Mostrar mensagens com a etiqueta Fiódor Dostoievski. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Fiódor Dostoievski. Mostrar todas as mensagens

sábado, 6 de agosto de 2011

Pangloss - Why not the best?

Up@dawn

reflections caught at daybreak

Why not the best?

September 23, 2009
leibniz
bniz: this universe must be in reality better than every other
possible universe…Leibniz
This universe must be in reality better than every other possible universe Gottfried WilhelmLeibniz (1646-1716)
.
Dr. Pangloss taught metaphysico- theologo- cosmolonigology. He could prove that there is no effect without a cause; and, that in this best of all possible worlds, the Baron’s castle was the most magnificent of all castles, and My Lady the best of all possible baronesses.
.
“It is demonstrable,” said he, “that things cannot be otherwise than as they are; for as all
pangloss things have been created for some end, they must necessarily be created for the best end. Observe, for instance, the nose is formed for spectacles, therefore we wear spectacles. The legs are visibly designed for stockings, accordingly we wear stockings… Voltaire(1694-1778), Candide
.
So she’s like all “problem of evil.” And I’m like, “theodicy, barmaid, theodicy!”


..if you wish for superficiality incarnate, you have only to read that charmingly written Theodicyof Leibniz, in which he sought to justify the ways of God to man, and to prove that the world we live in is the best of possible worlds… William James, Pragmatism 
wj



Philosopher Susan Neiman reminds us that eighteenth century thinkers like Voltaire saw the great Lisbon earthquake as a metaphysically game-changing event.
.
For some, Lisbon lessened either God’s beneficence or his power.
.
For others, the quake lessened their estimation of human reason  and a reasonable world. Nature, according to enlightened minds,  was a benign and intelligible force. Its well-oiled operation  reflected the intelligence and skill of a designer God. Could we,  though, retain our confidence in reason, and thus in God’s ways,  in the rubble of Lisbon?
voltaire
.
Where are our Voltaires, spotlighting the suffering wrought by natural phenomena (Katrina, quakes, tsunamis, tornadoes et al) and the challenges they pose to any rational theist?


Well, there’s Bart Ehrman. (BTW: Ehrman is a former classmate of my colleague Mike Hinz. We hope to bring him to our fair campus next year.) He’s a respected Bible scholar at the University of North Carolina who until quite recently considered himself a devout Christian.
.
The leading reason given by atheists and agnostics for their disbelief is the problem of suffering or evil. David Hume put it this way, in Dialogues Concerning Natural Religion: “Epicurus’ old questions are yet unanswered. Is God willing to prevent evil, but not able? Then he is impotent. Is he able, but not willing? Then he is malevolent. Is he both able and willing? Whence then is evil?”
.
In God’s ProblemEhrman joins the skeptics. He writes:  “the Bible fails to answer our most important question– why we suffer.” Suffering, he says, “is not only senseless, it is also random, capricious, and unevenly distributed… Why are the sick wracked with unspeakable pain? Why are babies born with birth defects? Why are young children kidnapped, raped, and murdered? Why does a child die  of hunger every five seconds?”
.
That was Dostoevsky’s question too, in Brothers Karamazov (Book V, Ch. 4 – “Rebellion”), where Ivan asks:  ”Are you fond of children, Alyosha? I know you are, and you will understand why I prefer to speak of them. If they, too, suffer horribly on earth, they must suffer for their fathers’ sins, they must be punished for their fathers, who have eaten  the apple; but that reasoning is of the other world and is incomprehensible for the heart of man here on earth…
.
dostoevsky
I renounce the higher harmony altogether. It’s not worth the tears of that one tortured child who beat itself on the breast with its little fist and prayed… to ’dear, kind God’! It’s not worth it, because those tears are unatoned for. They must be atoned for, or there can be no harmony.”


So is Ehrman the Christian-cum-agnostic in despair about evil? No. “The solution to life is to enjoy it while we
.
ecclesiastes
 can, because it is fleeting. The idea that this life is all there is should not be an occasion for despair and despondency. It should be a source of joy and dreams—joy of living for the moment, and dreams of trying to make the world a better place… This means working to alleviate suffering.”


Finally, consider a somewhat banal analogy. “Suppose you found yourself at school in a dormitory. Things are not too good.  The roof leaks, there are rats, the food is almost inedible, some students in fact starve to death.
dorm
.
There is a closed door, behind which is the management, but the management never comes out. You get to speculate what the management must be like. Can you infer from the dormitory as you find it that the management, first, knows… …exactly what conditions are like, second, cares intensely for your welfare, and third, possesses unlimited resources for fixing things? The inference is crazy. You would be almost certain to infer that either the management doesn’t know, doesn’t care, or cannot do anything about it. Nor does it make things any better if occasionally you come across a student who declaims that he has become privy to the mind of the management, and is assured that the management indeed knows, cares, and has resources and ability to do what it wants. The overwhelming inference is not that the management is like that, but that this student is deluded. Perhaps his very deprivations have deluded him.” Simon Blackburn, Think


And perhaps belief runs hotter in nice dorms. Should it?
.
http://osopher.wordpress.com/2009/09/23/why-not-the-best/

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Crime e Castigo - Fiódor Dostoiévski

 

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
.
Преступле́ние и наказа́ние
Autor Fiódor Dostoiévski
Título no Brasil Crime e Castigo
Idioma russo
País Rússia
Lançamento 1866
.
Crime e Castigo (em russo Преступле́ние и наказа́ние, Prestuplênie i nakazánie) é um romance do escritor russo Fiódor Dostoiévski, publicado em 1866. Narra a história de Rodion Românovitch Raskólnikov, um jovem estudante que comete um assassinato e se vê perseguido por sua incapacidade de continuar sua vida após o delito.
.
O livro/romance se baseia numa visão sobre religião e existencialismo com um foco predominante no tema de atingir salvação por sofrimento, sem deixar de comentar algumas questões do socialismo e niilismo. É um dos livros preferidos de um dos maiores artistas da sedução: Neil Strauss (ele cita isso em seu best-seller The Game)

Enredo

Info Aviso: Este artigo ou seção contém revelações sobre o enredo (spoilers).
O personagem principal, apesar de ex-estudante de Direito, é um homem extremamente pobre e que vive angustiado pela sombra de se tornar alguém melhor ou fazer algo importante. Ele divide o homem em ordinário e extraordinário, numa tentativa de explicar a quebra das regras em prol do avanço humano.
.
Seguindo este preceito - fazer algo que mude a sociedade ou em prol dela - o personagem planeja, em meio a uma luta consigo, a morte de uma agiota e, finalmente, cumpre-o.
.
Antes de fugir da cena do crime, porém, Raskólnikov também comete, a contragosto, levado apenas pela situação de surpresa, o assassinato de Lisavieta, irmã da velha agiota, pois ela havia visto o cadáver recém-assassinado no chão.
.
Este personagem principal rouba algumas joias, mas não chega a usufruir deste ganho, e sentindo-se arrependido enterra-as sob uma pedra.
.
Após tal fato e seus desfechos, o romance relata de maneira detalhista os dramas psicológicos sofridos pelo autor do homicídio, toda a sua saga, sofrimento e arrependimento.
.
Diversas histórias se desenvolvem de maneira paralela à principal, entre elas um romance da irmã do personagem Raskólnikov e as relações do personagem com Sônia.
.
Apesar de investigar Raskólnikov, a polícia termina por prender um inocente que se intitulou culpado por uma razão pessoal (bem explicado no livro). Entretanto, o personagem por fim confessa o crime que cometera. A confissão deveu-se, principalmente, à enorme influência de Sônia, que, antes disso, compartilha com Raskólnikov algumas leituras do Novo Testamento.
.
Por fim, Raskólnikov é preso. Porém, devido à sua confissão, arrependimento e ótimo antecedentes, sua pena acaba por ser reduzida a oito anos em uma cadeia na Sibéria. Durante tal período, Sônia, personagem que a partir de certo momento segue Raskólnikov em todas as situações, manteve-se muito presente, servindo até mesmo de mensageira a sua família em São Petesburgo.
.
Os flagrantes traços autobiográficos, como adoração pela mãe, o vício do jogo (O Jogador) e a fidelidade psicológica, bem como os traços estilísticos do autor, colocaram esta obra, indubitavelmente, entre as maiores da história da literatura universal e, certamente, junto com Os Irmãos Karamazov, garantiram a Fiódor Dostoiévski a posição de maior escritor russo da história em conjunto com Lev Tolstoy.

Ligações externas

Wikiquote
O Wikiquote tem uma coleção de citações de ou sobre: Crime e Castigo.


Trechos

domingo, 30 de dezembro de 2007


Crime e castigo - Dostoievsky

"Oh, sim, quando é preciso, afogamos até nosso senso moral, a liberdade, a tranquilidade, até a consciência, tudo, tudo, vendemos tudo por qualquer preço! Contanto que nossos entes queridos sejam felizes."

"Há muito tempo que já se enraizara e crescera nele toda a tristeza que sentia agora; nos últimos tempos ela se acumulara e se reconcentrara, assumindo a forma de uma horrível, bárbara e fantástica interrogação que torturava o seu coração e a sua alma, reclamando uma resposta urgente."

"Compreende, meu senhor, o senhor compreende o que quer dizer isso de não ter para onde ir? Porque todo homem precisa ter um lugar para onde ir."

"Mas no fim das contas tudo isso são disparates! Cuspo em todos eles, cuspo também na minha humilhação e na minha comédia! Não é nada disso que está em causa! Nada disso!"

"Oh! Que desmancha-prazeres! Os princípios! Tu te moves por princípios, como se fossem molas, não te atreves a atuar livremente; para mim o fundamental é que o homem seja bom. E, francamente, reparando bem, em todas as classes não há muitas pessoas boas."

"Mas a ciência hoje diz: 'Antes de mais nada ama-te a ti próprio, porque tudo no mundo está baseado no interesse pessoal. Se amares a ti próprio farás os teus negócios como devem ser, e o teu cafetã permanecerá inteiro'."

"'Onde', pensou Raskólhnikov, continuando seu caminho, 'onde é que eu li aquilo sobre um condenado à morte que no momento de morrer dizia ou pensava que se o deixassem viver no alto, numa rocha e num espaço tão reduzido que mal tivesse onde pousar os pés - e se à volta não houvesse mais que o abismo, o mar, trevas eternas, a eterna solidão e a tempestade perene - e tivesse de ficar assim, nesse espaço de um archin, a sua vida toda, mil anos, a eternidade... preferiria viver assim a morrer imediatamente? O que interessa é viver, viver, viver! Viver, seja como for, mas viver! O homem é covarde!', acrescentou passado um minuto."

"Acham que eu estou assim porque eles mentem? Tolice! Eu gosto que eles mintam! A mentira é o único privilégio do homem sobre todos os outros animais. Mente, que vais acabar atingindo a verdade! É precisamente por ser homem que eu minto. Nem uma só verdade poderias alcançar se antes não mentisses quatorze vezes, e até cento e quatorze vezes, o que representa uma honra sui generis; simplesmente, nós nem sequer sabemos mentir com inteligência! Tu mentes, mas mentes de uma maneira especial, e eu ainda por cima te dou um abraço. Mentir com graça, de uma maneira pesssoal, é quase melhor que dizer a verdade igual todo mundo; no primeiro caso é um homem e, no segundo, não se é mais que um papagaio! A verdade não anda depressa, mas podemos fazer a vida correr; há exemplos disso."

"Nesse sentido, efetivamente, todos nós, e com muita frequência, somos quase dementes, com a única diferença que os doentes são um pouco mais loucos do que nós, porque repare, é preciso distinguir. Mas é verdade que não existe o homem normal, de maneira nenhuma; talvez entre dezenas, e pode até ser que entre centenas de milhares, apenas se encontra um, e, ainda assim, em exemplares bastante fracos..."

"Para socorrer o próximo é preciso começar por ter direito a fazê-lo(...)"

"Após ter pronunciado essas palavras tornou a ficar perplexo e empalideceu; outra vez como que uma nova e terrível sensação de frio mortal lhe correu pela alma, de repente compreendeu claramente que acabara de dizer uma mentira horrível, que não só não teria mais oportunidade de falar com ninguém, como jamais teria de que nem com quem falar. Foi tão violenta a impressão que essa dolorosa idéia lhe causou que, por um momento, se esqueceu praticamente por completo de tudo, levantou-se do seu lugar e, sem olhar para ninguém, quase saiu do quarto."

"É simplesmente impossível saltar com lógica por cima da natureza. A lógica pressupõe três casos, ao passo que há milhões deles. Pois façam tábua rasa desses milhões e reduzam tudo ao simples problema do conforto! Essa é a solução mais fácil do enigma. De uma clareza sedutora, e evita o incômodo de pensar. Porque o essencial é isto: não ter que pensar. Todos os mistérios da vida podem ser compreendidos em 2 folhas de papel impresso."

"Eu só tenho fé na minha teoria essencial, que é aquela que diz concretamente que os indivíduos se dividem, segundo a natureza, em duas categorias: a inferior (a dos vulgares), isto é, se me permite a expressão, a material, que unicamente é proveitosa para procriação da espécie, e a dos indivíduos que possuem o dom da inteligência para dizerem no seu meio uma palavra nova. É claro que as subdivisões são infinitas, mas os traços diferenciais de ambas categorias são bem nítidos: a primeira categoria, ou seja, a matéria, falando em termos gerais, é formada por indivíduos conservadores por natureza, disciplinados, que vivem na obediência e gostam de viver nela. A meu ver eles têm obrigação de ser obedientes, por ser esse o seu destino e não ter, de maneira nenhuma, para eles, nada de humilhante. A segunda categoria é composta por aqueles que infringem as leis, os destruidores e os propensos a isso, a julgar pelas suas qualidades. Os crimes destes são, naturalmente, relativos e muito diferentes; na sua maior parte exigem, segundo os mais diversos métodos, a destruição do presente em nome de qualquer coisa melhor. Mas se necessitarem, para o bem de sua teoria, saltar ainda que seja por cima de um cadáver, por cima do sangue, então, no seu íntimo, na sua consciência, eles podem, em minha opinião, conceder a si próprios a autorização para saltarem por cima do sangue, atendendo unicamente à teoria e ao seu conteúdo, repare bem..."

"Por que é que há pouco, esse imbecil do Razumíkhin recriminava os socialistas? São pessoas que gostam do trabalho e são comerciantes... ocupam-se da felicidade universal... Não, para mim só dão uma vida, e não terei outra, eu não quero esperar pela felicidade universal. Eu quero viver, eu, senão, mais vale não viver."

"Que significa ser mais elevada? Eu não compreendo tais expressões aplicadas a um determinado trabalho do homem, 'mais nobre, mais generoso'... Tudo isso são absurdos, tolices, velhas palavras preconceituosas que eu abomino! Tudo que é útil à humanidade é nobre. Eu só compreendo a palavra útil. Ria o que quiser, mas é assim."

"Não há no mundo coisa mais difícil que a sinceridade e mais fácil que a lisonja. Se à sinceridade se mistura a mais mínima nota falsa, surge imediatamente a dissonância e, atrás dela, o escândalo. Ao passo que a lisonja, ainda que seja falsa até a última nota, torna-se simpática e ouve-se com satisfação: com satisfação grosseira, sim, mas com satisfação. E, por mais tosca que seja a lisonja, metade dela, pelo menos, parece sempre verdadeira. E isto em todos os graus da hierarquia social. Seria possível seduzir até uma vestal com a lisonja. E nem é preciso dalar das pessoas vulgares."

"Porque eu, não sei se sabe, sou um homem triste, entediado. Pensava que eu era alegre? Não, sou um homem sombrio, mas não faço mal a ninguém, fico sentadinho num canto e, às vezes, não digo uma palavra durante três dias."
.






carlospejino8 | 27 de Abril de 2010
Pejino.com...Blog de Cine - Crimen y castigo - Crime and Punishment - Josef von Sternberg - Peter Lorre - Edward Arnold - Marian Marsh - Tala Birell - Elisabeth Risdon - Robert Allen - Douglass Dumbrille - Gene Lockhart - Charles Waldron - Thurston Hall - Patrick Campbel - Juan 11:38-44 - Usa - 1935
.
.





jhonatasgeisteira | 11 de Novembro de 2009
clipe para a disciplima Literatura Universal
.
.

.
.

livroclip | 16 de Maio de 2008
LivroClip de "Crime e Castigo". Um jovem atormentando mata um velha por dinheiro... Suspense, ação, romance...
.
.
.
.

l2009b | 26 de Novembro de 2009
Trabalho do 2º periodo de Direito da Unoesc baseado no livro Crime e Castigo!

componentes:
Lucas Biasuz, Lucas Oliveira, João Salazar, Adriano Pedrozzo, Tadzio Adriano Rossi, Vinicius Vogel.
.
.
.
.
Rochab | 19 de Dezembro de 2006
Inspirado no Romance do escritor russo Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski, publicado em 1866...



domingo, 14 de novembro de 2010

El adolescente, de Fiódor Dostoievski

Poemas del Alma

  Publicado por Julián Pérez Porto

.
En 1874, el escritor ruso Fiódor Dostoievski decidió dejar de redactar los contenidos del semanario “El ciudadano” (medio en el que había comenzado a colaborar tras finalizar el relato conocido como “Los demonios”) y retomar su actividad como novelista.
.
El adolescenteDespués de evaluar las ofertas que le habían acercado desde “El mensajero ruso” y “Memorias de la Patria”, el también creador de “Los hermanos Karamázov” y “El eterno marido” resolvió confiar en la propuesta de su amigo Nikolái Nekrásov y dio inicio a la elaboración de un relato que, meses más tarde, sería presentado en sociedad bajo el título “El adolescente”.
.
Las ventas generadas por ese material que, con los años, sería traducido a una gran cantidad de idiomas beneficiaron a la familia de Dostoievski en materia económica, aunque este logro profesional resultó opacado por cuestiones dolorosas que marcaron para siempre al autor, tales como la muerte del editor de esta obra y el deceso del pequeño Aleksei, uno de los hijos que Fiódor tuvo junto a Anna Grigórievna.
.
En ese libro, el escritor volcó frases interesantes entre las cuales no se puede dejar de mencionar a la que reza: “El amor por la humanidad debe entenderse como amor por aquella humanidad que uno mismo ha creado en el alma”. Si bien “El adolescente” no es uno de sus trabajos más sobresalientes, para quienes tienen a Dostoievski entre sus novelistas preferidos se trata de un relato de lectura obligada que puede llegar a sorprender, por su contenido, a más de un aficionado al mundo de las letras.
.
Si en los últimos años se han sentido cautivados por títulos como “Crimen y castigo”, “Noches blancas”, “Pobres gentes”, “El doble”, “Memorias del subsuelo” y “El idiota”, entonces descubrir entre viejos libros esta creación de Dostoievski será una agradable sorpresa para muchos de ustedes.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Pobres gentes, de Fiódor Dostoyevski

Poemas del Alma

11
Ago

Publicado por Julián Pérez Porto
.
Ninguna persona que pueda llegar a leer este artículo vivía cuando el talentoso ruso Fiódor Dostoyevski partió de este mundo y, sin embargo, todo aficionado a la literatura sabe que el mencionado autor fue uno de los novelistas más destacados del siglo XIX.
.
Pobres gentesAunque hayan pasado los años, su figura aún genera admiración a nivel internacional y sus obras, pese a la antigüedad que poseen, conservan su capacidad de atraer a numerosos lectores de distintas regiones del mundo.
.
Su legado incluye varios títulos, pero en esta oportunidad sólo vamos a hacer referencia a “Pobres gentes”, la novela epistolar que, en 1846, lo consagró como escritor y le permitió asombrar a la crítica.
.
Este libro lleva al lector a convertirse en testigo del vínculo que mantienen por correspondencia un humilde funcionario llamado Makar Diébushkin y Varvara Dobrosiélova, una muchacha huérfana.
.
Ambos son pobres a nivel material, pero reflejan en sus palabras una gran riqueza espiritual. Su fortuna gira en torno a sentimientos puros y nobles, y es a través de ellos que los protagonistas de esta historia consiguen generar admiración y ternura en quienes tienen el privilegio de conocerlos aunque sólo sea a través de una vieja publicación.
.
Si bien “Pobres gentes” hace foco en dos personas repletas de carencias a quienes analiza también desde el punto de vista psicológico, el contenido de esta propuesta no es pesimista ni busca desparramar desesperanza por el mundo, sino que se impone como un conmovedor canto a la vida en el cual se priorizan los valores espirituales de aquellos que, por diversos motivos, pertenecen a la clase social más baja.
.
En caso de querer interiorizarse sobre la producción literaria de Fiódor Dostoyevski y sentirse interesado en este material que hoy ha querido recordar Poemas del Alma, recuerden que todavía están a tiempo de adquirir un ejemplar de “Pobres gentes”.

                                                                                                       

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

2002 - Escritores elegem "Dom Quixote" o melhor livro de todos os tempos

Dw-World - Cultura | 08.05.2002

Escritores elegem "Dom Quixote" o melhor livro de todos os tempos


O autor alemão mais citado na relação dos 100 melhores livros é Franz Kafka, com três obras, seguido de Thomas Mann, com duas.



O romance Dom Quixote, de Miguel de Cervantes Saavedra, publicado na Espanha em duas partes, em 1605 e 1615, ficou em primeiro lugar no ranking dos melhores livros de todos os tempos. Ele foi escolhido com 50% mais votos do que qualquer outro livro. Participaram da enquete, organizada pelo Instituto Nobel de Oslo em cooperação com os Clubes do Livro da Noruega, 100 escritores consagrados de 54 países.
.
A cada um deles, foi pedida uma lista dos dez melhores livros. Da Alemanha, participaram Siegfried Lenz, Hans Magnus Enzensberger, Christoph Hein, Herta Müller e Christa Wolf. Outros votantes ilustres foram Paul Auster (EUA), Carlos Fuentes (México), Cees Nooteboom (Holanda), Susan Sontag (EUA), John Le Carré (Grá-Bretanha), o indiano Salman Rushdie, o trinidadiano V.S. Naipaul, o nigeriano Wole Soyinka, o chinês Bei Dao.
.
Outros livros na lista – As posições seguintes não foram apresentadas pelos organizadores em ordem de classificação. O autor mais freqüentemente citado foi o russo Fiodor Dostoiévski, com quatro obras: Crime e Castigo, O Idiota, Os Possessos e Irmãos Karamazov.
.
Na relação dos citados com três obras surge logo Franz Kafka, judeu tcheco que escreveu em alemão (O Processo, O Castelo e seus contos na totalidade), William Shakespeare e Leo Tolstoi. Thomas Mann (Os Buddenbrooks e Montanha Mágica), William Faulkner e Virginia Woolf seguem, com duas obras cada.
.
O autor alemão mais antigo incluído no ranking foi Johann Wolfgang von Goethe, com Fausto I e II. Constam ainda Alfred Döblin, com Berlim Alexanderplatz; Robert Musil, com O Homem Sem Qualidades; Paul Celan, com suas poesias; e Günter Grass, com O Tambor.

(lk)
 .
.