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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Biblioteca Nacional vai lançar as suas edições em "ebook"

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Online



É possível alugar e comprar as edições da BNP em formato que pode ser lido em sistemas operativos Apple, Android e Windows

Texto de Lusa • 25/01/2012 - 19:44




  

A Biblioteca Nacional de Portugal acaba de lançar em formato "ebook" as suas edições, que podem ser alugadas ou compradas numa plataforma específica associada à sua livraria online, criada em Agosto de 2010.

"A entrada da Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) no mercado de 'ebooks' realiza-se com uma inovação: o aluguer de obras ao preço fixo de um euro por cinco dias. Em alternativa, o acervo digital pode ser adquirido com licença perpétua e a preços de venda 50 por cento inferiores aos praticados na versão impressa”, refere a Marka, empresa responsável pela gestão da nova plataforma, em comunicado enviado esta quarta-feira à Lusa.

Nesta plataforma, é possível alugar e comprar as edições da BNP em formato que pode ser lido em sistemas operativos Apple (iPad, iPhone e iPod Touch), Android e      Windows.

Incubadora em Aveiro 
Também em comunicado enviado à Lusa, a Biblioteca Nacional indica: “Para a BNP, a adopção desta nova tecnologia corresponde a uma estratégia de modernização da sua função enquanto editor à qual não é alheio o objectivo, actualmente essencial, de internacionalização em todas as suas vertentes de actividade o que, no caso das edições, é altamente potenciado pelo formato 'ebook'”.

Trata-se de uma plataforma totalmente desenvolvida em Portugal, nos últimos três anos e meio, e representa um investimento de 850 mil euros, revelou a Marka, um agregador nacional, que é o terceiro maior a nível europeu em volume de conteúdos que coloca no mercado.

A empresa proprietária da nova plataforma utilizada pela BNP sublinhou ainda que “a solução de gestão de bibliotecas digitais foi criada exclusivamente com recurso a engenheiros formados nas universidades portuguesas, com especial destaque para a incubadora da Universidade de Aveiro”.

sábado, 31 de julho de 2010

La biblioteca de clásicos “Google”

 

Poemas del Alma


 A Google no le falta cubrir ningún terreno. Con este gigante buscador ya podemos hasta ver el planeta entero (1), y en esta ocasión fueron por los libros con Google Books, lo que para muchas librerías fue una especie de declaración de guerra.
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Google ya había ofrecido recientemente extractos de libros, y ahora presenta como posibilidad leer libros enteros, siempre y cuando estos tengan su copyright expirado claro.

Sin embargo, pese a que se hable de polémica, realmente esto ya ha estado en internet hace tiempo. Muchos sitios ofrecen descargas de libros cuyos derechos de autor han expirado, destacándose el Proyecto Gutenberg (2) La polémica es causada porque muchos ven a Google como una amenaza por su imponente masividad. Seguramente se devore a Gutenberg por ejemplo, si es que logran acumular una gran cantidad de libros.
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Se destaca la posibilidad de que, además de la posibilidad de verlos online, podemos descargarlos en un conveniente formato PDF para leerlos offline o incluso imprimirlos.
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Finalmente, la hora de la verdad. Buscando un poco, logré encontrar estos títulos relacionados a lo que nos gusta a nosotros:
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Publicado por Julián Yanover el 5 de Septiembre de 2006 a las 09:08 am
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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

França admite parceria com Google na sua própria biblioteca digital

http://tek.sapo.pt/noticias/internet/franca_admite_parceria_com_google_na_sua_prop_1040619.html

 

França admite parceria com Google na sua própria biblioteca digital

Publicado por Casa dos Bits às 13.47h no dia 13 de Janeiro de 2010 |
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França tem sido um dos mais activos países europeus nas críticas aos projectos da Google. Desde que a empresa americana anunciou planos para criar a maior biblioteca digital do mundo, com o Google Books, que França, através dos seus mais altos dirigentes, tem insistido na ideia da Europa ripostar ao projecto.

A principal preocupação demonstrada pelos responsáveis tem sido a de garantir que as línguas alternativas ao inglês também garantam espaço de relevo na Internet, sobretudo a herança histórica e cultural dos países e que o projecto da Google não crie uma espécie de hegemonia anglo-saxónica.
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Em conjunto, a Europa tem procurado responder a este desafio através da Biblioteca Digital Europeia, a Europeana, mas França acaba de apresentar um relatório com detalhes sobre um projecto unilateral que também pretende desenvolver com o mesmo objectivo de assegurar a representatividade da sua língua na Internet e a Google pode vir a ser parceira da iniciativa.
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O ministro francês da cultura admitiu que a Google pode ser o veículo para impulsionar a presença do espólio francês na Internet, através de um projecto designado por Gallic, que por agora tem acesso restrito a profissionais.
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Pelo Gallic, coordenado pela Biblioteca Nacional francesa, tem passado boa parte do esforço de digitalização de livros e outros documentos que França tem vindo a realizar e que, de acordo com dados revelados anteriormente, já mereceu um investimento de 750 milhões de euros.
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Globalmente este projecto conta com perto de um milhão de documentos digitalizados, mas no âmbito de uma parceria publico-privada o Governo pretende torná-lo um competidor do Google Books, que reúne actualmente cerca de 10 milhões de livros digitalizados.
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O Gallic será a base de um novo portal a partir do qual nascerá o candidato a concorrente do Google Books, baseado num modelo idealizado num estudo financiado pelo Governo e apresentado ontem.

As negociações com a Google e outros players podem surgir no sentido de partilhar custos na dispendiosa tarefa de digitalização dos livros, de forma a aumentar o espólio disponível, mas segundo o ministro da cultura francês, apenas se a empresa norte-americana aceitar "jogar pelas regras francesas", disse numa conferência de imprensa.
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Um acordo com a Google poderia também visar a troca de livros digitalizados pela Google - a maior parte em universidades americanas - por livros e documentos em francês, já digitalizados no âmbito do projecto Gallic.
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Os autores franceses visados pelas digitalizações terão o poder de decisão relativamente à porção do livro que fica disponível online. Se o utilizador quiser ter acesso ao restante é encaminhado para uma loja online, explica o responsável pelo estudo citado pela Associated Press. A exploração comercial desta Biblioteca Digital vai ser assegurada por publicidade.
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Numa entrevista ao Le Monde o ministro francês da cultura criticou ainda as condições em que muitas empresas ou entidades europeias aceitaram negociar com a Google, sobretudo no que se refere à exclusividade dos acordos anunciados.
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Frederic Mitterrand, que pretende visitar em breve os escritórios da Google nos Estados Unidos, assegurou ainda que França negociará com a empresa norte-americana sempre numa base aberta e de não exclusividade de acesso aos conteúdos..
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