| Assunto: | Boa Semana! |
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| Data: | 10/Mai 11:49 |
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Textos e Obras Daqui e Dali, mais ou menos conhecidos ------ Nada do que é humano me é estranho (Terêncio)
| Assunto: | Fim de Semana... |
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| Data: | 16/Abr 14:47 |
| Para: | Victor |
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| Assunto: | Bom CarnavalBjo. |
| Data: | 15/Fev 1:22 |
| Assunto: | Fim de Semana... |
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| Data: | 12/Fev 12:23 |
Olá Bom Dia! . Venho desejar uma Sexta-feira divertida e um fim de semana com muita brincadeira carnavalesca,,, sempre ajuda esquecer um pouco o horizonte sombrio que temos pela frente e partilhar um poema de amor (quase) de Miguel Torga, de que gosto e espero também apreciem pois acho que não devemos esquecer os nossos poetas Beijinhos de amizade! | |
| Assunto: | Fim de Semana... |
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| Data: | 29/Jan 19:36 |
Olá, venho apenas desejar um Bom Fim de Semana e enviar beijinhos de amizade! Br.Funscrape.Com | Mais Fim De Semana Recados | |
Trouxe um poema de Pablo Neruda para embelezar a tua página,
beijinhos de terna amizade!
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Enviado por Gioconda do Porto
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POEMA XX
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Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
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Escrever, por exemplo: “A noite está estrelada,
e tiritam, azuis, os astros, ao longe”.
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O vento da noite gira no céu e canta.
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Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Eu a quis, e às vezes ela também me quis.
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Em noites como esta eu a tive entre os meus braços.
A beijei tantas vezes debaixo o céu infinito.
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Ela me quis, às vezes eu também a queria.
Como não ter amado os seus grandes olhos fixos.
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Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Pensar que não a tenho. Sentir que a perdi.
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Ouvir a noite imensa, mais imensa sem ela.
E o verso cai na alma como na relva o orvalho.
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Que importa que meu amor não pudesse guardá-la.
A noite está estrelada e ela não está comigo.
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Isso é tudo. Ao longe alguém canta. Ao longe.
Minha alma não se contenta com tê-la perdido.
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Como para aproximá-la meu olhar a procura.
Meu coração a procura, e ela não está comigo.
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A mesma noite que faz branquear as mesmas árvores.
Nós, os de então, já não somos os mesmos.
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Já não a quero, é verdade, mas quanto a quis.
Minha voz procurava o vento para tocar o seu ouvido.
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De outro. Será de outro. Como antes dos meus beijos.
Sua voz, seu corpo claro. Seus olhos infinitos.
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Já não a quero, é verdade, mas talvez a quero.
É tão curto o amor, e é tão longo o esquecimento.
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Porque em noites como esta eu a tive entre os meus braços,
minha alma não se contenta com tê-la perdido.
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Ainda que esta seja a última dor que ela me causa,
e estes, os últimos versos que lhe escrevo.
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Pablo Neruda, poeta chileno (1904-1973)
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http://www.jefferson.blog.br/2008/08/poema-20-de-pablo-neruda.html
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"Sê paciente; espera
que a palavra amadureça
e se desprenda como um fruto
ao passar o vento que a mereça."
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Eugénio de Andrade
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Enviado por Gioconda do Porto (hi5)
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| "A kiss is more than a touch of lips - . "Un beso es más que un roce de labios -
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"Subway Kiss"
Marty Hatcher
Marty Hatcher is from Dallas, Texas where, she found acceptance and encouragement for her love of art.
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Enviado por Gioconda do Porto
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Que música escutas tão atentamente
que não dás por mim?
Que bosque, ou rio, ou mar?
Ou é dentro de ti
que tudo canta ainda?
Queria falar contigo,
dizer-te apenas que estou aqui,
mas tenho medo,
medo que toda a música cesse
e tu não possas mais olhar as rosas.
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Medo de quebrar o fio
com que teces os dias sem memória.
Com que palavras ou beijos ou lágrimas
se acordam os mortos sem os ferir,
sem os trazer a esta espuma negra
onde corpos e corpos se repetem,
parcimoniosamente, no meio de sombras?
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Deixa-te estar assim,
ó cheia de doçura,
sentada, olhando as rosas,
e tão alheia
que nem dás por mim...
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Eugénio de Andrade
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ebs-santana.pt/biblioteca/aulasport.pdf
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Enviado por Gioconda do Porto (hi5)
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http://srv0204-03.sjc3.imeem.com/
Imagem: http://2.bp.blogspot.com/
Poema: http://olhares.aeiou.pt/
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Enviado por Gioconda do Porto
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| Assunto: | Lusofonia... |
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| Data: | 10/Jun 14:55 |
Em homenagem à língua de Camões, da qual me orgulho não só por representar a minha identidade, distinguindo-me dos outros povos e culturas, como constitui também um elo de ligação entre os povos dos "Países Lusófonos", resolvi partilhar um poema de Maximiano Augusto Gonçalves, poeta brasileiro, que encontrei neste endereço: http://www.ciberduvidas.com/antologia.php?subtype=Brasil e com o qual me identifico no dia de hoje, "Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas"
.* Maximiano Augusto Gonçalves.Ó língua de Camões, de estrofes sonorosas, que Netuno aprendeu para encantar sereias, idioma que ensinou às virgens amorosas a ternura que vibra em trovas e epopeias! . Língua de Bernardim, de lendas lacrimosas, se cantas o furor das guerras, estrondeias, mas, se falas de amor em xácaras saudosas, qual meigo rouxinol, suavíssimo, gorjeias! . Língua que fez chorar a França soberana, com frases de paixão de Freira Lusitana, que em teu altar queimou o coração febril: . Língua do Amor, do Bem, da Paz e da Bondade, sete-estrêlo a ligar por toda a eternidade o heróico Portugal ao seu irmão – BRASIL! . Espero que gostem tanto como eu. Um beijinho de amizade Gi | |
| Assunto: | Partilhar poesia... |
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| Data: | 8/Jun 17:03 |
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. Dai-me rosas e lírios, . Quaisquer flores, logo que sejam muitas... Não, nem sequer muitas flores, falai-me apenas . Em me dardes muitas flores, Nem isso... Escutai-me apenas pacientemente quando vos peço . Que me deis flores, Sejam essas as flores que me deis... . Ah, a minha tristeza dos barcos que passam no rio, Sob o céu cheio de sol! A minha agonia da realidade lúcida! Desejo de chorar absolutamente como uma criança . Com a cabeça encostada aos braços cruzados em cima da mesa, E a vida sentida como uma brisa que me roçasse o pescoço, Estando eu a chorar naquela posição. . O homem que apara o lápis à janela do escritório Chama pela minha atenção com as mãos do seu gesto banal. Haver lápis e aparar lápis e gente que os apara à janela, é tão estranho! . É tão fantástico que estas coisas sejam reais! Olho para ele até esquecer o sol e o céu. E a realidade do mundo faz-me dor de cabeça. . A flor caída no chão. A flor murcha (rosa branca amarelecendo) Caída no chão... Qual é o sentido da vida? . [ÁLVARO DE CAMPOS] . Fernando Pessoa . Enviado por Gioconda do Porto (hi5) . . | |
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As Rosas
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Rosas que desabrochais,
Como os primeiros amores,
Aos suaves resplendores
Matinais;
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Em vão ostentais, em vão,
A vossa graça suprema;
De pouco vale; é o diadema
Da ilusão.
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Em vão encheis de aroma o ar da tarde;
Em vão abris o seio úmido e fresco
Do sol nascente aos beijos amorosos;
Em vão ornais a fronte à meiga virgem;
Em vão, como penhor de puro afeto,
Como um elo das almas,
Passais do seio amante ao seio amante;
Lá bate a hora infausta
Em que é força morrer; as folhas lindas
Perdem o viço da manhã primeira,
As graças e o perfume.
Rosas que sois então? – Restos perdidos,
Folhas mortas que o tempo esquece, e espalha
Brisa do inverno ou mão indiferente.
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Tal é o vosso destino,
Ó filhas da natureza;
Em que vos pese à beleza,
Pereceis;
Mas, não... Se a mão de um poeta
Vos cultiva agora, ó rosas,
Mais vivas, mais jubilosas,
Floresceis.
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Machado de Assis, in 'Crisálidas'
(http://www.citador.pt/)
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Enviado Por Gioconda do Porto (hi5) - 3/Jun 15:48
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