da vida
A vorazes filhos alheios!

Diz-se rijo dum seio que, vencido,
Acaba por vencer...

O amor excessivo dum poeta:
"E hei-de mandar fazer um almanaque
da pele encadernado do teu seio"

Retirar-me para uns seios que me esperam
Há tantos anos, fielmente, na província!

Arrulho de pequenos seios
No peitoril de uma janela
Aberta sobre a vida.

Botas, botirrafas
Pisando tudo, até os seios
Em que o amor se exalta e robustece!

Seios adivinhados, entrevistos,
Jamais possuídos, sempre desejados!

"Oculta, pois, oculta esses objectos
Altares onde fazem sacrifícios
Quantos os vêem com olhos indiscretos"

Raimundo Lúlio, a mulher casada
Que cortejastes, que perseguistes
Até entrares, a cavalo, p'la igreja
Onde fora rezar,
Mudou-te a vida quando te mostrou
("É isto que amas?")
De repente a podridão do seio.

Raparigas dos limões a oferecerem
Fruta mais atrevida: inesperados seios...

Uma roda de velhos seios despeitados,
Rabujando,
A pretexto de chá...

Engolfo-me num seio até perder
Memória de quem sou...

Quantos seios devorou a guerra, quantos,
Depressa ou devagar, roubou à vida,
À alegria, ao amor e às gulosas
Bocas dos miúdos!

Pouso a cabeça no teu seio
E nenhum desejo me estremece a carne.

Vejo os teus seios, absortos
Sobre um pequeno ser
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ALEXANDRE O´NEILL
COM VOTOS DE UMA BOA SEMANA, ABRAÇO!

VIDA SIN AMOR - autor não identificado

VIDA SIN AMOR
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El dia mas bello?

Hoy




La cosa mas fácil?

Equivocarse.



El mayor obstáculo?

El miedo.




El mayor error?

El abandono.




La distracción más bella?

El trabajo.




La peor derrota ?

El desánimo


Los mejores profesores?

Los niños



La primera necesidad?

Comunicarse



mayor misterio?

La muerte



El peor defecto?

El mal humor



La persona mas peligrosa?

La mentirosa.





El peor sentimiento?

El rencor



El mejor regalo?

El perdón


Lo más imprescindible?

El hogar.



La ruta más rápida?

El camino cierto.


La sensación más agradable?

La paz interior


Una protección efectiva?

La sonrisa.



El mejor remedio?

El optimismo.



La fuerza más potente del mundo?

La Fe.




Las personas más necesarias?

Los padres.


El amor


La inteligencia sin amor, te hace perverso.
La justicia sin amor, te hace implacable.
La diplomacia sin amor, te hace hipócrita.
El exito sin amor, te hace arrogante.
La riqueza sin amor, te hace avaro.
La docilidad sin amor te hace servil.
La pobreza sin amor, te hace orgulloso.
La belleza sin amor, te hace ridículo.
La autoridad sin amor, te hace tirano.
El trabajo sin amor, te hace esclavo.
La simplicidad sin amor, te quita valor.
La oración sin amor, te hace introvertido.
La ley sin amor, te esclaviza.
La politica sin amor, te hace egoista.
La fe sin amor te deja fanático.
La cruz sin amor se convierte en tortura.
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LA VIDA SIN AMOR… NO TIENE SENTIDO………
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SOPHIE diz:
14/Mar/2010 22:29
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Visita-me Enquanto não Envelheço - Al Berto

Visita-me Enquanto não Envelheço
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visita-me enquanto não envelheço
toma estas palavras cheias de medo e surpreende-me
com teu rosto de Modigliani suicidado
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tenho uma varanda ampla cheia de malvas
e o marulhar das noites povoadas de peixes voadores
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ver-me antes que a bruma contamine os alicerces
as pedras nacaradas deste vulcão a lava do desejo
subindo à boca sulfurosa dos espelhos
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antes que desperte em mim o grito
dalguma terna Jeanne Hébuterne a paixão
derrama-se quando tua ausência se prende às veias
prontas a esvaziarem-se do rubro ouro
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perco-te no sono das marítimas paisagens
estas feridas de barro e quartzo
os olhos escancarados para a infindável água
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com teu sabor de açúcar queimado em redor da noite
sonhar perto do coração que não sabe como tocar-te
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Al Berto, in 'Salsugem'..
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Margarida diz:
13/Mar/2010 11:28
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Alguien - Mario Benedetti

Alguien
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Alguien limpia la celda
de la tortura
que no quede la sangre
ni la amargura
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alguien pone en los muros
el nombre de ella
ya no cabe en la noche
ninguna estrella
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alguien limpia su rabia
con un consejo
y la deja brillante
como un espejo
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alguien piensa hasta cuando
alguien camina
suenan lejos las risas
una bocina
y un gallo que propone
su canto en hora
mientras sube la angustia
la voladora
.
alguien piensa en afuera
que allá no hay plazo
piensa en niños de vida
y en un abrazo
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alguien quiso ser justo
no tuvo suerte
es difícil la lucha
contra la muerte
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alguien limpia la celda
de la tortura
lava la sangre pero
no la amargura.
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Mario Benedetti
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Carmen diz:
12/Mar/2010 13:38
COM UM BEIJINHO DE FIM DE SEMANA PARA O MEU AMIGO LIBERTÁRIO! TUDO DE BOM PARA SI, VICTOR ;)
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Olá :-)
Pk libertário? Humm, não me parece que seja nem libertário nem ...libertino :-)
Amante e Defensor da Liberdade, sim !
Bjo
Victor Manuel - 2010-03.23
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A valsa das rosas - Sandro Kretus

 

 

domingo, 22 de novembro de 2009

Sandro Kretus (Poesias Avulsas)



A valsa das rosas.
Lembra quando dançávamos a luz do luar, meu amor?
E as rosas giravam, iluminadas, no jardim das petúnias.
Ali nossos corpos rodeavam, deslizando ao som dos violinos
Que alçava-nos a urbe da luz, nos iluminado de azul
Dançávamos ao som do Danúbio, seguido por outra valsa
E mais uma, assim se fazia, sem pensar na hora, mas que hora?
Se não existia, era só nós dois
Dançando a luz da lua
Até nas noites frias, mas que frias?
Se o calor nos aquecia
Em cada dança, ali se fazia
Um passo de magia
E nos bailes de máscaras? Lembra?
Sempre um cavalheiro roubava-te dos meus braços
E mesmo distantes, nossos olhos
Estendiam-se na mesma vértice que nos unia
Éramos um do outro, meu amor
Que adorável companhia
Tê-la ao meu lado, assim
Todos os dias
Agora, uma púgil agonia
Em meu peito se afia
Ao lembrar-me destes momentos
Oh! Que tristeza! Em meu coração se alogia
Desde que partiu
Vivo esta tormenta
A dor me castiga, em infinita sentença
Porque meu amor, me deixaste?
Meu pensamento viaja, tentando encontrar
A substancia que esvaiu do teu corpo, ao postemar-se
Vejo teu sorriso em cada estrela, mas não consigo alcançar-te
Porque meu amor, me deixaste?
As vezes sou capaz de ver-te, dançando no véu da noite
Iluminada, me sorri, sorri, mas não diz nada
E ao alcançar-te em desespero, desapareces
Como nevoeiro,dispersando-se por inteiro
Oh! Espírito iluminado
Porque não me levas contigo?
Quero ficar ao teu lado
Dançando eternamente no luar encantado
Hoje mais um dia, sonho acordado
E ao olhar as petúnias mortas no jardim
Lembro-me de como éramos felizes
Também hoje, mais uma vez, venho trocar as rosas de teu jazigo
E ao sentir tua lápide fria em meus pés
Mais uma lágrima surgi em meu rosto sofrido
Digo-te, meu amor, como sempre digo
Hoje as petúnias estão mortas, mas as rosas girarão, iluminadas
pelo teu sorriso.
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Fontes:
http://sandrokretus.blogspot.com/
http://www.portugal-linha.pt/KRETUS/menu-id-105.html
Imagem = Capa do livro de Sandro, O Jardim Sombrio
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segunda-feira, 22 de março de 2010

História da Gestapo - Jacques Delarue




Apesar da publicação de inúmeras obras, a História da Ocupação Alemã permanece um assunto mal conhecido e muito controvertido. No todo ou em parte, a Gestapo, contribuiu para o alastramento e poderio do Reich hitleriano com crimes hediondos e extermínios em massa e as atividades de espionagem tinham desenvolvido plenamente o tráfico comercial. Jacques Delarue, autor de História da Gestapo, com o duplo desejo de acumular materiais para os historiadores de amanhã e de informar exatamente o leitor de hoje, colheu informações inéditas utilizando fontes até agora desconhecidas, para escrever uma nova e mais importante sequência da Europa ocupada.Esta obra tem por base documentos da época que os acasos da guerra tinham dispersado por numerosas mãos, e que o autor pôde descobrir e recuperar durante uma investigação paciente. Representam uma matéria nova e particularmente rica que foi completada por numerosos testemunhos de sobreviventes, de atores diretos destes acontecimentos. Jacques Delarue nasceu em Bricquebec, na Mancha, em 1919. Depois dos estudos clássicos, tendo seu pai Ihe negado autorização para ser aviador, ele trabalhou na construção aeronáutica. Em 1942, entrou para a polícia. Da Resistência, foi preso durante a Ocupação; com a Libertação - de 1945 a 1952 - ele foi encarregado da liquidação das seqüelas da Ocupação (redes alemãs, Gestapo, crimes de guerra). Este trabalho foi para Jacques Delarue o ponto de partida de seu trabalho de historiador e permitiu-lhe consultar numerosos documentos conservados secretos
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Jacques Delarue

Un article de Wikipédia, l'encyclopédie libre.

Page d'aide sur l'homonymie Cet article concerne le résistant et policier français. Pour l'évêque, voir Jacques Delarue (évêque). Pour les homonymes, voir Delarue.
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Jacques Delarue, né en 1919 à Bricquebec (Manche) est un résistant et ancien policier français.

Sommaire

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Biographie 

Ouvrier aux usines Renault de Boulogne-Billancourt à compter du 5 décembre1935, il est mobilisé dès la déclaration de guerre, mais reste sur place jusqu'au début des hostilités. Incorporé, il est maintenu sous les drapeaux durant la "drôle de guerre" et ne doit sa démobilisation qu'à la réussite du concours de gardien de la paix en 1942. Il intègre la Police Régionale d'État à Limoges et s'engage rapidement dans le mouvement de résistance Combat. Arrêté par la la police française, il est incarcéré à Limoges jusqu'à la libération.
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Réintégré dans la Police, il est appelé en décembre 1945 à la Direction centrale de la police judiciaire pour y traiter les séquelles de la libération, puis la lutte contre ce qui allait devenir l'OAS. Il enquête dès le 16 février1957 dans l'affaire de la villa des Sources, devenue centre de torture du groupe Georges Watin [1] dit « la boîteuse », participant le 22 août 1962 à l'attentat du Petit-Clamart ; et dresse un procès-verbal sur les conséquences de l'affaire du bazooka, attentat commis le 16 janvier 1957 contre le général Raoul Salan, alors commandant de la 10ème région militaire à Alger, mais Jacques Delarue ne séjournera que 3 à 4 semaines en Algérie en février 1957.
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Commissaire divisionnaire honoraire, il est actuellement un des vice-présidents de l'« Association pour des Etudes sur la Résistance Intérieure » (AERI).

Ressources  

  1. Militaires et guérilla dans la guerre d'Algérie De Jean-Charles Jauffret, Maurice Vaïsse, Charles-Robert Ageron

Bibliographie  

  • Les Tatouages du ″milieu″, avec Robert GIRAUD, Ed. la Roulotte, 1950
  • Histoire de la Gestapo, Ed. Fayard, 1962
  • Les nazis sont parmi nous, Ed. du Papillon, 1968
  • Trafics et Crimes sous l'Occupation, Ed. Fayard, 1968
  • Le Métier de Bourreau, Ed. Fayard, 1979
  • L'attentat du Petit-Clamart, avec Odile Rudelle, La Documentation Française 1990
  • L'OAS contre De Gaulle, Ed. Fayard, 1994

Liens externes 

Ce document provient de « http://fr.wikipedia.org/wiki/Jacques_Delarue ».

sábado, 20 de março de 2010

[ Ah, que a mulher dê sempre a impressão de que se fechar os olhos ] - Vinícius de Morais

Assunto: ASAS DE SONHO...
Data: 20/Mar 14:01
PARA QUE ME DEU O SONHO ASAS, SE A VIDA ME COLA AO CHÃO? PARA CHEGAR MAIS ALÉM SÓ POSSO ESTENDER O BRAÇO E ISSO É NADA, NÃO BASTA!...TENHO CÁ DENTRO DE MIM, IMAGENS DE ILHAS LONGÍNQUAS, DOÇURAS DE UM AMOR ETERNO, RAIO DE LUAR ILUMINANDO AS HORAS QUE MAIS RECEIO, A RESPIRAÇÃO PROFUNDA DE UM QUERER ALCANÇADO, UM SORRISO PERFUMADO E COM A LUZ DE MIL SÓIS, SOM DOCE DO MAR IMENSO,QUE A PRAIA BEIJA E ABRAÇA...E, PARA ALÉM DE TUDO ISTO, A MIM PRÓPRIA ME VISLUMBRO, SOLTA, SEM ALGEMAS NEM AMARRAS, COM AS ÁGUIAS NO ALTO VOANDO, LIVRE....LIVRE CORRENDO E ABRAÇANDO AS MADRUGADAS ONDE NASCEM OS POEMAS COM QUE ME CUBRO, CANTANDO. SONHO, PORQUE EM MIM NASCESTE E COM ASAS ME ENFEITASTE, SE A VIDA QUE TEREI SERÁ SEMPRE RENTE AO CHÃO? DÓI EM MIM O INFINITO, QUE ME ESPERA E EU NÃO GHEGO...BARCO ENCALHADO EM TERRA COM A VOZ DO MAR O CHAMANDO...EM ANEXO UM BEIJO!
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Distribuído por  Moranguinho Pereira (hi5)
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( SEM TÍTULO ) 
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Ah, que a mulher dê sempre a impressão de que se fechar os olhos
Ao abri-los ela não estará mais presente
Com seu sorriso e suas tramas. Que ela surja, não venha; parta, não vá
E que possua uma certa capacidade de emudecer subitamente e nos fazer beber
O fel da dúvida. Oh, sobretudo
Que ela não perca nunca, não importa em que mundo
Não importa em que circunstâncias, a sua infinita volubilidade
De pássaro; e que acariciada no fundo de si mesma
Transforme-se em fera sem perder sua graça de ave.
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VINICIUS DE MORAES 
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António Romão: entre o aço e os livros aos quadradinhos


«Apeixonados», por José e Catarina Pinheiro


19.3.10


Apeixonados ()


É com imenso carinho que estamos a criar alguns personagens animados para a dinamização do livro APEIXONADOS a decorrer dia 27 no 1º Encontro Poetas do Mundo em Almada.






'O livro Apeixonados é um livro da autoria de José Pinheiro com ilustrações de sua filha Catarina Pinheiro, uma magica cumplicidade entre pai e filha.
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Apeixonados é um livro-jogo, líquido e compósito, a quatro mãos, que resulta do entrelaço entre os jogos de palavras do pai e dos desenhos da filha, com o objectivo de multiplicar a ternura partilhada e a paixão única pela biodiversidade existente nos rios e nos mares.
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Nesta viagem, os leitores - pais, filhos, professores, educadores, alunos, animadores, artistas e outros, no mínimo em pares - são convidados a descobrir e a identificar, em espaços-tempo de diálogo e de ternura partilhada, os seres viventes nos rios, nos mares e nos oceanos.
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O carácter inovador da obra, a temática central do livro em torno da água, da preservação e conservação em equilíbrio da natureza, a importância do desenvolvimento da ligação Escola-Família-Comunidade a que se liga a Celebração de 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade, são factores, que julgamos assaz importantes, para que este livro seja partilhado pela comunidade educativa.'



Aqui fica registo do processo criativo;-)



Soneto do Orfeu - Vinícius de Morais

Assunto: PEGA DE CARAS
Data: 19/Mar 17:29
NÃO FAZER SEGREDO DO QUE SOMOS PERANTE A VIDA...TIRAR MÁSCARAS E ARMADURAS...É UM DESAFIO QUE SÓ ALGUNS CONSEGUEM. BRAÇOS ABERTOS AO QUE VIER....OU SE É LOUCO, E A ESSES A VIDA POUPA, OU É UM ACTO PENSADO E INTERIORMENTE TRABALHADO...UMA PEGA DE CARAS - DE UM LADO A BESTA, A VIDA ARDILOSA E PLENA DE EXPERIÊNCIA NA DESTRUIÇÃO DE CRIATURAS DE OLHAR SUBMISSO E FRACO. ESPERANDO-A, UMA FORÇA DE MUITO QUERER, DE ALTO SONHAR, HABITUADA A VIVER DE DESAFIOS, QUE ATINGE, COM AQUELE GESTO, OS PÍNCAROS DO SABER DOLOROSAMENTE ARMAZENADO.GRAVADO NA ALMA E NO CORAÇÃO FICARAM AS MEMÓRIAS DE ARMADILHAS PRONTAS A EXPLODIR, RIOS CAUDALOSOS QUE ARRABATAM OS MAIS TEMEROSOS, TEMPESTADES FURIOSAS QUE SÓ SE SACIAM COM O SABOR DA DÔR E DA MORTE.GANHOU BATALHAS, ERGUEU OS SEUS ESTANDARTES, SORRIU Á SOLIDÃO E DESDENHOU DE AMORES FALHADOS. NA CAMINHADA FOI PERDENDO A POUCO E POUCO O MEDO DO INÍCIO, MAS TAMBÉM AS DEFESAS QUE PERECERAM NOS CONFRONTOS E CHEGOU AO MOMENTO FINAL, NU E DEPURADO, MAS SÁBIO E INTEIRO, PREPARADO PARA O DESAFIO. BASTOU UM OLHAR DIRECTO PARA A VIDA SE AFASTAR.É COBARDE, FOGE DAQUELES QUE LHE FAZEM FRENTE MESMO DEPOIS DELA PENSAR QUE OS TINHA ANIQUILADO.O SER HUMANO SÓ PRECISA DE NUNCA ESQUECER A SUA ASA DIVINA E SERÁ SEMPRE O VENCEDOR...EM ANEXO UM BEIJO!
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Distribuído por Moranguinho Pereira  (hi5)
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SONETO DO ORFEU
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São demais os perigos dessa vida

Para quem tem paixão, principalmente
Quando uma lua surge de repente
E se deixa no céu, como esquecida
E se ao luar, que atua desvairado
Vem unir-se uma música qualquer
Aí então é preciso ter cuidado
Porque deve andar perto uma mulher
Uma mulher que é feita de música,
Luar e sentimento, e que a vida
Não quer, de tão perfeita
Uma mulher que é como a própria lua:Tão linda que só espalha sofrimento,Tão cheia de pudor que vive nua.
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VINICIUS DE MORAES 
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Livro de Odete Santos: A Bruxa Hipátia (O cérebro tem sexo?)


Cultura : Livro de Odete Santos: A Bruxa Hipátia (O cérebro tem sexo?)
em 2010/3/20 0:50:00
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A obra foi apresentada por Luísa Mota, presidente da direcção da Associação de Bolseiros de Investigação Científica, no dia 17 de Março (quarta-feira), pelas 18 horas, no Anfiteatro 6.2.53 da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Na sessão esteve presente Jerónimo de Sousa, secretário-geral do Partido Comunista Português
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«Este é um livro sobre mulheres. Não admira, portanto, que tenha por título uma das "bruxas" mais famosas que houve até hoje. Porque as mulheres dotadas de conhecimentos excepcionais eram normalmente tratadas como bruxas. E no caso presente estaremos perante uma "bruxa" com mestrado e doutoramento. De facto, aquela que foi Hipátia de Alexandria, nascida em meados do século IV, foi uma mulher notável que se distinguiu nas áreas da matemática e da astronomia. Este é também um livro pela liberdade de pensamento. Um livro pelo conhecimento e contra todas as ideias obscurantistas. Que continua a haver muitas relativamente às mulheres.»