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domingo, 10 de fevereiro de 2008

Beato Salazar (16) - HONESTIDADE e outros predicados


* Gabriel Cipriano

RiodeJaneiro

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É comum, constante e permanente ler-se aqui neste espaço a afirmação de que SALAZAR foi honesto, virtuoso e de outras qualidades.

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Sim, nunca o difamamos e, nesse aspeto, nunca contradizemos essas alegações. Seus crimes são outros. Foram crimes de lesa humanidade, nomeadamente, consentir que semelhantes fossem sacrificados ao termo da própria VIDA, e VIDA é coisa sagrada, coisa que ninguem tem o direito de tirar.

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Se não foi ele o executor, consentiu, e neste caso o mandatário é duplamente criminoso.

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E depois ser honesto e "cumpridor" é obrigação, não é qualiificação. No país onde vivemos é comum destacar e premiar a honestidade e isso é uma PALERMICE.

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Embora uns e outros proclamem que o assunto SALAZAR está esgotado não concordamos até porque pertencemos a uma geração que foi amplamente castigada por sua politica misantropa.

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Os que o defendem e tecem loas a seus feitos foram os grandes beneficiários e se locuptaram em suas benfeitorias. Amém

Alô, chefe

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Não adianta pedir, você não resiste a colocar rodapé nas nossas croniquelhas.Vou te dar o troco. Quando formos lá, na hora de subir na cerejeira não vou nem segurar a escada e quando gritares por socorro vou-me fingir de surdo. Se tiver cachorro na área estarei ferrado mas para vc será pior, vai de ficar lá em cima, esperando que o dono o venha prender, pois pelo que nos contaram a mesquinharia continua em alta no nosso retângulo.

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Mas, então, aconselha-me a participar do carnaval, porém, travestido de ca....o . De repente aceitamos a sugestão porque isso, se nos mantivermos de pé, nos cercará de admiração...

in PortugalClub

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Deus, Santos, Fé .... e etc

DEUS,

SANTOS,

FÉ... e etc (*)


Gabriel Cipriano / Rio de Janeiro

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O cascavélico”inseriu nas suas páginas internéticas um artigo do Cor. FRAGA.

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Embora em texto resumido o autor apontou dois fatos que moldaram um largo período da HISTÓRIA universal, guerra civil espanhola e a colonização da América do Sul.

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A menção a tais acontecimentos foram sugeridos pelo desentendimento entre o Rei de Espanha e o Presidente da Venezuela, no encontro Ibérico/Sul Americano recentemente acontecido, e onde o Rei perguntou a Hugo – porque não te calas ?

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Fraga, avaliou o confronto interpretando-o dentro de conceitos históricos relatados em milhares de livros ,mas que lhe mereceram opiniões pessoais de grande relevância moral e cívica,consubstanciada por forte humanismo que demonstra ter.

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Este lado pessoal de seu pensar,um pensar altruísta, não têm como ser refutado,negado ou censurado, em nome de Deus, de Santos ou da Fé.

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Para eles, para esses críticos, temos uma resposta,salvaguardando,naturalmente,seu direito à crença que professam. Entretanto, este direito não lhes dá direito de apontar os incrédulos como destituídos de caráter,de moral e outras qualidades que, na sua doentia paixão, não conseguem enxergar.

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Querem saber de uma coisa ? Conto-lhes uma história,que é até engraçada e pouco ilustrada.

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Nós, incrédulos, fomos abençoados por duas SANTAS. Uma chamada PENICILINA,que nos salvou a vida ainda em criança, quando o médico de uma remota aldeia, no interior de Portugal, foi apanhá-la em Lisboa, pois naquela época era distribuída pela Cruz Vermelha internacional.

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Mais tarde tornamo-nos cativos de uma outra Santarrona, a INSULINA que nos mantém vivos há 50 anos.

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É assim,acreditar em quem nos salva a vida é uma virtude, concordamos, mas viver covardemente, tolhido pelo medo e implorando proteção é falta grave. Tão grave que a falta de saúde, um caminho para a morte, leva os crentes acreditar na vida eterna.

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E dessa, a vida eterna, também temos duvidas, pois algumas centenas de vezes o COMA nos levou à ante sala da morte, e novamente, aí, outros santos nos socorrem e nos trouxeram de volta à vida, sossegados, cientes que para além do final só existe o final. Amém

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(*) Viram ? uma história curta, resumindo a tortura que confina a humanidade.

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Sejamos verdadeiros e fortes, as fraquezas derrotam qualquer um, pesado ou leve, dono ou sem dono, sagaz ou palerma, sabido ou destituído...


in PortugalClub