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domingo, 24 de dezembro de 2023

re.visitando filipe chinita|'civilização' comunista




re.visitando filipe chinita|'civilização' comunista | 09 abril 2016
.
'civilização' comunista.
um dia
se não morrer.próximo
ainda publicarei um livro.de poesia
apenas com todos os escritos/poemas
que já sobre a definição de comunismo
e do humano.comunista
escrevendo fui
ao longo de toda
a minha
inteira
vida.
para vos provar.em poesia.
que o comunismo
virá!
e com ele
esse.outro.humano.
futuro!
que não serão mais
do que outros
de nós.
que nunca viremos
a conhecer.mas existirão.
em contínua busca
de uma perfeição
interior e
social.
com o outro.os todos os outros.
livre e conscientemente.
em que
o que é meu é teu.
e o que é teu
é meu.
e assim todos.e o todo.
sem mais 'meu'
nem 'teu'. tudo
nosso!
será
.
o mundo será então
a paz e o amor.no
desabrochar
enfim
humano!
de todos os nossos
individuais talentos.
no colectivo.
sem ciúmes.invejas.ou dores de corno.
conscientes que da liberdade do outro
e nossa! estaremos.
esgotados
que nas humanas cabeças e corações
há muito e para sempre!
estarão o teu
e o meu.
pois que de há muito só procuraremos
em individual.e em colectivo
o bem comum.
que tudo comum
nos será.
apenas não a intimidade.
e assim andaremos pelo mundo
de unidas mãos e
frontais olhares.
e
tudo nos terá
a
transparência
do vidro
.
seremos outros
mui melhores!
do que ora
somos.
mas não sei porque vos espantais.
porque desde o princípio
da humanidade
que sempre
assim
foi
.
ou ainda por ventura estais
de sílex contra sílex
procurando e
encontrando
enfim o
fogo
.
e o quanto isso.no entanto
determinante para
a humanidade
(nos)
foi
.
fj
ao agora
.
a mim
o que me interessa
é a avançada modernidade
sensível e inteligente.num todo uno.
como enchurrada das emoções.do pensamento
de um maiakovski e de um brecht
em sempre construção
política poética
e filosófica
da vida
e não o constante voltar
atrás das rimas
de um tempo.
interessa-me
a vibração estilhaçante do ritmo
e não a facilidade do
som que procura
o seu igual.
eu sou
por todas as diferenças
da natureza e da vida
e assim.também
na poesia.
que mesmo nas partes
sempre eu busco
o todo!
e só escrevo
o que se me arremessa
da mente ao sangue.
e deste à
pele.
e só escrevo
a mais inteira verdade.de mim.no outro.
pelo menos assim.e aqui
sempre a/o/os intento
buscar
.
fj
ao agora.
de me ir banhar o corpo.
este sem o qual nada escreveria.
caso não existisse física e i.material.mente
09 de abril de 2016
imagem: pintura de Álvaro Cunhal

quinta-feira, 22 de dezembro de 2022

Filipe Chinita - para que medite.m...

 * Filipe Chinita

Filipe

para que medite.m... . sim eu sou tão vaidoso e tão egocentrista que nos meus estreitos pulsos nunca! usei pulseira alguma (excepto uma! em adolescente de mestre de aviz... com o teu nome (de namorada?! que nunca mais... vi) . até os meus sempre! simples relógios (os mais... ofertados) deixei de usar porque destesto algo... em meus pulsos que me impeça o movimento livre . nem anéis... nos dedos senão a aliança de me haver permitido por puro amor casar... contigo . nem mesmo! o mais fino fio - de ouro ou prata - ao pescoço que nunca nenhum tive . e mui menos com cruzes de (anti-)cristo... ou outras... de. penduradas ao pescoço! . que nunca! jóia alguma! na inteira vida (para mim) tive nem nunca! quis . eis a minha... vaidade... egocêntrica de toda uma! vida . fj 21.30 18.12.22 nunca! sequer frequentei ginásios e mui menos! com pt's . nunca! cuidei de mim nem do meu corpo ______________________________ claro que nem falo... de inscrições.... nem de percings de tipo algum no (meu) corpo . e mui menos no nariz na língua ou nas orelhas . quanto ao cabelo passei a vida inteira sem nunca o pentear e agora sobrevivo tão desgarrado... de mim de tudo em mim que nem a barba faço e só mudo de roupa... em desespero... de causa _________________________ espero que tenham ficado bem elucidados sobre a minha vaidade e egocentrismo _____________________________ eu que desde novembro de 2015 vivo de 300 euros ao mês eu que desde setembro de 2018 perdi a minha casa de vida e tudo de meu e de mim eu que desde essa data vivo só e só para cuidar de minha mãe eu que desde 2016 não mais férias algumas tive

sábado, 17 de dezembro de 2022

Filipe Chinita - poesia e realidade

***

Filipe

  * Filipe Chinita      

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poesia e realidade. in.tentando auto
-definir-me . claro que a poesia é um certo olhar pessoal.íssimo sobre a realidade mas a minha poesia nunca! a nega (a realidade) e sempre que se levanta em voo é sempre sobre ela (realidade) que se sustenta . e não! sobre ficções . pois a realidade além de mais verdadeira! (factor primordial) é sempre! mais rica vária diversa e diferente que qualquer ficção por melhor que esta seja . além de que sempre a procuro escrever ao puro instante do sangue de mim . e mesmo que me fique uma inteira vida em pousio foi sempre ao puro sangue de mim que escrita foi... a (minha)... 'poesia' . que nem sei se poesia é ou sequer 'literatura' . nem isso nunca! me interessou nem me interessa pois os únicos julgadores de tal serão os vindouros futuros já que os agora existentes nem da minha existência... sabem quanto mais conhecerem-me lerem-me amar.em- me nem que apenas! p'la escrita sem noção alguma do humano (enorme!) que - sempre ao instante - a viveu e a escreveu . fj 12.07 17.12.22 sim prefiro... sempre! a dura realidade a todas... as ficções . pois é sempre dela! que se erguem todas as ficções mesmo quando... em deslavado mentiroso ou falso... cor de rosa
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