| Assunto: | SOLIDÃO... |
|---|---|
| Data: | 13/Mar 16:29 |
DIZEM QUE A SOLIDÃO É TRISTE...QUAL QUÊ!PODERÁ SER ALEGRE E PROVEITOSAMENTE VIVIDA!... HAVERÁ MELHOR MANEIRA DE OLHARMOS PARA NÓS PRÓPRIOS COM OS NOSSOS OLHOS QUE NÃO DE OUTROS? ESTAR SÓ IMPEDE QUE A MALDADE DA VIDA NOS TOQUE, DESEQUILIBRANDO O NOSSO SER E OBRIGANDO A LUTAR POR ELE, QUASE MOMENTO A MOMENTO SE INSISTIRMOS A CAMINHAR FORA DO CAMINHO DOS 'NORMAIS'....LUTAR?!...NÃO QUERO AGORA!DEIXEM-ME LAMBER AS FERIDAS, CICATRIZAR-ME... CHEGA DE AMARFANHAR A ALMA, DE TRAVAR O SONHO,DE SACUDIR A POEIRA COM QUE INSISTEM COBRIR-ME...DEIXEM-ME FICAR EM CASA...ACOLHER O SOL E RECORDAR O MAR. DE NOITE FALAR COM AS ESTRELAS, QUE ESTÃO SEMPRE LÁ...NUNCA ME DESAPONTARAM NEM FALTARAM AO ENCONTRO. QUANTO A TUDO O RESTO, É ALIMENTAR A IMAGINAÇÃO E PRESERVAR ALGUNS MOMENTOS, VIVER DE OLHOS FECHADOS, DEIXANDO O FILME PASSAR...EM SUMA, POSSO PERDER ALGUMAS COISAS, MAS GANHO MUITAS MAIS...DEIXEM-ME COM A VOZ DO SILÊNCIO....COMEÇO DE TODAS AS COISAS...PRESSINTO QUE SÓ ELA ME PODERÁ CONVENCER A REGRESSAR ....E NÃO TENHAM PENA, ANTES APRENDAM COMIGO A DOMAR A TEMPESTADE DA VIDA...EM ANEXO UM BEIJO!
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Distribuído por Moranguinho Pereira ( hi5)
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.POEMA DA AMANTE
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Eu te amo Antes e depois de todos os acontecimentos, Na profunda imensidade do vazio E a cada lágrima dos meus pensamentos. Eu te amo Em todos os ventos que cantam, Em todas as sombras que choram, Na extensão infinita dos tempos Até a região onde os silêncios moram. Eu te amo Em todas as transformações da vida, Em todos os caminhos do medo, Na angústia da vontade perdida E na dor que se veste em segredo. Eu te amo Em tudo que estás presente, No olhar dos astros que te alcançam E em tudo que ainda estás ausente. Eu te amo Desde a criação das águas, desde a idéia do fogo E antes do primeiro riso e da primeira mágoa. Eu te amo perdidamente Desde a grande nebulosa Até depois que o universo cair sobre mim Suavemente. . ADALGISA NERY
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Textos e Obras Daqui e Dali, mais ou menos conhecidos ------ Nada do que é humano me é estranho (Terêncio)
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domingo, 14 de março de 2010
Poema da Amante - Adalgisa Nery
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Repouso - Adalgisa Nery
| Assunto: | MEU PAI... |
|---|---|
| Data: | 13/Jan 16:43 |
DEIXO QUE A ONDA CALMA SE ACABE SOB OS MEUS PÉS E REMEXO LENTAMENTE A AREIA ENSOPADA QUE FICOU...QUANDO ERA PEQUENA CONSTRUÍA CASTELOS DE AREIA. QUERIA CONSTRUÇÕES GRANDES E COMPLEXAS, COM AMEIAS FOSSAS E PONTES...AH! COMO EU GOSTAVA DAS PONTES E COMO A MÃO PODEROSA DE MEU PAI SE TORNAVA DELICADA, ESCAVANDO A AREIA...E A PONTE ALI ESTAVA, MISTERIOSO EQUILÍBRIO. E QUERIA OUTRA E OUTRA...REPENTINAMENTE ACORDO DESTAS LEMBRANÇAS... SEU RISO SALTA DA MINHA MEMÓRIA E ESPALHA-SE EM MEU REDOR...MEU PAI...MEU PAI, MINHA FORTALEZA DE ABRAÇOS, MINHA ÂNCORA, MINHA CERTEZA,MEU BÁLSAMO CONTRA A TRISTEZA, ARMAZÉM DO MEU AMOR.AS SAUDADES FERRAM AS GARRAS NO MEU PEITO...CERRO OS OLHOS COM FORÇA, NÃO QUERO CHORAR...PARA ELE, RISOS,HONRA, BEBER A VIDA EM GRANDES TRAGOS...ESTENDER A MÃO, AMAR O AMIGO, CONHECER O PERDÃO, ABRAÇAR FORTE....E NAQUELES TEMPOS DE ESCURIDÃO, ENSINAR-ME COMO VIVER E LUTAR PELA PALAVRA LIBERDADE...MEU PAI....CONTINUAS O MEU HERÓI!...EM ANEXO UM BEIJO!
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Distríbuído por Moranguinho Pereira (hi5)
REPOUSO Dá-me tua mão E eu te levarei aos campos musicados pela canção das colheitas Cheguemos antes que os pássaros nos disputem os frutos, Antes que os insetos se alimentem das folhas entreabertas. Dá-me tua mão E eu te levarei a gozar a alegria do solo agradecido, Te darei por leito a terra amiga E repousarei tua cabeça envelhecida Na relva silenciosa dos campos. Nada te perguntarei, Apenas ouvirás o cantar das águas adolescentes E as palavras do meu olhar sobre tua face muito amada. ADALGISA NERY | |
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terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Poema Natural - Adalgisa Nery
| Assunto: | SER POETA... |
|---|---|
| Data: | 12/Jan 15:16 |
NUNCA PODERIA SER POETA...LIMITO-ME A LER E A VIVER A POESIA. POR VEZES PENSO: QUE POEMA TÃO TRISTE!...COMO DEVIA DOER O CORAÇÃO E A ALMA DE QUEM O ESCREVEU! DE CERTEZA NINGUÉM O COMPREENDEU NO MUNDO REAL, E ELE FOI PEGANDO CUIDADOSAMENTE NAS PALAVRAS, AQUI E ALI ARREMESSADAS AO CHÃO,GRITADAS, DESPREZADAS, CUSPIDAS E COM CARINHO, COM LÁGRIMAS, REFEZ COM ELAS O SENTIDO DO QUE ERA A SUA VIDA....SURGE ENTÃO O POEMA,PUNGENTE, DOLORIDO. NOS DESVARIOS DA VIDA, PODE ATÉ ACONTECER QUE ALGUÉM QUE O DESTRATOU VENHA A LER O POEMA E O ELOGIE, NUMA INTELECTUALIDADE PRETENSAMENTE SUPERIOR. NINGUÉM PENSA NO POETA.MAS EU NÃO CONSIGO DEIXAR DE O IMAGINAR, NO MEIO DA SOLIDÃO E EM SILÊNCIO, SOFRENDO A CADA PALAVRA QUE DESENHA NO PAPEL.NÃO, EU NÃO PODIA SER POETA.APENAS SEI QUE,QUANDO A VIDA ME OPRIME...ESBRACEJO.QUANDO A ALMA ME DÓI...GRITO.SE O AMOR ME ABANDONA...APENAS CHORO. TODA A MINHA REVOLTA FICA PRESA EM MIM, NÃO SEI COMO A TRADUZIR EM POESIA E OFEREÇÊ-LA AO MUNDO....POETA?!...É BEM MAIS DO QUE EU. EM ANEXO UM BEIJO!
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Distribuído por Moranguinho Pereira (hi5)
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POEMA NATURAL . . Abro os olhos, não vi nada Fecho os olhos, já vi tudo. O meu mundo é muito grande E tudo que penso acontece. Aquela nuvem lá em cima? Eu estou lá, Ela sou eu. Ontem com aquele calor Eu subi, me condensei E, se o calor aumentar, choverá e cairei. Abro os olhos, vejo um mar, Fecho os olhos e já sei. Aquela alga boiando, à procura de uma pedra? Eu estou lá, Ela sou eu. Cansei do fundo do mar, subi, me desamparei. Quando a maré baixar, na areia secarei, Mais tarde em pó tomarei. Abro os olhos novamente E vejo a grande montanha, Fecho os olhos e comento: Aquela pedra dormindo, parada dentro do tempo, Recebendo sol e chuva, desmanchando-se ao vento? Eu estou lá, Ela sou eu.
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ADALGISA NERY
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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Poema da Amante - Adalgisa Nery
Assunto: PORQUE TE AMO
Data: 11/Jan 13:46
TE AMO PORQUE ME AMO PRIMEIRO E PARA MIM QUERO A LUZ DE MIL SÓIS, O BROTAR DE UMA SEMENTE, A PRIMEIRA PALAVRA DE UMA CRIANÇA, A VELOCIDADE DO BEIJA - FLÔR. PARA VIVER PRECISO AINDA DA TERNURA COM QUE A ONDA BEIJA A AREIA, OLHAR O CÉU DEITADA NA RELVA,UM COPO DE ÁGUA QUANDO TENHO SEDE. NÃO PRESCINDO TAMBÉM DA PALAVRA LIBERDADE,DE ACORDAR DO SONHO DE VIVER NUM MUNDO EM PAZ E VER TODA A TERRA INUNDADA DE POMBAS BRANCAS.PRECISO DE RESPEITAR OS OUTROS COMO A MIM MESMO, DE ESTENDER A MÃO SEM OLHAR A QUEM, DE GRITAR A REVOLTA SE TAL É PRECISO,DE SENTIR QUE O MUNDO TODO CABE NA PALMA DA MINHA MÃO...E É PORQUE DE TUDO ISTO NECESSITO PARA SER ALGUÉM, QUE TE AMO TANTO, POIS ENCERRAS EM TI CADA IDEIA, CADA PALAVRA, CADA ACÇÃO QUE QUERO PARA VIVER E SER FELIZ...EM ANEXO UM BEIJO!
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Distribuído por Moranguinho Pereiea (hi5)
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POEMA DA AMANTE
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Eu te amo
Antes e depois de todos os acontecimentos,
Na profunda imensidade do vazio
E a cada lágrima dos meus pensamentos.
Eu te amo
Em todos os ventos que cantam,
Em todas as sombras que choram,
Na extensão infinita dos tempos
Até a região onde os silêncios moram.
Eu te amo
Em todas as transformações da vida,
Em todos os caminhos do medo,
Na angústia da vontade perdida
E na dor que se veste em segredo.
Eu te amo
Em tudo que estás presente,
No olhar dos astros que te alcançam
E em tudo que ainda estás ausente.
Eu te amo
Desde a criação das águas,
desde a idéia do fogo
E antes do primeiro riso e da primeira mágoa.
Eu te amo perdidamente
Desde a grande nebulosa
Até depois que o universo cair sobre mim
Suavemente.
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ADALGISA NERY
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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Arte e Poesia em Modus Vivendi
17 de dezembro de 2009
A pele e o vento
Quando a madrugada vem
e o Vento sopra
a pele em poesia desabrocha
dizendo nua os versos de
arrepios.
E se o Vento sopra sussurrante
como uma brisa morna estremecendo
os pêlos
a Pele, que é poesia,
mergulha em desvarios
e canta para a lua seus versos
de delírios
e espera suplicante o toque
redentor.
(até que o vento, em sopros
de amor
se deita sobre a Pele
e suas mãos segura.)
então a Pele, agora em loucura
sente os cabelos longos do Vento
lhe fazerem cócegas; ouve os
sussurros do Vento em suas costas
sente sobre si o peso do desejo
e cândida, rende-se;
lânguida, deita-se;
ávida, molha-se;
sente nas costas o peso
do Vento
e treme;
agita-se;
inunda-se;
e sonha;
tem dentro de si o corpo
do Vento
e tranca-se;
e move-se;
e geme;
e goza
(grávida, imensa, grata, plena);
quando a madrugada vem
e o Vento sopra
a Pele em poesia desabrocha
e a vida inteira fica
diferente.
.
Nálu Nogueira
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e o Vento sopra
a pele em poesia desabrocha
dizendo nua os versos de
arrepios.
E se o Vento sopra sussurrante
como uma brisa morna estremecendo
os pêlos
a Pele, que é poesia,
mergulha em desvarios
e canta para a lua seus versos
de delírios
e espera suplicante o toque
redentor.
(até que o vento, em sopros
de amor
se deita sobre a Pele
e suas mãos segura.)
então a Pele, agora em loucura
sente os cabelos longos do Vento
lhe fazerem cócegas; ouve os
sussurros do Vento em suas costas
sente sobre si o peso do desejo
e cândida, rende-se;
lânguida, deita-se;
ávida, molha-se;
sente nas costas o peso
do Vento
e treme;
agita-se;
inunda-se;
e sonha;
tem dentro de si o corpo
do Vento
e tranca-se;
e move-se;
e geme;
e goza
(grávida, imensa, grata, plena);
quando a madrugada vem
e o Vento sopra
a Pele em poesia desabrocha
e a vida inteira fica
diferente.
.
Nálu Nogueira
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16 de dezembro de 2009
Poema da Amante
Eu te amo
Antes e depois de todos os acontecimentos,
Na profunda imensidade do vazio
E a cada lágrima dos meus pensamentos.
Eu te amo
Em todos os ventos que cantam,
Em todas as sombras que choram,
Na extensão infinita dos tempos
Até a região onde os silêncios moram.
Eu te amo
Em todas as transformações da vida,
Em todos os caminhos do medo,
Na angústia da vontade perdida
E na dor que se veste em segredo.
Eu te amo
Em tudo que estás presente,
No olhar dos astros que te alcançam
E em tudo que ainda estás ausente.
Eu te amo
Desde a criação das águas,
desde a idéia do fogo
E antes do primeiro riso e da primeira mágoa.
Eu te amo perdidamente
Desde a grande nebulosa
Até depois que o universo cair sobre mim
Suavemente.
.
Adalgisa Nery
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Antes e depois de todos os acontecimentos,
Na profunda imensidade do vazio
E a cada lágrima dos meus pensamentos.
Eu te amo
Em todos os ventos que cantam,
Em todas as sombras que choram,
Na extensão infinita dos tempos
Até a região onde os silêncios moram.
Eu te amo
Em todas as transformações da vida,
Em todos os caminhos do medo,
Na angústia da vontade perdida
E na dor que se veste em segredo.
Eu te amo
Em tudo que estás presente,
No olhar dos astros que te alcançam
E em tudo que ainda estás ausente.
Eu te amo
Desde a criação das águas,
desde a idéia do fogo
E antes do primeiro riso e da primeira mágoa.
Eu te amo perdidamente
Desde a grande nebulosa
Até depois que o universo cair sobre mim
Suavemente.
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Adalgisa Nery
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15 de dezembro de 2009
The Love Song of J. Alfred Prufrock
(excerto)
It is perfume from a dress
That makes me so digress?
Arms that lie along a table, or wrap about a shawl.
And should I then presume?
And how should I begin?
.
T. S. Eliot
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It is perfume from a dress
That makes me so digress?
Arms that lie along a table, or wrap about a shawl.
And should I then presume?
And how should I begin?
.
T. S. Eliot
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A Água
Despe, na solidão da tarde,
Tua roupagem manchada de quotidiano,
E deixa que a chuva molhe teus cabelos
E vista teu corpo de escamas de prata.
Pousa, em teus ombros, o manto dos lagos
E colhe no cântaro de tuas mãos
A música dos dias que adormeceram
No fundo de teu ser.
Mármores líquidos moldarão teu corpo.
Nuvem,
Penetrarás a carne da manhã.
.
Paulo Bomfim
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Tua roupagem manchada de quotidiano,
E deixa que a chuva molhe teus cabelos
E vista teu corpo de escamas de prata.
Pousa, em teus ombros, o manto dos lagos
E colhe no cântaro de tuas mãos
A música dos dias que adormeceram
No fundo de teu ser.
Mármores líquidos moldarão teu corpo.
Nuvem,
Penetrarás a carne da manhã.
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Paulo Bomfim
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quinta-feira, 26 de março de 2009
POEMA DA AMANTE - Adalgisa Néry
POEMA DA AMANTE
Eu te amo
Antes e depois de todos os acontecimentos,
Na profunda imensidade do vazio
E a cada lágrima dos meus pensamentos.
Eu te amo
Em todos os ventos que cantam,
Em todas as sombras que choram,
Na extensão infinita dos tempos
Até a região onde os silêncios moram.
Eu te amo
Em todas as transformações da vida,
Em todos os caminhos do medo,
Na angústia da vontade perdida
E na dor que se veste em segredo.
Eu te amo
Em tudo que estás presente,
No olhar dos astros que te alcançam
E em tudo que ainda estás ausente.
Eu te amo
Desde a criação das águas,
desde a idéia do fogo
E antes do primeiro riso e da primeira mágoa.
Eu te amo perdidamente
Desde a grande nebulosa
Até depois que o universo cair sobre mim
Suavemente.
ADALGISA NERY
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Eu te amo
Antes e depois de todos os acontecimentos,
Na profunda imensidade do vazio
E a cada lágrima dos meus pensamentos.
Eu te amo
Em todos os ventos que cantam,
Em todas as sombras que choram,
Na extensão infinita dos tempos
Até a região onde os silêncios moram.
Eu te amo
Em todas as transformações da vida,
Em todos os caminhos do medo,
Na angústia da vontade perdida
E na dor que se veste em segredo.
Eu te amo
Em tudo que estás presente,
No olhar dos astros que te alcançam
E em tudo que ainda estás ausente.
Eu te amo
Desde a criação das águas,
desde a idéia do fogo
E antes do primeiro riso e da primeira mágoa.
Eu te amo perdidamente
Desde a grande nebulosa
Até depois que o universo cair sobre mim
Suavemente.
ADALGISA NERY
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Eu te amo - Adalgisa Néry
Eu te amo
Antes e depois de todos os acontecimentos,
Na profunda imensidade do vazio
E a cada lágrima dos meus pensamentos.
Eu te amo
Em todos os ventos que cantam,
Em todas as sombras que choram,
Na extensão infinita dos tempos
Até a região onde os silêncios moram.
Eu te amo
Em todas as transformações da vida,
Em todos os caminhos do medo,
Na angústia da vontade perdida
E na dor que se veste em segredo.
Eu te amo
Em tudo que estás presente,
No olhar dos astros que te alcançam
E em tudo que ainda estás ausente.
Eu te amo
Desde a criação das águas,
desde a idéia do fogo
E antes do primeiro riso e da primeira mágoa.
Eu te amo perdidamente
Desde a grande nebulosa
Até depois que o universo cair sobre mim
Suavemente.
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Antes e depois de todos os acontecimentos,
Na profunda imensidade do vazio
E a cada lágrima dos meus pensamentos.
Eu te amo
Em todos os ventos que cantam,
Em todas as sombras que choram,
Na extensão infinita dos tempos
Até a região onde os silêncios moram.
Eu te amo
Em todas as transformações da vida,
Em todos os caminhos do medo,
Na angústia da vontade perdida
E na dor que se veste em segredo.
Eu te amo
Em tudo que estás presente,
No olhar dos astros que te alcançam
E em tudo que ainda estás ausente.
Eu te amo
Desde a criação das águas,
desde a idéia do fogo
E antes do primeiro riso e da primeira mágoa.
Eu te amo perdidamente
Desde a grande nebulosa
Até depois que o universo cair sobre mim
Suavemente.
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