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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Resumen de Estudio en Escarlata - Arthur Conan Doyle



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Resumen de Estudio en Escarlata
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Esta novela de misterio creada por el escritor escocés Arthur Conan Doyle, cuyo lanzamiento se produjo en julio de 1887, constituye la carta de presentación del famoso detective Sherlock Holmes y marca el inicio de la serie de aventuras protagonizadas este mítico personaje, las cuales fueron dadas a conocer a través de distintos libros.
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En “Estudio en Escarlata”, una obra que llegó a ser ilustrada por el padre del autor y, en un principio, había sido bautizada “Una madeja enmarañada”, Doyle narra el inicio de la relación establecida entre el investigador y su fiel e inseparable amigo Doctor Watson (quien a poco de conocerlo consigue descubrir la afición de Holmes hacia el violín, el tabaco de pipa y la resolución de casos complejos), y seduce al lector con un relato policial inspirado en un caso real ocurrido en Londres: la desaparición de un panadero alemán llamado Urban N. Stanger.
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En este contexto, la intriga se desencadena a partir de que el legendario detective es convocado para hallar al culpable de un asesinato. La escena del crimen le ofrece una casa desierta, un cadáver que aparenta no tener heridas, el desconcierto de algunos oficiales de Scotland Yard y una misteriosa frase escrita con sangre en una pared. El desafío de Holmes, pues, es acumular pruebas, determinar cuáles de esas podrían ser pistas falsas y llegar a encontrar, junto a su flamante compañero de habitación, al criminal verdadero.
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Es importante destacar que “Estudio en Escarlata” está dividida en dos partes. La primera se caracteriza por estar narrada en primera persona por Watson, razón por la cual recibió el nombre de “Reimpresión de las memorias de John H. Watson, doctor en medicina y oficial retirado del Cuerpo de Sanidad”, mientras que la segunda se titula “La tierra de los santos” y tiene como objetivo explicar los misterios planteados a lo largo del libro.

Publicado por Julián Pérez Porto el 6 de Abril de 2009
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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

El signo de los cuatro, de Arthur Conan Doyle

Poemas del Alma


4
Ene

El signo de los cuatro, de Arthur Conan Doyle

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Publicado por Verónica Gudiña
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Las almas inquietas que aman los misterios y acostumbran leer materiales literarios donde se plantean desafíos y existen enigmas por resolver no deberían dejar de conocer las vivencias de Sherlock Holmes, un inteligente y hábil detective asesor que se gestó en 1887 en la mente de un gran escritor.
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El signo de los cuatroAunque sólo es una criatura de ficción, este investigador inventado por Sir Arthur Conan Doyle logró imponerse en el mundo entero como un referente en el campo de las investigaciones y la resolución de misterios.
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“Estudio en Escarlata”, una novela publicada en julio de 1887, fue el primer trabajo de Doyle que tuvo como protagonista al famoso detective. A esos libros le siguieron “El signo de los cuatro”, “El sabueso de los Baskerville” y “El valle del terror”.
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El segundo relato mencionado, según se desprende de algunos antiguos datos, nació en 1889, en el marco de una cena entre Arthur Conan Doyle, Oscar Wilde y Joseph Marshall Stoddart, el editor de la revista estadounidense “Lippincott”�s Magazine”.
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Durante esa velada, el padre de Holmes se comprometió a elaborar un relato que tuviese al investigador como protagonista y así nació “El signo de los cuatro”, una de las tantas propuestas interesantes de Doyle.
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Un crimen enigmático es, como podrá imaginar más de un fanático de Sherlock, la base argumental de este libro que invita al lector a conocer el problema de Miss Mary Morstan, una muchacha que desconoce desde hace una década el paradero de su padre y que, una vez por año, suele recibir una cajita con una valiosa perla en su interior.
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Acción, razonamientos lógicos al servicio de la resolución de un caso misterioso, amor y aventuras son algunos de los elementos que ayudan a que esta novela sea atractiva aún cuando ya han pasado más de cien años desde su creación.

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domingo, 23 de dezembro de 2007

Literatura Policial - alguns autores

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Polícias e ladrões

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Advogados, detectives, criminosos, simples curiosos: a literatura policial e criminal está cheia de figuras que se tornaram mais conhecidas que os seus próprios autores.



Maigret

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O inspector Maigret é uma das mais célebres personagens da literatura policial. Como Sherlock Holmes ou Poirot, tornou-se objecto de culto graças aos 84 mistérios de que foi protagonista.

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Maigret é, originalmente, de uma zona rural. Foi para Paris para estudar medicina, mas acabou por se juntar à Polícia, tendo chegado ao cargo de superintendente. Amante da boa comida (a sua mulher é uma excelente cozinheira), é também um grande bebedor. Ao longo das páginas das novelas de Simenon, são consumidas muitas cervejas (contas feitas, mais do que parece ser possível) para além de vinho e Calvados, acompanhados, no curso dos interrogatórios, por indispensáveis sanduíches e por um cachimbo.

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As novelas de Maigret apresentam quase sempre crimes violentos, centrando-se a análise humana nos motivos que levam uma pessoa a matar outra. Apesar de tudo, há um lado optimista, nostálgico e esperançoso da vida que Simenon deixa transparecer. Entre os livros mais célebres do inspector Maigret encontra-se O Homem Que Via Passar os Comboios (1938).

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Tom Ripley

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Tom Ripley, personagem de Patricia Highsmith que surgiu já em vários romances da autora, tem a particularidade de ser protagonista e simultaneamente o criminoso da história. Mas um crimonoso muito especial.Ripley surge em O Talentoso Mr. Ripley como um homem que, fascinado pelo modo de vida de uma classe abastada, um mundo a que tem acesso através de Dickie Greenleaf, decide que quer ser Greenleaf, e todos os meios se justificam para conseguir permanecer nesse mundo. Ripley age sem que qualquer compulsão moral conduza os seus actos, e é esta amoralidade que faz dele uma personagem ao mesmo tempo repugnante e simpática. Acompanhamos a justificação dos seus actos e vemos o mundo pelos seus olhos; entramos num mundo que não se rege pelas mesmas regras.

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Perry Mason

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O advogado Perry Mason, criado por Erle Stanley Gardner, surgiu como personagem no início dos anos 30, depois de alguns anos de histórias policiais de estilo sensacionalista publicadas pelo autor, também ele advogado. Perry Mason é um advogado criminalista capaz, nas novelas iniciais, de utilizar a força e métodos menos ortodoxos para conseguir provar a inocência dos seus clientes perante o tribunal. A personagem tornou-se, com o passar do tempo, mais branda nos seus métodos, sem com isso perder a obstinação que o levava, por meio de raciocínios e interrogatórios brilhantes às testemunhas, a sair triunfante e a ilibar os seus clientes.

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Perry Mason não actuava sozinho. Da sua equipa faziam parte o investigador Paul Drake e Della Street, a secretária fiel. As relações possíveis entre Mason e Della são um dos ingredientes activos das novelas: os leitores especulavam sobre qual a natureza do seu relacionamento - estritamente profissional? E iria Gardner, alguma vez, casá-los? A indefinição mantinha-se; Mason chega, por duas ou três vezes, a declarar-se a Della, mas esta não o aceita como marido, embora seja capaz de fazer tudo por ele, alegando que ele não é o tipo de homem feito para ser casado.

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Perry Mason tornou-se o mais célebre advogado protaagonista de romances policiais. Adaptações a teatro, a cinema e a televisão ajudaram a popularizá-lo ainda mais.

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Veja aqui alguns dos mistérios de Perry Mason.

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Sherlock Holmes

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O mais famoso dos detectives, a mais célebre figura da literatura policial, a grande criação de Arthur Conan Doyle, que o lança em 1887. Tão célebre que existe hoje, para esta personagem, um museu, em Londres, e inúmeras sociedades a ele dedicadas.

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Alguns elementos são fundamentais para a caracterização de Holmes: o chapéu, o cachimbo, o violino (que tocava terrivelmente, mas sem o qual não passava), e Watson. Watson é o companheiro fiel das suas aventuras de investigação criminal. Sem Watson, Sherlock não seria o mesmo. É este quem quase sempre narra a s suas aventuras e nos apresenta o mestre do disfarce e da dedução lógica. A partir de um simples detalhe, insignificante para qualquer outra pessoa - como uma mancha de lama num vestido, por exemplo - Holmes é capaz de concluir inúmeros factos sobre a vida daqueles que o consultam ou com quem se cruza no decurso das investigações. Como chega ele às suas conclusões? «Elementar, meu caro Watson!», é a sua resposta mais famosa. Nos contos e novelas que protagoniza, e segundo as palavras de Watson, Holmes eleva a dedução lógica à categoria de ciência exacta.

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Homem de hábitos britânicos, Holmes é também dono de um espírito agitado e capaz de todos os imprevistos quando se trata de resolver mistérios. Só ocupando a sua mente consegue fugir do estado melancólico que o ataca quando está entediado. Quase tão importante quanto Watson é o professor Moriarty, mestre do crime e seu inimigo mortal, o único capaz de fazer frente e Holmes. Mais do que a oposição entre o Bem e o Mal, trata-se aqui do confronto entre dois espíritos brilhantes.

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Veja aqui as obras completas de Sherlock Holmes.

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Hercule Poirot
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Hercule Poirot, a mais célebre personagem de Agatha Christie, não é francês, mas belga. Um pormenor mais numa figura que deve muito da sua fama aos pormenores. Como em tantas outras grandes figuras da literatura criminal, há alguns traços que repetidamente nos definem este detective: o bigode, artístico e perfeitamente simétrico; o gosto pela geometria (que se vê, por exemplo, na decoração da sua casa) e pela organização. De hábitos firmados, Poirot aprecia o conforto moderno da sua casa em Londres, as suas tisanas, a eficiência de Miss Lemon, a secretária, e a companhia do seu amigo inglês, Hastings, que, tal como Watson nas novelas de Sherlock Holmes, funciona como contraponto para o detective.

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A obsessão pela resolução de todos os pormenores dos seus casos é uma exigência da sua mente brilhante, capaz de deduzir, de analisar a natureza humana, de conceber e encenar esquemas que obrigam as outras personagens a denunciar-se e a revelar os seus segredos.

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Tal como Sherlock Holmes e Perry Mason, Poirot conheceu grande sucesso nas adaptações à televisão.

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Conheça aqui algumas das obras protagonizadas por Poirot.

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Pepe Carvalho

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Pepe Carvalho, uma criação literária do escritor espanhol Manuel Vázquez Montalbán, é já um clássico. De ascendênca portuguesa, Carvalho vive em Barcelona. É um homem que entra já na meia idade, um desencantado, por vezes cínico. Possui uma vasta biblioteca, mas, desiludido da literatura, utliza os livros para acender a lareira - para o prazer de, por exemplo, queimar hoje um Stendhal, amanhã qualquer outro clássico.

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O seu maior prazer vem da comida - para além de um bom garfo, é um excelente cozinheiro, e Montalbán presenteia-nos com as descrição dos petiscos que prepara para si e, por vezes, para Biscuter, seu ajudante, ou para Charo, uma prostituta com quem está envolvido.

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O mundo de Carvalho é o da Espanha actual, e especificamente o de Barcelona, que percorre nas páginas das novelas. Deslocando-se por vezes a destino exóticos, como em Os Pássaros de Banguecoque, nem por isso os dramas e vícios do mundo ocidental deixam de estar no centro da intriga. Carvalho é um homem duro, mas capaz de se emocionar com o sofrimento alheio e, acima de tudo, com um humor corrosivo: Montalbán apresenta situações hilariantes, ou ridículas, no meio da tragédia das vidas humanas.