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domingo, 14 de março de 2010

Poema da Amante - Adalgisa Nery

Assunto: SOLIDÃO...
Data: 13/Mar 16:29
DIZEM QUE A SOLIDÃO É TRISTE...QUAL QUÊ!PODERÁ SER ALEGRE E PROVEITOSAMENTE VIVIDA!... HAVERÁ MELHOR MANEIRA DE OLHARMOS PARA NÓS PRÓPRIOS COM OS NOSSOS OLHOS QUE NÃO DE OUTROS? ESTAR SÓ IMPEDE QUE A MALDADE DA VIDA NOS TOQUE, DESEQUILIBRANDO O NOSSO SER E OBRIGANDO A LUTAR POR ELE, QUASE MOMENTO A MOMENTO SE INSISTIRMOS A CAMINHAR FORA DO CAMINHO DOS 'NORMAIS'....LUTAR?!...NÃO QUERO AGORA!DEIXEM-ME LAMBER AS FERIDAS, CICATRIZAR-ME... CHEGA DE AMARFANHAR A ALMA, DE TRAVAR O SONHO,DE SACUDIR A POEIRA COM QUE INSISTEM COBRIR-ME...DEIXEM-ME FICAR EM CASA...ACOLHER O SOL E RECORDAR O MAR. DE NOITE FALAR COM AS ESTRELAS, QUE ESTÃO SEMPRE LÁ...NUNCA ME DESAPONTARAM NEM FALTARAM AO ENCONTRO. QUANTO A TUDO O RESTO, É ALIMENTAR A IMAGINAÇÃO E PRESERVAR ALGUNS MOMENTOS, VIVER DE OLHOS FECHADOS, DEIXANDO O FILME PASSAR...EM SUMA, POSSO PERDER ALGUMAS COISAS, MAS GANHO MUITAS MAIS...DEIXEM-ME COM A VOZ DO SILÊNCIO....COMEÇO DE TODAS AS COISAS...PRESSINTO QUE SÓ ELA ME PODERÁ CONVENCER A REGRESSAR ....E NÃO TENHAM PENA, ANTES APRENDAM COMIGO A DOMAR A TEMPESTADE DA VIDA...EM ANEXO UM BEIJO!
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Distribuído  por Moranguinho Pereira ( hi5)
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.POEMA DA AMANTE
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Eu te amo

Antes e depois de todos os acontecimentos,
Na profunda imensidade do vazio
E a cada lágrima dos meus pensamentos.
Eu te amo
Em todos os ventos que cantam,
Em todas as sombras que choram,
Na extensão infinita dos tempos
Até a região onde os silêncios moram.
Eu te amo
Em todas as transformações da vida,
Em todos os caminhos do medo,
Na angústia da vontade perdida
E na dor que se veste em segredo.
Eu te amo
Em tudo que estás presente,
No olhar dos astros que te alcançam
E em tudo que ainda estás ausente.
Eu te amo
Desde a criação das águas,
desde a idéia do fogo
E antes do primeiro riso e da primeira mágoa.
Eu te amo perdidamente
Desde a grande nebulosa
Até depois que o universo cair sobre mim
Suavemente.
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ADALGISA NERY 
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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

CANONIZACIÓN - Ramon Lopez Velarde

Poemas del Alma

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Primer amor, tú vences la distancia.
Fuensanta, tu recuerdo me es propicio.
Me deleita de lejos la fragancia
que de noche se exhala de tus tiestos,
y en pago de tan grande beneficio
te canonizo en estos
endecasílabos sentimentales.
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A tu virtud mi devoción es tanta
que te miro en el altar, como la santa
Patrona que veneran tus zagales,
y así es como mis versos se han tornado
endecasílabos pontificales.
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Como risueña advocación te he dado
la que ha de subyugar los corazones:
permíteme rezarte, novia ausente,
Nuestra Señora de las Ilusiones.
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¡Quién le otorgara al corazón doliente
cristalizar el infantil anhelo,
que en su fuego romántico me abrasa,
de venerarte en diáfano capelo
en un rincón de la nativa casa!
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Tanto se contagió mi vida toda
del grave encanto de tus ojos místicos,
que en vano espero para nuestra boda
alguna de las horas de pureza
en que se confortó mi gran tristeza
con los primeros panes eucarísticos.
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Poemas de Ramón López Velarde

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Poemas del Alma
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