por Luis Milhano a quinta-feira, 3 de Novembro de 2011 às 19:01
Quando estiveres triste, Amor, e não souberes porquê ...
E o mundo inteiro à tua volta pareça desabar ...
Quando te apetecer gritar ...
Quando inexplicavelmente só te sintas em meio à multidão
e, perdida, não saibas que fazer ...
Quando te sentires vazia como um balão furado, amarfanhada como um vestido de baile após o Carnaval ...
Quando estiveres confusa, indecisa, angustiada, como, sem mo dizeres, eu sei que estás, por vezes...
Então, Amor basta que venhas junto a mim e no meu peito confiadamente repouses tua fronte. para eu conhecer toda a tristeza que os teus olhos mudos me dirão.
Não te farei perguntas nem direi as palavras idiotas que, longe de ajudar, só ferem, nessa altura.
Apenas te prenderei pela cintura e em silêncio, longamente, afagarei os teus cabelos,
até que a angústia de todo te abandone e não te sintas só,