Mostrar mensagens com a etiqueta Antigo Testamento. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Antigo Testamento. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 26 de maio de 2026

Helder Moura - (1000) “Tudo é vão. Porque tudo é em vão”

* hélder moura

 

Escrevi este artigo que aqui será o último a 2 de janeiro de 2019. Eis a sua reprodução, com os meus agradecimentos aos que me foram acompanhando neste percurso.

 Vacuidade de vacuidades: todas as coisas são vacuidade, Eclesiastes.

 O destino do tolo também a mim acontecerá. Então porque me tornei sábio?

 Embora o ser humano se esforce para procurar, não encontrará o que procura.

Não existe coisa boa para o ser humano debaixo do Sol a não ser comer e beber e sentir prazer.

 Com os conhecimentos científicos que atualmente temos, não parece apresentar grandes dificuldades a definição do que deve o ‘ser humano’ ser. Tudo parecemos já saber sobre a sua biologia, fisiologia, química, psicologia, etc., dando já quase como certo como deverá viver o seu futuro.

Ficamos no entanto, sempre um pouco desconfiados com tanta recém-certeza, dado os presentes quase sempre adiados para um futuro que nos foram dizendo estar aí sempre à porta, com as perspetivas assentes em algoritmos científicos controlados por enquanto às escondidas pelos que manhosamente se creem e autointitulam como sendo os merecidamente escolhidos novos donos disto tudo.

Há, contudo, uma outra forma para conhecermos, reconhecermos, quais são as características da vivência do ‘ser humano’, recorrendo antes a escritos milenares em que nos revemos revelados.

 Esses escritos baseiam-se na ideia de que a experiência, trazida pelos muitos anos vividos, pode servir de guia para as gerações seguintes. Partem da observação da vida e da necessidade de lidar com os seus diversos problemas e situações, muitas vezes com instruções práticas sobre a forma como a devíamos viver, outras vezes com críticas e reflexões interrogativas sobre o sentido da vida, morte, justiça, vida social, o mal, a natureza da sabedoria etc.

Esses escritos inscrevem-se naquilo que se costuma catalogar como “literatura de sabedoria”. Não faltam exemplos que se reportam aos muito antigos tempos da Suméria, Babilónia, Assíria, Egito e Grécia. São, por exemplo, os casos do mito da criação Enuma Elish (c. 1800 a.C.) e do épico de Gilgamesh (2800 a 2500 a.C.), onde a descrição do Dilúvio e das indicações para sobrevivência ao mesmo, são muito anteriores às descritas na Bíblia. Outros exemplos: o poema sumério Instruções de Suruppak (2500 a. C.),e os Trabalhos e Dias (700 a.C.) do poeta grego Hesíodo.

Também a enigmática e, talvez por isso igualmente inesgotável Bíblia, contém vários destes escritos de sabedoria, apresentados como Livros Sapienciais do Antigo Testamento: Salmos, Odes, Provérbios, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos, Job, Sabedoria de Salomão, Eclesiástico, Salmos de Salomão.

Um desses escritos que nos dá essa sensação de ser um escrito de sempre e para sempre, é o Eclesiastes, incorretamente atribuído a Salomão (990 a 930 a.C.)  e que os especialistas atuais datam de 580 a 200 a. C., do qual reproduzo aqui alguns excertos, começando pela sua afirmação inicial:as de Eclesiates, filho de David, rei de Israel em Jerusalém.

Vacuidade de vacuidades: todas as coisas são vacuidade.

 /Que vantagem existe para o ser humano/ em todo o seu esforço com que se esforça debaixo do Sol? / Uma geração passa; e uma geração chega; / e a terra fica de pé para sempre.

[…] Aquilo que aconteceu, isso mesmo irá acontecer. / E aquilo que foi feito, isso mesmo será feito. / Nada de novo existe debaixo do Sol. / Quem dirá e afirmará: “Eis que isto é novo”? /Isso já aconteceu nas idades que existiram antes de nós. / Não existe memória de pessoas anteriores, / nem dos que nasceram depois.

[…] “O destino do tolo também a mim acontecerá. / Então porque me tornei sábio?

[…] Não há nada de bom no ser humano.

[…] Para todas as coisas há um tempo; / e há um tempo para todo o assunto debaixo do céu. / Tempo de dar à luz e tempo de morrer; / Tempo de plantar e tempo de arrancar o que foi plantado; / Tempo de matar e tempo de curar; / Tempo de deitar abaixo e tempo de construir; / Tempo de chorar e tempo de rir; / Tempo de estar de luto e tempo de dançar; /Tempo de atirar pedras e tempo de juntar pedras; /Tempo de abraçar e tempo de estar longe de um abraço; /Tempo de procurar e tempo de perder; / Tempo de guardar e tempo de atirar fora; / Tempo de rasgar e tempo de coser; / Tempo de calar e tempo de falar; / Tempo de amar e tempo de odiar; / Tempo de guerra e tempo de paz.

Que vantagem tem quem faz as coisas que faz?

[…] “Deus julgará o justo e o ímpio, / pois há um tempo para todo o assunto / e para toda a obra.”

[…] Acerca da fala de filhos do ser humano: / Pois Deus julgá-los-á / para mostrar que também eles são gado.” / Pois destino de filhos do ser humano / e destino do gado: / O destino de ambos é um. Assim como é a morte de um, do mesmo modo é morte do outro: / O espírito de todos é só um. / E o ser humano sobreleva em quê ao gado? / Nada. Porque todas as coisas são vacuidade. / Todas as coisas vão para um só lugar: / Todas as coisas vêm do pó; / e todas as coisas voltarão para o pó.

E eu voltei-me e vi a vacuidade debaixo do Sol. / Existe um solitário e não existe um segundo que lhe faça companhia: / pois não tem filho nem irmão. / Não há fim para todo o seu esforço; / e o olho dele não se satisfaz com riqueza. / “Para quem me esforço e privo a minha vida de felicidade?” / Pois, isto é vacuidade e uma preocupação negativa. / “Melhores são dois que um, / porque têm uma boa recompensa para o seu esforço. / Pois se caírem, um levantará o seu amigo. / E ai daquele que, quando cair, / não tenha outro para o levantar! / Pois se dois dormirem juntos, terão calor; / Um sozinho, como se aquecerá? / E se um for dominado, / dois estarão do lado dele; / E a corda tripla não será depressa quebrada. / Melhor é um rapaz pobre e sábio / do que um rei velho e tolo, / que já não soube dar atenção”.

Um bom nome é melhor do que azeite; / e o dia da morte de alguém é melhor do que o dia do seu nascimento. / É melhor entrar numa casa de luto / do que entrar numa casa de bebida, / porque esse luto é o fim de todo o ser humano / e o vivo dá-lo-á ao seu coração. / A ira é melhor do que o riso, / pois na má disposição do rosto o coração sentir-se-á bem. / O coração dos sábios reside em casa de sofrimento, / e o coração dos tolos, em casa de alegria. / É melhor ouvir a repreensão do sábio / do que um homem que ouve uma canção de tolos.

E louvei o prazer, / porque não existe coisa boa para o ser humano debaixo do Sol / a não ser comer e beber e sentir prazer.

[…] Foi então que vi todas as obras de Deus, / pois nenhum ser humano conseguirá / descobrir o feito que é feito debaixo do Sol. / Embora o ser humano se esforce para procurar, / não encontrará o que procura.

Vacuidade é algo que está em todas as coisas. / O mesmo destino existe para o justo e para o ímpio; / para o bom e para o mau; / para o puro e para o impuro, / para o que sacrifica e para o que não sacrifica. / O homem bom é como o pecador; / o que jura é como o que receia jurar. / Isto é um mal em tudo o que é feito debaixo do Sol: / o facto de ser só um o destino de todos.

[…] Pois os vivos saberão que vão morrer; / e os mortos não têm noção de nada. / Não há para eles recompensa, / porque foi olvidada a memória deles. / De facto, o amor deles e o ódio deles / e a inveja deles já pereceu; / E não lhes cabe nunca mais porção / em tudo o que é feito debaixo do Sol. / Vai, come o teu pão com prazer; / e bebe de bom ânimo o teu vinho, / porque Deus já aprovou as tuas obras. / […] Vê a vida com a mulher que tu amaste, / todos os dias da tua vida de vacuidade / que te são dados debaixo do Sol; / todos os dias da tua vacuidade, / porque isto é a tua porção na tua vida / e no teu esforço, com o qual te esforças debaixo do Sol.

[…] Que não é aos céleres que a corrida pertence; / nem aos fortes pertence a guerra; / nem aos sábios, o pão; / nem aos compreensivos, a riqueza; / nem aos inteligentes, a beleza; / porque tempo e destino acontecerão a todos eles.

[…] Vacuidade das vacuidades – disse o Eclesiastes -, tudo é vacuidade

Eclesiastes, como aquele que preside ou convoca uma assembleia, foi opção para o título escolhido pelo autor (desconhecido), apresentando-se como se fosse o próprio rei Salomão a escrevê-lo, um pseudo-Salomão. Percebe-se a escolha:

 “confere credibilidade ao discurso cético acerca do valor da riqueza e dos bens materiais. Quem melhor que Salomão, detentor e dono de tudo (sabedoria, poder, riqueza, mulheres), para nos dizer que tudo o que acontece é ilusão? Para se compreender a profunda semelhança entre ‘tudo’ e ‘nada’, é preciso ter tido a experiência desse tudo. É preciso ter experimentado tudo”.

Alguns dos temas tratados referem-se ao propósito desta vida, à vida após a morte, à realidade do mal e da morte, à justiça retributiva das recompensas ou castigos de acordo com a obediência ou desobediência do ser humano.

Apesar de nas traduções tradicionais iniciarem o escrito com: “Palavras de Eclesiastes, filho de David, rei de Israel em Jerusalém: vaidade de vaidades – disse o Eclesiastes -, vaidade de vaidades, todas as coisas são vaidade”, Frederico Lourenço explica-nos que o termo grego “vaidade” não remete para a aceção narcisista de uma pessoa vaidosa, mas para a qualidade daquilo que é “em vão”. Pelo que optou traduzi-lo por “vacuidade”, ficando mais clara a afirmação de Eclesiastes, segundo a qual tudo é vão, porque tudo é em vão.

Surpreende a solução apontada por Eclesiastes para minorar a insatisfação humana, preconizando a contribuição do comer, beber e gozar do bem-estar, embora reconhecendo ao mesmo tempo que o apetite do ser humano não possa ser suscetível de satisfação.

 Apontando para a impossibilidade da felicidade individual, também não acredita que ela possa ser alcançada coletivamente. E uma vez que bons e maus são tratados da mesma forma, tal significará que não existirá o bem comum, pelo que não vale a pena lutar por ele.

Interessante uma das justificações para a vivência a dois: a cama ficar mais quente.

 Outro ponto importante tem que ver com a consciência de que todos os seres vivos da terra têm um mesmo destino comum. Ou seja, homens e animais ao terem todos o mesmo destino, faz com que o ser humano não seja considerado superior ao animal.

Como é que tal escrito é repescado e sucessivamente integrado na Bíblia, é algo que só os teólogos poderão aclarar. Mas que se trata de um texto para todo o tempo, profundamente atual, ninguém poderá duvidar. Os algoritmos utilizados por Eclesiastes estavam corretos, e com a vantagem de não nos condicionarem

Nota: Frederico LourençoBíblia, Antigo Testamento, Os Livros Sapienciais.

 https://otempoemquevivemosotempoemquevivemos.blogs.sapo.pt/

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.

Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.
Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar;
Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;
Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar;
Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora;
Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;
Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.
Que proveito tem o trabalhador naquilo em que trabalha?
Tenho visto o trabalho que Deus deu aos filhos dos homens, para com ele os exercitar.
Tudo fez formoso em seu tempo; também pôs o mundo no coração do homem, sem que este possa descobrir a obra que Deus fez desde o princípio até ao fim.
Já tenho entendido que não há coisa melhor para eles do que alegrar-se e fazer bem na sua vida;
E também que todo o homem coma e beba, e goze do bem de todo o seu trabalho; isto é um dom de Deus.
Eu sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe deve acrescentar, e nada se lhe deve tirar; e isto faz Deus para que haja temor diante dele.
O que é, já foi; e o que há de ser, também já foi; e Deus pede conta do que passou.
Vi mais debaixo do sol que no lugar do juízo havia impiedade, e no lugar da justiça havia iniqüidade.
Eu disse no meu coração: Deus julgará o justo e o ímpio; porque há um tempo para todo o propósito e para toda a obra.
Disse eu no meu coração, quanto a condição dos filhos dos homens, que Deus os provaria, para que assim pudessem ver que são em si mesmos como os animais.
Porque o que sucede aos filhos dos homens, isso mesmo também sucede aos animais, e lhes sucede a mesma coisa; como morre um, assim morre o outro; e todos têm o mesmo fôlego, e a vantagem dos homens sobre os animais não é nenhuma, porque todos são vaidade.
Todos vão para um lugar; todos foram feitos do pó, e todos voltarão ao pó.
Quem sabe que o fôlego do homem vai para cima, e que o fôlego dos animais vai para baixo da terra?
Assim que tenho visto que não há coisa melhor do que alegrar-se o homem nas suas obras, porque essa é a sua porção; pois quem o fará voltar para ver o que será depois dele?

Eclesiastes 3:1-22
https://www.bibliaonline.com.br/acf/ec/3

sábado, 17 de dezembro de 2011

Thomas Edward Lawrence ~ Os Sete Pilares da Sabedoria


Todos os homens sonham, mas não da mesma forma. Os que sonham de noite, nos recessos poeirentos das suas mentes, acordam de manhã para verem que tudo, afinal, não passava de vaidade. Mas os que sonham acordados, esses são homens perigosos, pois realizam os seus sonhos de olhos abertos, tornando-os possíveis. — T.E. Lawrence, Os Sete Pilares da Sabedoria.


Seven Pillars of Wisdom (em português, Os Sete Pilares da Sabedoria) é um clássico da literatura mundial, designado por Winston Churchill como "um dos maiores livros já escritos na língua inglesa". Narra a participação de seu autor, Thomas Edward Lawrence, conhecido universalmente como Lawrence da Arábia, no movimento nacionalista árabe contra a dominação turca, como parte do esforço britânico na Primeira Guerra Mundial para derrotar a Alemanha, da qual a Turquia era aliada.
Seu título é uma alusão a uma frase da Bíblia, no Livro dos Provérbios (IX,1).
Escrito originalmente em 1919, Lawrence perde os manuscritos na Estação ferroviária de Reading. Uma segunda versão é finalizada no ano seguinte, mas, insatisfeito com o resultado, o autor a destrói. Finalmente em 1926, Lawrence escreve uma terceira versão, revisada por George Bernard Shaw e distribuído em uma edição artesanal restrita a amigos e escritores. Foi publicado pela primeira vez em 1935.
O escritor britânico E.M. Forster assim resume seu conteúdo: "Descreve a revolta na Arábia contra os turcos, vista por um inglês que nela tomou parte. No que seria aparentemente uma simples crônica militar, Lawrence da Arábia teceu um painel inusitado de retratos, descrições, filosofias, emoções, aventuras e sonhos. Para levar a cabo sua missão, serviu-se de uma extraordinária erudição, uma memória impecável, um estilo que ele próprio inventou...uma total desconfiança em si mesmo e uma fé ainda maior".
Em 1962 o épico do deserto é levado às telas de cinema. Sob a direção de David Lean, o filme Lawrence of Arabia ganhou sete oscars e a consagração do American Film Institute como um dos dez melhores filmes de todos os tempos.
.

Title

The title comes from the Book of Proverbs, 9:1: "Wisdom hath builded her house, she hath hewn out her seven pillars" (KJV). Prior to the First World War, Lawrence had begun work on a scholarly book about seven great cities of the Middle East,[2] to be titled Seven Pillars of Wisdom. When war broke out, it was still incomplete and Lawrence stated that he ultimately destroyed the manuscript.
The Seven Pillars of Wisdom rock formation inWadi Rum
Later, during the Arab Revolt of 1917–18, Lawrence based his operations in Wadi Rum (now a part of Jordan), and one of the more impressive rock formations in the area was named by Lawrence "The Seven Pillars of Wisdom".[citation needed] In the end, Lawrence decided to use this evocative title for the memoirs he penned in the aftermath of the war.
While the title might seem better suited to the former book than the latter, a line from the dedicatory poem (to "S.A.", possibly Selim Ahmed) at the start of the book helps explain Lawrence's interpretation of the Biblical "seven pillars" and their relevance to the Arab Revolt:
I loved you, so I drew these tides of

Men into my hands

And wrote my will across the

Sky and stars

To earn you freedom, the seven

Pillared worthy house,
That your eyes might be
Shining for me
When we came

Death seemed my servant on the
Road, 'til we were near
And saw you waiting:
When you smiled and in sorrowful
Envy he outran me
And took you apart:
Into his quietness

Love, the way-weary, groped to your body,
Our brief wage
Ours for the moment
Before Earth's soft hand explored your shape
And the blind
Worms grew fat upon
Your substance

Men prayed me that I set our work,
The inviolate house,
As a memory of you
But for fit monument I shattered it,
Unfinished: and now
The little things creep out to patch
Themselves hovels
In the marred shadow
Of your gift.
A variant last line of that first stanza—reading "When we came"—appears in some editions; however, the 1922 Oxford text (considered the definitive version; see below) has "When I came". The poem originated as prose, submitted by letter to Robert Graves, who edited the work heavily into its current form, rewriting an entire stanza and correcting the others.
.

External links

Obras



To S.A.


I loved you, so I drew these tides of men into my hands and wrote my will across the sky in stars
To earn you Freedom, the seven-pillared worthy house, that your eyes might be shining for me
                                              When we came.


Death seemed my servant on the road, till we were near and saw you waiting:
When you smiled, and in sorrowful envy he outran me and took you apart:
                                        Into his quietness.


Love, the way-weary, groped to your body, our brief wage ours for the moment
Before earth's soft hand explored your shape, and the blind worms grew fat upon
                                            Your substance.


Men prayed me that I set our work, the inviolate house, as a menory of you.
But for fit monument I shattered it, unfinished: and now
The little things creep out to patch themselves hovels in the marred shadow
                                              Of your gift.

Mr Geoffrey Dawson persuaded All Souls College to give me leisure, in 1919-1920, to write about the Arab Revolt. Sir Herbert Baker let me live and work in his Westminster houses.
The book so written passed in 1921 into proof; where it was fortunate in the friends who criticized it. Particularly it owes its thanks to Mr. and Mrs. Bernard Shaw for countless suggestions of great value and diversity: and for all the present semicolons.
It does not pretend to be impartial. I was fighting for my hand, upon my own midden. Please take it as a personal narrative piece out of memory. I could not make proper notes: indeed it would have been a breach of my duty to the Arabs if I had picked such flowers while they fought. My superior officers, Wilson, Joyce, Dawnay, Newcombe and Davenport could each tell a like tale. The same is true of Stirling, Young, Lloyd and Maynard: of Buxton and Winterton: of Ross, Stent and Siddons: of Peake, Homby, Scott-Higgins and Garland: of Wordie, Bennett and MacIndoe: of Bassett, Scott, Goslett, Wood and Gray: of Hinde, Spence and Bright: of Brodie and Pascoe, Gilman and Grisenthwaite, Greenhill, Dowsett and Wade: of Henderson, Leeson, Makins and Nunan.
And there were many other leaders or lonely fighters to whom this self-regardant picture is not fair. It is still less fair, of course, like all war-stories, to the un-named rank and file: who miss their share of credit, as they must do, until they can write the despatches.
T. E. S.
Cranwell, 15.8.1926

Table of Contents


SemiPD-icon.svg
SemiPD-icon.svgThis work is in the public domain in countries where the copyright term is the author's life plus 75 years or less.



domingo, 7 de agosto de 2011

Eclesiastes 31 Tudo tem o seu tempo


.

Carregado por  em 18 de Mar de 2008
www.wiseup.com.br

Tudo tem o seu tempo.
(Baseado no texto biblico que se encontra em Eclesiastes 3:1)
.
.
.
Carregado por  em 26 de Nov de 2008
Emocionante. Tocante. Surpreendente mensagem. Baseada em Eclesiastes.
.
.


.

Carregado por  em 17 de Dez de 2009
Velho Testamento (Livro 21)
Autor: Salomão

Eclesiastes 31 Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu:2 há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou;3 tempo de matar e tempo de curar; tempo de derribar e tempo de edificar;4 tempo de chorar e tempo de rir; tempo de prantear e tempo de saltar de alegria;5 tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar e tempo de afastar-se de abraçar;6 tempo de buscar e tempo de perder; tempo de guardar e tempo de deitar fora;7 tempo de rasgar e tempo de coser; tempo de estar calado e tempo de falar;8 tempo de amar e tempo de aborrecer; tempo de guerra e tempo de paz.9 Que proveito tem o trabalhador naquilo com que se afadiga?10 Vi o trabalho que Deus impôs aos filhos dos homens, para com ele os afligir.11 Tudo fez Deus formoso no seu devido tempo; também pôs a eternidade no coração do homem, sem que este possa descobrir as obras que Deus fez desde o princípio até ao fim.12 Sei que nada há melhor para o homem do que regozijar-se e levar vida regalada;13 e também que é dom de Deus que possa o homem comer, beber e desfrutar o bem de todo o seu trabalho.14 Sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe pode acrescentar e nada lhe tirar; e isto faz Deus para que os homens temam diante dele.15 O que é já foi, e o que há de ser também já foi; Deus fará renovar-se o que se passou.16 Vi ainda debaixo do sol que no lugar do juízo reinava a maldade e no lugar da justiça, maldade ainda.17 Então, disse comigo: Deus julgará o justo e o perverso; pois há tempo para todo propósito e para toda obra.18 Disse ainda comigo: é por causa dos filhos dos homens, para que Deus os prove, e eles vejam que são em si mesmos como os animais.19 Porque o que sucede aos filhos dos homens sucede aos animais; o mesmo lhes sucede: como morre um, assim morre o outro, todos têm o mesmo fôlego de vida, e nenhuma vantagem tem o homem sobre os animais; porque tudo é vaidade.20 Todos vão para o mesmo lugar; todos procedem do pó e ao pó tornarão.21 Quem sabe se o fôlego de vida dos filhos dos homens se dirige para cima e o dos animais para baixo, para a terra?22 Pelo que vi não haver coisa melhor do que alegrar-se o homem nas suas obras, porque essa é a sua recompensa; quem o fará voltar para ver o que será depois dele?
.